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Mostrando postagens com o rótulo Alienação

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 1 (PARTE "B")

                                                                           Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. (...) 47-72 " CAPÍTULO 1 : "Mais-valia " 32 -  Seria pela reformulação da concepção fichteana de processo que Schelling haveria de desenvolver uma nova síntese. (...)  O homem percorre, pois, uma tensão que vai da sua separação até a sua unificação. Na lógica de Schelling, se a separação é possível, é porque na união ela existia já; e, se a união é possível, é porque a união existia na separação. Deste modo o processo, que na versão fichteana e, depois, na sua historicização hegeliana assumia a forma de uma gênese de sucessivas polaridades, foi concebido por Schelling como o movimento permanente entre dois pólos, que se repõem um no out...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 9

                Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 296-354 " CAPÍTULO 9 : "Karl Marx " A Crítica de Marx à Economia Clássica 243 - Marx: I) a produção econômica não se reduzia a uma série de trocas; II) o capital era uma relação social específica do capitalismo, não dos demais modos. O capital "instrumento de produção" é que é universal. 244 - Só no capitalismo os “instrumentos de produção” e “o trabalho acumulado” eram a fonte de renda e do poder da classe social dominante . Mercadorias, Valor, Valor de Uso e Valor de Troca 245 - O valor de troca era, habitualmente, expresso em termos do preço monetário deuma mercadoria, quer dizer, era expresso em termos da quantidade da mercadoria dinheiro que se poderia obter em troca de uma unidade da mercadoria em questão . 246 - As mercadorias, assim consideradas por Marx, eram definidas como valores. “O trabalho humano está contido nelas. Quando encaradas como cristais deste… (traba...

Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor - Capítulos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8

   Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor Pgs. 1-10: " Prefácio à edição brasileira (Belluzzo) " 1 - É meio que um resumão da coisa toda. Pgs. 11-18: " Introdução e PARTE I - A Teoria de Marx sobre o fetichismo da mercadoria " 2 - Fetichismo da mercadoria: considerar que as trocas partem de propriedades internas das mercadorias e não das relações entre pessoas. (Eu poderia dizer que é só olhar para o valor-de-uso quando todo o sistema é estruturado em torno do valor? Como se as coisas valessem por si mesmas...) Pgs. 19-24: CAPÍTULO 1 : "As bases objetivas do fetichismo da mercadoria " 3 - As coisas ocultam as relações de produção. Enfim, não vi nada muito concreto aqui. Pgs. 25-31: CAPÍTULO 2 : "O processo de produção e sua forma social " 4 - Também não vi nada que me parecesse novo e importante. Pgs. 32-41: CAPÍTULO 3 : "A reificação das relações de produção entre as pessoas e a personificação das coisas " 5 - Dinheiro, ca...

Livro: João Bernardo - Marx Crítico de Marx I - Capítulos 7, 8 e 9

                Livro: João Bernardo - Marx Crítico de Marx - Livro Primeiro  Pgs. 205-219: " CAPÍTULO 7 : "A função do modelo da lei do valor na naturalização da ideologia de Marx " 74 - Coloca que a lei do valor, em Marx, fundamentaria não só o capitalismo, mas toda a história da humanidade. 75 - Nas primeiras páginas, não entendi bem o que ele quer criticar em Marx. Mercadorias não são comparadas sob uma lei? É isso? Quando ele coloca "Balz", seja quem for, pra fundamentar sua crítica à suposta contradição de Marx é que toda coisa fica mais confusa ainda.  76 - Quando ele vai para o primeiro exemplo prático, creio que usa muito de interpretação extensiva pra supor erro em Marx. Pode ser erro do alemão também, mas, se for, eu entendi que Marx disse outra coisa (coisa essa que me parece correta, por sinal, sobre o D-M-D'). Cita, depois, uma alteração de texto, por parte de Marx, realmente esquisita. Não sei nem o que pretendeu (Mar...

