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Mostrando postagens com o rótulo Positivismo

Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx

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                                                                                                                                                     Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx Pgs. 1-16 " INTRODUÇÃO (*NOTA DO TRADUTOR) " 1 - Esse livro será curioso. Edição de 1937. Vou ler nesse português "arcaico" mesmo. Creio que vou ler também os apêndices ao final do livro. Ou seja, até a página 272. A introdução - espécie de prefácio - foi escrita pelo tradutor Nogueira de Paula, "cathedrático da universidade do Brasil". Inicia elogiando Pareto e Marx. Mais Pareto do que Marx...- 2 - Afirma q...

Econ - Textos Variados XLVI

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  DADOS Comparativos Sobre a Riqueza e Pobreza dos Países - Séculos XIX e XX : 73 - É só isto aqui: 74 - Interessante observar que mesmo no início do capitalismo a distância já era gigante. Danilo Araújo Fernandes, Paulo Gala, José Márcio Rego - Respostas a Uma Crítica Marxista: 75 - Outro texto que deveria estar em “Filosofia”, por mais que sejam economistas discutindo. Os autores acusam Leda Paulani de ter recortado/distorcido o projeto habermasiano.  Habermas se propõe, ele mesmo, a aprofundar sua crítica no sentido da construção de uma nova perspectiva filosófica com o intuito de substituir o princípio subjetivista da modernidade (ainda presente em Hegel e Marx) por uma teoria da ação comunicativa assentada em bases intersubjetivas e não em princípios de racionalidade estritamente subjetivistas e instrumentais. 76 - Afirma que os críticos aos retoricistas ignoram a virada linguística na filosofia e o papel da linguagem.  Neste sentido, para nós, Paulani parece não co...

Filosofia - Textos Diversos LXVI

  Pragmatismo : 464 - Uma tese   como pragmatismo de William James defende que quaisquer que sejam as teses o seu método consiste em perguntar que efeitos práticos decorrem de quaisquer delas . (Nisso ele está certo). 465 - Associa muito a utilidade que a questão pode ter na prática cotidiana. Aí vale alguma especulação. 466 - Explica muito pouco.   Raul Landin Filho - Descartes e o Destino da Revolução Racionalista : 467 - Filosofia como árvore cujo tronco é a física; as raízes a metafísica; e os ramos e galhos são as ciências. O projeto cartesiano a coloca, portanto, como fundamento unificador dos saberes. Deve-se saber que algo é verdadeiro, deve-se ter um ponto seguro. Filosofia entra/entraria aí. 468 - Descartes, no seu ato radical de duvidar de tudo, inclusive se a própria razão não poderia nos enganar (acho que aqui que entra aquela história de poder ter sido implantada por um gênio maligno), só consegue chegar a uma certeza inicial: Eu penso. Só o at...

Filosofia - Textos Diversos LXII - Positivismo

(continuação...) 430 - Características de Comte preservadas pelo Círculo de Viena segundo Giddens:  A reconstituição da história como a realização do espírito positivo [...]. A fase positiva do pensamento não é transitória. 2. A dissolução final da metafísica, intimamente ligada à idéia da supressão da própria Filosofia [...]. As questões postuladas pela Filosofia metafísica são destituídas de conteúdo. 3. A existência de um limite claro e definível entre o factual, ou o ‘observável’, e o imaginário, ou ‘fictício’. [...] Comte adota o ponto de vista do empiricismo [...]. 4. O ‘relativismo’ do conhecimento humano. [...] A ciência [...] não pretende essências ou causas finais. O conhecimento científico não é nunca ‘acabado’, mas constantemente aberto à modificação e melhoria. 5. O laço integral entre a ciência e o progresso moral e material da humanidade. 431 - Russel e Wittgenstein também influenciaram o Círculo. 432 - Carnap flexibilizou o rigor do Círculo que, inicialmente, só ace...

Filosofia - Textos Diversos LXI - Positivismo

  Positivismo : 415 - Por outro lado, de Durkheim utilizo As Regras do Método Sociológico, publicado originalmente em 1895, em especial os capítulos onde ele explicita e discute sua concepção de "fato social" e as "regras" para sua observação, que, no meu entendimento, são centrais para a melhor compreensão do método sociológico. 416 - Trata dos três estágios de Comte, que eu já fichei em outro texto. 417 - Positivo para Comte: o real à imaginação, o útil ao inútil, a ordem à insegurança, o preciso ao vago, o relativo ao absoluto, a observação e a experimentação à especulação. 418 - Não se trata, aí, de achar as causas das leis naturais: Pretendemos somente analisar com exatidão as circunstâncias de sua produção e vinculá-las umas às outras, mediante relações normais de sucessão e de similitude. Parece aceitar causalidade, mas não causas primeiras ou finais. 419 - A teoria serviria apenas para os fatos não passarem despercebidos, para fixá-los. 420 - Cla...

