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Mostrando postagens com o rótulo Capitalismo de Estado

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 7 (PARTE "A")

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                                                                                 Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 327-370 " CAPÍTULO 7 : "Economia dos processos revolucionários " 242 - Maquinaria, tecnologia em geral e disciplina de trabalho não são neutras.  Os sistemas econômicos que tiveram por base grandes concentrações de escravos desenvolveram tecnologias, tipos de organização de trabalho, tipos de instrumentos e utensílios, que ficaram sem efeito quando vastas lutas sociais acarretaram o fim de grandes impérios despóticos e implantaram regimes baseados em formas de trabalho de âmbito e estrutura familiares. 243 - ... cada técnica não é uma forma estagnada e definitivamente fixada, mas caracteriza-se precisamente pela evolução e pelas mud...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XX

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    Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XX Pgs. 543-564: 456 - Os recursos naturais serão uma limitação futura?   Se compararmos a economia de hoje com a do passado, veremos diversas maneiras pelas quais houve uma melhora no uso de recursos naturais. Os carros modernos são mais econômicos. As casas novas têm melhor isolamento térmico e precisam de menos energia para aquecimento ou refrigeração. Equipamentos mais eficientes desperdiçam menos petróleo durante o processo de extração. A reciclagem permite que alguns recursos não renováveis sejam reutilizados. O desenvolvimento de combustíveis alternativos, como o etanol em vez da gasolina, permite substituir recursos não-renováveis por outros renováveis. (...)  Há 60 anos, alguns conservacionistas estavam preocupados com o uso excessivo de estanho e cobre. Na época, esses metais eram commodities cruciais: o estanho era usado para fabricar recipientes para alimentos e o cobre, para fazer cabos telef...

Angus Maddison - Economia da URSS

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Angus Maddison - Economia da URSS 1 - Maddison parece confiar mais nas revisões da CIA (" O resultado é que temos uma imagem razoável do crescimento soviético, disponível em detalhes tão transparentes que mais refinamentos ou modificações podem facilmente ser feito s"). O texto é de 1998. Sobre a URSS, afirma: " eles exageravam o crescimento e subestimavam a inflação ". ...  As empresas tiveram um incentivo para exagerar o grau em que eles estavam cumprindo os objetivos do plano .  2 - URSS:  Os itens básicos foram vendidos abaixo do custo e o pleno emprego foi garantido .  3 -  Problemas gerenciais foram aumentados por uma preferência por empresas gigantes que produziram deseconomias em vez de economias de escala. 4 - Pouco foco na produtividade e fraca abertura comercial:  Na agricultura, em 1987, havia 500 pessoas empregadas na fazenda soviética média em comparação com pouco mais de 1 nos EUA; na indústria, a empresa soviética média empregava 814 pessoas...

Econ - Textos Variados LVIII

Kate Connelly e Esme Choonara - A Planificação Socialista Pode Funcionar : 299 - Cita as ineficiências do capitalismo. Gastos de tempo e dinheiro com publicidade. Superprodução (exemplifica com as moradias abandonadas dos EUA 2008). Produção de armamentos. Competição na área de saúde em vez de cooperação, etc. Cita também a destruição ecológica. (O consumo improdutivo que demanda serviços prestados por trabalhadores para ricos bestas/ostentação poderia ser outro exemplo). 300 - Acreditam também que vários níveis de gestão e burocracia se tornarão desnecessários e serão abolidos. 301 - A planificação de Stalin não era socialista, era baseada na competição econômica em nível mundial. 302 - Controle de baixo para cima. Mandatos revogáveis, quando estritamente necessários e etc. Também significa que as decisões podem ser mudadas caso se observe que existem melhores maneiras de fazer as coisas ou se surgem novas prioridades.   Kevin Carson - Cálculo Econômico na Sociedade Corpor...

Econ - Tiago e Niemeyer - Condições históricas do planejamento

  Tiago e Niemeyer - Condições históricas do planejamento : 576 - Analogamente, Carr (1947) afirma que tanto o Mundo Ocidental quanto a União Soviética chegaram ao conceito de planning como forma de condução da economia nacional na mesma época, embora por circunstâncias diferentes. 577 - Cada lado, porém, usou fontes diferentes para balizar seus tipo de planejamentos. 578 - Intervenção restringe-se à manipulação de variáveis macroeconômicas, com o objetivo de atingir estabilidade, ou seja, de reduzir a amplitude dos ciclos econômicos. A intervenção é, por isso, uma atividade estatal que não pretende subverter a lógica de alocação dos recursos pelo sistema de preços livres, mas visa apenas criar as condições para que esse mesmo sistema funcione dentro de condições predeterminadas. Por outro lado, essa ação deliberada sobre o mercado não corresponde ao modelo econômico liberal perfeito, com o que se pode argumentar que tanto a intervenção econômica, em sua forma de aparição espec...

