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YT - Humberto Matos - Vídeos Variados I

  CONHEÇA OS NEO-FEUDALISTAS: FUJA DO ANARCO-CAPITALISMO | O QUE DEFENDE A JUVENTUDE NEO-LIBERAL? 1 - Imperativo categórico e conhecimentos supostamente a priori. 2 - Basicamente, diz que seria a imposição da força pelos grupos privados mais fortes. A volta do feudalismo e das relações servis.  3 - O corpo não é "sua propriedade", ele é você. Não podemos nos desfazer do nosso corpo. Ele não é "meu". Ele sou eu. Não é alienável. Vender um rim é se mutilar.  4 - Privatizar uma área também é necessariamente um ato de violência, salvo se consensual. Sequer acredita que exista uma ética natural. A própria manutenção da propriedade depende da força. 5 - O monopólio do uso da força para garantir a propriedade privada demanda impostos. Não dá para descolar uma coisa da outra. 6 - Coloca que os capitalistas financiam bobagens sem pé nem cabeça para conseguir redução do Estado mediante ameaça de total extinção do mesmo (começando pela parte "social"). O objetivo é a...

Direitistas - Textos Diversos XXVII (Rothbard)

  Rothbard - A Estratégia da Liberdade : 289 - Os meios não podem contradizer os fins. E o gradualismo é roubar menos. A ele, Rothbard também se opõe. Dicas dele: sempre exponham o objetivo supremo da liberdade como o fim desejado do processo transitório; e nunca dêem passos, ou usem meios, que explicita ou implicitamente contradigam o objetivo . 290 - É pra cortar e diminuir tudo o que for possível no maior nível que for possível e o mais rápido possível. O gradualismo pode ser muito cômodo, coloca. 291 - Concorda com as análises marxistas sobre a necessidade de estarem presentes as condições objetivas e subjetivas e com a crítica ao oportunismo de direita e sectarismo de esquerda. 292 - Uma economia industrial moderna requer uma ampla rede de trocas de livre-mercado e a divisão do trabalho, uma rede que só pode florescer com a liberdade. Dado o comprometimento das massas humanas a esta economia industrial e aos padrões de vida modernos que necessitam desta indústria, entã...

Direitistas - Textos Diversos XXVI

  Robert LeFevre - Abstenha-se dos Feijões (e Entrevista Com Rothbard) : 271 - Há apenas uma posição realmente moral para uma pessoa moral tomar. Ela precisa se abster de coagir seus semelhantes. Isso significa que ela precisa se recusar a participar do processo por meio do qual alguns homens obtêm poder sobre os outros . O autor propõe que libertários se abstenham das eleições. Seria dizer que alguém pode coagir outrem. 272 - Rothbard crê que essa discussão só seria interessante se houvesse um movimento nacional de alguns milhões, que pudesse crescer e tal, pregando tal coisa. 273 - Coloca que se abster é partir do pressuposto de que votar é “apoiar” o Estado, o que é falso. As pessoas estão numa posição de coerção. Votem ou não, o Estado vai “agredi-las”. Cabe a gente tentar usar isso a nosso favor, diz. 274 - Afirma que mesmo o não-votante tem alguma preferência quando os votos estão sendo contados.   Roberto Cavalcanti - Pelo Direito Natural ao Preconceito, C...

Direitistas - Textos Diversos XX - O Pensamento Anarquista (Luiz do Ó)

Luiz Eduardo do Ó - O Pensamento Anarquista : 172 - Kant e as antinomias. Fourier e depois Proudhon se apropriam disso. Não é uma formulação que traz contradição lógica. Apenas traz aspectos positivos e negativos de uma mesma coisa. São dois modos diferentes de observar o mesmo fenômeno. Não há contradição, seguindo este raciocínio, ao se afirmar que seres humanos têm e não têm livre arbítrio. (Diz Kant) 173 - Assim, Proudhon propõe uma síntese entre comunismo e propriedade, que agora não seria um roubo. Ficava submetido ao direito de posse. Resumidamente, portanto, sem uso e ocupação? Nada feito. … ele não se opõe a propriedade privada per se, mas apenas aos títulos de propriedade observados no sistema capitalista vigente (por não atenderem ao seu critério de posse). Mesmo a herança é válida. 174 - Luiz coloca que um tributo não é uma contribuição voluntária, o que já torna o Estado injusto. Thoreau parece ter descoberto isso ao ter ousado deixar de pagar seus impostos por quest...

