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Mostrando postagens com o rótulo Moratória

Livro: Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Capítulos 6 a 9

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                                  Livro:  Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Paternalismo Versus Produtividade (2007) Pgs. 89-103 " CAPÍTULO 6 : "Os equívocos sobre o modelo argentino " 32 - Argentina e moratória segundo Giambiagi:  Se a Argentina teve um excelente desempenho depois de 2002 não foi apenas pelas políticas implementadas desde então, mas também pela intensidade das perdas que os credores sofreram com a moratória e que diminuiu de maneira drástica as relações dívida externa/PIB e dívida pública/PIB . Moratória que, por sinal, antecedeu os Kirchner. Tornou-se inevitável. 33 - Coloca que o "calote" no Brasil prejudicaria a classe média e que possivelmente o STF daria ganho de causa aos credores. A dívida é interna.  34 - Coloca que a Argentina de Kirchner tinha superávit fiscal nominal (creio que a moratória tenha ajudado muito nesse aspecto), algo que eu não sab...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 3

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                   Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI SEGUNDA PARTE - A DINÂMICA DA RELAÇÃO CAPITAL/ RENDA Pgs. 138-174 " CAPÍTULO 3 : "As metamorfoses do capital " 107 - Século XIX: os tempos de Austen e Balzac.  O patrimônio parecia existir para gerar rendas de propriedade, ou seja, rendas seguras e regulares para quem o possuía, sobretudo na forma de terras ou de títulos da dívida pública. 108 - ...São naturezas diferentes porém. Dívida não é bem riqueza nacional, terra é.  A dívida pública não é nada mais do que um crédito de uma parte do país (aqueles que recebem os juros) junto a outra (aqueles que pagam os impostos): deve-se, portanto, excluí-la da riqueza nacional e incluí-la na riqueza privada . (...)  Embora a dívida pública neste início de século XXI ainda esteja longe de ter retornado aos níveis astronômicos do início do século XIX, ao menos no Reino Unido, ela está muito próxima dos picos histórico...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 14

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                                Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 295-326 " CAPÍTULO 14 : "A ÓPERA DOS TRÊS CRUZADOS, 1985-1990 " 335 - Texto de Eduardo Marco Modiano.  A inflação brasileira parecia ter propriedades específicas e uma dinâmica própria, resistindo às pressões deflacionárias da recessão e do desemprego . (...) O primeiro grande salto da inflação ocorreu em fins de 1979. O segundo choque do petróleo, a política interna de fixação de “preços realistas” e o simultâneo aumento da frequência dos reajustes salariais de anual para semestral, dobraram a taxa de inflação, que passou de 50% para 100% ao ano. O segundo grande salto da taxa de inflação aconteceu em 1983, impulsionado por uma maxidesvalorização de 30% do cruzeiro em fevereiro.2 Foi, então, alcançado o patamar de 200% ao ano . Passam a ganhar atenção as teorias de inflação inercial: 336 - ... E...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 9

                             Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 195-212 " CAPÍTULO 9 : "INFLAÇÃO, ESTAGNAÇÃO E RUPTURA, 1961-1964 " 214 - Texto de Mário M. C. Mesquita.  A rotação no comando da política econômica contribuiu para a perda progressiva do controle sobre a inflação e outras variáveis macroeconômicas . 215 - Governo Jânio: ... Mais importante, os partidos que o apoiaram na campanha, liderados pela União Democrática Nacional (UDN), com a qual Quadros não tinha relacionamento fácil, eram francamente minoritários no Congresso. O governo Quadros foi, em suma, politicamente frágil desde seu início. 216 - O cenário econômico era complicado: A inflação medida pelo deflator implícito do PIB, que tinha sido de 11,8% em 1955, acelerou para 25,4% em 1960. O balanço de pagamentos mostrava déficits insustentáveis, e o país, em período de forte expansão do comérc...