Lucas (PP) - À Base de Quê - Pequenas Polêmicas Sobre o Autonomismo

  Lucas (PP) - À Base de Quê - Pequenas Polêmicas Sobre o Autonomismo : 475 -   Treta esquisita: Parecia que alguns companheiros autonomistas esgrimiam argumentos autogestionários para explicar que, na realidade, aquele espaço não respondia à assembleia como instância máxima de decisão dos estudantes, mas se tratava de propriedade da comissão que o gestionava. 476 - Muitas vezes, companheiras ou companheiros que têm uma visão de mundo muito diferente das nossas acabam sendo os mais próximos e os mais empenhados nas construções cotidianas, na faculdade, no local de trabalho, no bairro, nos espaços onde o cotidiano é o último critério de verdade. Da mesma forma, indivíduos com quem compartilhamos ideais podem se mostrar os menos prestativos para as tarefas do dia a dia. 477 - A iniciativa da auto-organização nunca é ingênua, nunca é pura, sempre está encarnada em um sujeito e seus pressupostos. Por isso, mesmo quando a auto-organização não vem impulsionada por uma organiza...

Filosofia - Textos Diversos LXX (Sérgio Lessa)

 (continuação...) 530 - Lessa vai dizer que  se a ideologia fosse sempre e necessariamente a falsa consciência, a “verdadeira” consciência apenas poderia ser a ciência. Deste modo, por uma vertente absolutamente inesperada, terminaríamos na tese, claramente burguesa, da ciência como conhecimento neutro, acima das classes e dos valores, com todos os problemas que advêm de tal posição . (Discordo. Uma verdadeira consciência está sim articulada à ciência. Não no capitalismo, claro. Porém, a ciência, como melhor método que conhecemos para conhecer, que entrega, ao que parece, os melhores resultados e avanços, deve ser nossa via para o conhecimento verdadeiro mesmo. Ideologia só atrapalharia, até porque é falsa consciência. Isso não se dar assim, na nossa sociedade, é outra história). 531 - Problemas:  toda objetivação põe em ação séries causais cujos desdobramentos futuros não podem ser previstos de modo absoluto, já que ainda não aconteceram . Nessas, a física nuclear vira b...

Palestra de José Paulo Netto - O Método em Marx II

 (continuação...) -         A essência humana, em Marx, é um conjunto de possibilidades.   -         Em Hegel, toda objetivação é uma alienação. Em Marx, alienação ganha conteúdo crítico-valorativo. É aquilo que vai contra a essência humana.   -         O contrário da igualdade é a desigualdade, não a diferença. Os homens são diferentes. Todos podem se desenvolver. Marx e Goethe partilhavam desse mesmo humanismo. O homem mais limitado pode se desenvolver ilimitadamente.     Aula 3   -         Ideologia: representações ideais que não se reconhecem como produtos de condições sociais historicamente determinadas. Ou seja, expressa-se uma falsa consciência que se auto-legitima. Não é necessariamente um erro, É construção de representação marcada por interesses que não são reconhecidos como tais.   -    ...

Marxistas - Textos Diversos XCVIII

Trotsky - Os Estados Unidos Após a Crise de 1929 : 1633 - A crise de 1929-1933 e a evolução ulterior forneceram confirmação abundante do bem fundado desta apreciação. No país mais rico do mundo, a renda total dos trabalhadores da indústria e da agricultura foi literalmente amputada pela metade entre 1929 e 1932. De dois milhões, o número de desempregados elevou-se a 18 ou 20 milhões. A produção de aço foi reduzida a menos de 20% da sua capacidade. As exportações, que ultrapassavam os cinco bilhões de dólares, mal chegavam a 1,5 bilhão; as importações passaram de quatro bilhões e meio para cerca de um bilhão. Depois de 4.600 falências bancárias em três anos, todos os bancos do país fecharam seus guichês em março de 1933 no apogeu da crise financeira. 1634 - Roosevelt socorreu, com recursos estatais, empresas bancárias e comerciais, restringiu a concorrência e favoreceu o capitalismo de monopólios. O sistema de aposentadoria e o seguro-desemprego visam à desmobilização, coloca. 1...