Direitistas - Textos Diversos XV - Propriedade e Privatização Libertárias - Um Paradigma Alternativo (Kevin Carson)

  Kevin Carson - Propriedade e Privatização Libertárias - Um Paradigma Alternativo : 116 - Um tal de Hobbs propõe que meio que só exista a posse: Ele apresentou como exemplos históricos desse tipo de propriedade direitos públicos às vias ou os direitos dos comuns sobre campos, poços ou bosques. 117 - Critica que se pense, após o colapso estatal, apenas na manutenção do capitalismo corporativo. De grandes corporações privatizadas e tal. Diz que é simplesmente a presente economia corporativista menos o estado regulatório e de bem-estar . 118 - Liberdade significa o direito de moldar as próprias instituições. Se opõe ao direito dessas instituições te moldarem simplesmente por conta do poder estabelecido ou do status gerontológico. 119 - As propriedades privadas: Muitas dessas propriedades são roubadas. Muitas têm títulos dúbios. Todas estão profundamente entrelaçadas com um estado imoral e coercitivo que amparou, se desenvolveu e lucrou com a escravidão, explorou e se expandiu...

Direitistas - Textos Diversos XIII - Monopólio da Terra (Kevin Carson)

(continuação...) 101 - Mutualistas:  O ocupante atual é considerado o dono de uma extensão de terra, e qualquer tentativa de coletar aluguel por um auto-intitulado senhor de terras é tomado como uma invasão violenta do direito absoluto de propriedade do atual posseiro. 102 -  Murray Rothbard, por exemplo, mostrou a ilegitimidade da maioria da apropriação histórica de terras, mesmo para padrões Lockeanos: Como um título individual a fatores dados pela natureza será determinado? Se Colombo desce em um novo continente, é legítimo ele proclamar todo o continente seu, ou apenas aquele setor “tão longínquo quanto seu olho pode enxergar”? Claramente, esse não seria o caso na sociedade livre que estamos postulando. Colombo ou Crusoé teriam que usar a terra, “cultiva-la” de alguma forma, antes de ter direito a possuí-la... Se há mais terra que pode ser usada por uma oferta limitada de trabalho, logo a terra desocupada deve simplesmente continuar vaga até um primeiro utilizador chega em...

Direitistas - Textos Diversos XII - Monopólio da Terra (Kevin Carson)

  Kevin Carson - Monopólio da Terra: 94 - A acumulação primitiva descrita no capítulo anterior foi apenas um exemplo de um fenômeno histórico geral: assim como os Georgistas Oppenheimer e Nock mostraram, o Estado tem, ao longo da história, feito a exploração possível controlando acesso a terra. O último, se referindo a franca perspectiva de classe de Wakesfield em relação ao monopólio da terra, comentou que a “exploração econômica é impraticável até a expropriação da terra ter sido conduzida” [4]. A rápida pesquisa de Henry George, em Progresso e Pobreza, sobre a invasão das classes dominantes na terra do campesinato, é uma boa introdução. A história de Lívio da república Romana, por exemplo, é dominada pelo conflito entre os plebeus e os senhores de terra patrícios. As grandes propriedades da aristocracia foram entalhadas do domínio público, originalmente propriedade comum de todo o povo Romano. 95 - O sistema de títulos de terra na Europa medieval foi estabelecido, da mesma f...