Filosofia - Textos Diversos L - Sobre o Significado Político do Positivismo Lógico

  Marcos Barbosa de Oliveira - Sobre o Significado Político do Positivismo Lógico : 218 - Devido à influência, por um lado, do Materialismo e empirio-criticismo de Lênin, por outro, da crítica dos frankfurtianos, o positivismo lógico, aqui no Brasil e em outras partes do mundo foi tradicionalmente visto pela esquerda como uma filosofia conservadora, ou mesmo reacionária. 219 - Lowy coloca em seu livro “Aventuras de Karl Marx…” que o positivismo de Condorcet e Saint Simon, que era uma utopia crítico-revolucionária anti-absolutista acabou por se tornar, com Comte e Durkheim, uma ideologia conservadora e da ordem. 220 - Popper rejeita o termo positivista. Há confluências e divergências, afirma o autor. O livro de Lowy critica Popper na primeira seção como se fosse um positivista. 221 - Opinião de Marcos: Esquematicamente: o positivismo começa sendo de esquerda, com Condorcet e Saint-Simon, vira para a direita com Comte, Durkheim e muitos outros, volta à esquerda com o positiv...

Filosofia - Textos Diversos XLVIII

  Maestri - A Linguagem Escravizada : 178 - A língua não é neutra. Por além das aparências, os signos lingüísticos, profundamente determinados pelos conteúdos sociais que os engendraram, ao perseverarem através da história, assumem inevitavelmente novos conteúdos e determinações, permanecendo, entretanto, mais ou menos prenhes dos sentidos ensejados pelas realidades sociais que os produziram, mesmo quando estas últimas foram definitivamente superadas.   Cita o exemplo do machismo na língua. Dá até mais exemplos do que eu imaginava. 179 - O mundo feudal cristão de então retomara as visões platônicas e aristotélicas apologéticas de que as pretensas qualidades sub-humanas de povos incivis – viver como animas; não ter governo; não ter razão; praticar a antropofagia, etc. – justificavam sua escravização, devido suas pretensas essências sub-humanas. Para Gândovo, o feitoramento do americano era questão que não merecia discussão ou explicação. Como lembrava Marx, naturalização ...

Filosofia - Textos Diversos XLVII

  Lilia Trajano - Durkheim : 156 - O princípio da causalidade nos fenômenos sociais: não como uma necessidade racional, mas unicamente como um postulado empírico, produto de uma indução legítima . 157 - Definir a coisa sob a qual se estuda é o papel um do sociólogo. É fato social, toda a maneira de fazer suscetível de exercer sobre os indivíduos   uma coerção exterior que é geral no âmbito de uma dada sociedade tendo, ao mesmo tempo uma existência própria, independente das suas manifestações individuais. É o objeto da sociologia, pois nem todos os fatos são sociais. 158 -   Mostramos que um fato social só pode ser explicado por outro fato social, como disse a pouco sobre a questão da guerra, e simultaneamente mostramos como este tipo de explicação é   possível, situando no meio social interno o motor principal da evolução colectiva. 159 - Durkheim deduz uma ideia que conservou durante toda a vida e que se encontra assim no centro de toda a sua sociologia, a ...

Filosofia - Textos Diversos XXXIX - J. Chasin - Método Dialético

 (continuação...) 654 - A parte sobre concreção é muito difícil de entender o que ele quer dizer. Não é tão claro quanto em outras partes. 655 -  Vulgarmente a palavra praxis é entendida como a prática imediata empírica. Resultado: se eu testo uma teoria, se eu monto uma teoria e testo pela prática, se empiricamente dá resultados positivos ela é verdadeira. Se empiricamente ela dá resultados negativos ela é falsa. Isto não é dialética, isto é pragmatismo.  Ex: Eu posso estar certo perdendo as eleições e posso estar errado ganhando. 656 - Dialética:  Ela não satisfaz em recolher pura e simplesmente algumas evidências empíricas, externas à construção teórica. Exemplo: ela toma uma teoria, que não é algo entendido como hipótese, (na dialética a teoria não é hipótese de explicação, ela subentende que é a reprodução conceitual do real) através dela, a realidade terá que se comportar provavelmente de um jeito ou de outro. Seja qual for o comportamento desta realidade, se a...

Filosofia - Textos Diversos XXXVII - J. Chasin - Método Dialético

  J. Chasin - Método Dialético : 630 - Se a dialética trata da coisa em si e o positivismo recusa, evita tratar da coisa em si, nós estamos com dois troncos diametralmente distintos. Sujeito ilimitado que pode conhecer a totalidade do objeto. 631 - Assim como é o coletivo (classes sociais) que fazem a história, o sujeito do conhecimento também é coletivo. 632 - Crítica da intersubjetividade como árbitro do conhecimento (diz Chasin que foi Hegel criticando Kant): Se o verde me parece vermelho e se a todos o verde parece vermelho, o verde passa a ser objetivamente vermelho. Isto mostra que a intersubjetividade consolida o equívoco. Diz que, em Kant, a subjetividade organiza a objetividade. Porém, para Hegel… A objetividade é realmente uma subordinação da subjetividade. A objetividade implica na regência objetiva sobre a subjetiva. Como o conhecimento do método dialético subentende o objeto regendo a cognição, enfim o primado gnoseológico está no objeto não no sujeito, ainda que o ...