Econ - Moisés Wagner Franciscon - Mercado e Iniciativa Privada na URSS III

 (continuação...) 172 -  A economia cinzenta teria um segundo impacto sobre o setor estatal – o da apropriação não apenas de ferramentas para serviços privados ou o desvio de mercadorias para o mercado negro. Também levaria a uma confusão da propriedade estatal com a privada por parte de alguns agentes, em especial os gerentes de lojas. “O que estava envolvido era, por um lado, o gerenciamento privado do capital social das empresas estatais; e, de outro, a apropriação privada dos produtos daquele capital” (LEWIN, 2007, p.449). Ser membro do partido não significava muita coisa. Era mais uma formalidade. Não significava implicações ideológicas. O que realmente importava era a teia de relações pessoais e de blatnoi lubrificando as engrenagens da corrupção e da indiferença. Assim, existe uma ligação entre o sistema estatal descentralizado e a posterior privatização legal empreendida por Gorbachev e Yeltsin. (LEWIN, 2007, p.448-450) . 173 -  Após a morte de Stalin e a consolid...

'Ilana - Teses Pelo Fim do Sistema de Gênero' e 'João Bernardo - Classe'

Ilana - Teses Pelo Fim do Sistema de Gênero: 175 - O mercado é a supressão radical do indivíduo. A característica fundamental do sistema produtor de mercadorias é a submissão da individualidade à universalidade do trabalho abstrato. 176 - Redução das diferenças à identidade de consumidores: O "politicamente correto" é a expressão mais visível, na esfera dos direitos, da tentativa de captura, pela lógica mercantil, da explosão da diferença: todas as formas de discriminação são passíveis da intervenção de um advogado litigante em busca de indenizações. 177 - Abolir gênero, para Ilana, parece ter a ver com a libertação progressiva das amarras da natureza (que parece reconhecer existir): Assim, o desligamento da sexualidade da função puramente reprodutiva, a construção do desejo - esse outro do instinto - a invenção dos laços amorosos, são, todos eles, obra aberta pelo agir próprio do homem. 178 - (Uma hipótese que a ciência poderia pesquisar, creio, é a de que o determinis...

Anton Pannekoek - As Tarefas dos Conselhos Operários (Livro) III

 (continua...) 32 -  Capítulo 5 : Objecções. Ideias do capital  são implantadas pela educação, pela propaganda emitida pela escola, pela igreja, pela imprensa, pela literatura, pela rádio, pelo cinema. 33 - O capitalista acha que só a coação faz alguém trabalhar. Porque se odeia o trabalho no capitalismo, crê que os homens só trabalham se forem de alguma forma subordinados a alguém. Tudo isso exceto uma minoria iluminada, dinâmica e rica. 34 -  Durante toda a história, nunca os que dominavam foram capazes de compreender aquilo de que uma nova classe era capaz; estavam convencidos de que essa classe fracassaria inevitavelmente quando tentasse dirigir os assuntos públicos, sociais e políticos. 35 -  A falta de confiança em si própria, principal ponto fraco da classe operária dos nossos dias, não pode desaparecer totalmente no seio deste regime, o capitalismo, que segrega factores de degradação e de esgotamento. 36 - O argumento dos socialistas (estatais):  O ...

M.R.Jones (PP) - A Experiência dos Comitês de Fábrica na Revolução Russa II

 (continuação...) 511 - Após fevereiro,  um milhão de soldados simplesmente desertou do frente, voltou para suas casas e pegou seu pedaço das terras. (...) A popularidade bolchevique aumentava entre eles porque os soldados pensavam que também queriam a paz. 512 -  Nos dias iniciais da revolução, em fevereiro e março, 30.000 revólveres e 40.000 fuzis desapareceram das reservas militares, e muitos foram parar nas mãos dos trabalhadores. As primeiras milícias operárias foram iniciadas pelos trabalhadores da impressão. (...) Quando, depois das Jornadas de Julho, se fizeram tentativas de desarmamento dos trabalhadores, estes entregaram armas inúteis e conservaram as armas importantes. 513 -  A insurreição que deu o poder aos bolcheviques foi, estritamente falando, o trabalho do Comitê Revolucionário Militar do soviete de Petrogrado. Ainda que só pequenos números estivessem envolvidos ativamente no início, a falta total de oposição a eles, a ausência de apoio para o Govern...