Direitistas - Textos Diversos X - Justiça Agrária - Fundamentos de Uma Reforma Liberal

  Justiça Agrária - Fundamentos de Uma Reforma Liberal: 80 - Até para Thomas Paine e o georgismo, o direito de propriedade sobre a terra é diferente dos demais. Os recursos naturais são propriedades comuns. Sua apropriação privada é meio que um presente do “público”. Essa visão radical sobre a terra culminou, e talvez tenha encontrado mais influência, com o georgismo, o movimento que pode ser traçado até a figura do economista político Henry George. Ele defendia o single tax [tributo único] sobre a terra, com o argumento de que um aumento da população na comunidade aumenta a demanda por terra, de forma que o proprietário tem um aumento no “valor natural da terra” que não é advindo do trabalho e que é obtido às expensas daqueles que não têm acesso a terra pela posse que foi conferida ao proprietário. Milton Friedman até simpatiza com isso, afirma. 81 - … Mesmo Locke via a terra como originalmente uma propriedade comum (e não “de ninguém”). Por isso criava obrigações para os apro...

Direitistas - Textos Diversos VIII

             Hoppe - Democracia - O Deus Que Falhou: 56 - Afirma que governantes são zeladores temporários e não se preocupam em deixar uma boa herança, como fazem os reis, que trata a “coisa” como sua. 57 - Diz que um rei pode acabar sendo decente (e se for louco será morto), mas um político nunca. Contrastando agudamente com essa situação, a seleção de governantes através de eleições populares torna praticamente impossível que uma pessoa inofensiva e decente chegue ao topo. Presidentes e primeiros-ministros conseguem conquistar suas posições por causa de sua eficiência em serem demagogos moralmente desinibidos. Assim, a democracia praticamente garante que apenas os homens perigosos chegarão ao topo dos governos. 58 - Coloca que a democracia leva os governos a focar no presente e na infantilização da sociedade, que terá tudo o que ela quer, desconhecendo que o que constrói riqueza é trabalho e poupança. 59 - Propõe a...

Direitistas - Textos Diversos III - A Ética e a Economia da Propriedade Privada (Hoppe)

 (continuação...)   30,5 - Extra: Na seção de comentários do site da “Mises Brasil” há um aprofundamento filosófico sobre o assunto:   Daniel Ribeiro  07/01/2016 20:19 Bom artigo, amigo. Permita-me discordar de uns pontos. O pensamento do Mises, no qual se baseia os argumentos de Hülsmann e Hans-Hermann Hoppe, é baseado no idealismo de Kant e nos conceitos utilizados por este - principalmente o de "a priori". Estas ideias do velho Kant já foram questionadas e colocadas abaixo por uma legião de filósofos que o sucederam - inclusive por filósofos considerados idealistas como Hegel. Pra começar, não existe "a priori" de nada. Nenhuma categoria humana é apriorística. Nem o espaço e o tempo (veja teoria da relatividade), nem o princípio de causalidade, nem nada. Mesmo a razão, que é a "luz natural que nos guia", é um construto histórico. Isso não significa dizer que ela seja relativa ou que não sirva como meio seguro para nos conduzir; apenas indica que ela vai...

Direitistas - Textos Diversos II - A Ética e a Economia da Propriedade Privada (Hoppe)

  Hoppe - A Ética e a Economia da Propriedade Privada : 17 - Traz a regra social de ouro. Segundo ele: cada um é dono de seu próprio corpo físico, bem como de todos os lugares e bens da natureza que ele ocupe e coloque em uso através de seu corpo, desde que ninguém mais já tenha ocupado ou utilizado esses mesmos bens e lugares antes dele . (eu discordo já aí, mas beleza). 18 - Coloca que a partir do momento que se sabe que uma regra moral não pode defender que A é dono do corpo de B (já que as regras morais têm que ser universalmente válidas a todos os racionais), está criada a “propriedade privada” que impossibilitaria as “co-propriedades”. Por que? Pensa que explica, mas não explica. Afinal, os seres humanos podem se organizar da melhor forma que decidirem e quiserem. 19 - Joga alguns argumentos bem toscos, como o de que se uma pessoa não tiver direito de propriedade sobre outras coisas, ela morrerá. Até é verdade, por não poder trabalhar, mas não o “direito de propriedade ...