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Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Prólogo e Capítulos 1 e 2

                                                  Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 1-16 " Agradecimentos, Prólogo e Interlúdio " 1 - Chang coloca que a economia nunca será uma ciência como a física ou química. As teorias econômicas constantemente demonstram que não conseguem prever os acontecimentos do mundo real, mesmo nas áreas em que se concentram, sobretudo porque os seres humanos têm vontade própria, ao contrário das moléculas químicas ou dos objetos físicos . Pgs. 17-26 PRIMEIRA PARTE - Acostume-se " CAPÍTULO 1 : "A vida, o universo e tudo mais -  O QUE É A ECONOMIA? " 2 -  Robert Lucas, ganhador do prêmio Nobel de economia de 1995, havia declarado em 2003 que o “problema de prevenção da depressão foi resolvido” (...). John Kenneth Galbraith (1908- 2006) ... disse certa vez, fazendo blague, que “a única função das previ...

Livro: Fernando Carvalho ... and Sicsu - Economia Monetária e Financeira - Capítulos 11 e 12

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                                                                                                                                 Livro: Fernando Carvalho, Luiz Fernando De Paula and Joao Sicsu - Economia Monetária e Financeira (2007) Pgs. 151-168 " CAPÍTULO 11 : "O REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO " 133 -  Nova Zelândia (1990), Canadá (1991), Reino Unido (1992), Finlândia (1993), Suécia (1993), Austrália (1993), entre outros, foram os primeiros países desenvolvidos que adotaram o regime de metas inflacionárias. Os países em desenvolvimento que adotaram tal regime foram: Chile (1991), Israel (1992), Polônia (1998), República Tcheca (1998), Colômbia (1999) e México...

Livro: Fernando Carvalho ... and Sicsu - Economia Monetária e Financeira - Capítulo 10

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                                                                                                                                Livro: Fernando Carvalho, Luiz Fernando De Paula and Joao Sicsu - Economia Monetária e Financeira (2007) Pgs. 137-150 " CAPÍTULO 10 : "A TEORIA DA POLÍTICA MONETÁRIA NOVO-CLÁSSICA " 118 -  Robert Lucas, que ganhou o Prêmio Nobel em 1995,Thomas Sargent e Neil Wallace promoveram uma nova revolução já no final da década de 1970 . Contra Friedman, a pendenga era só relativa ao tipo de expectativas. Em vez de "adaptativas", racionais. Os agentes ... não formam expectativas olhando unicamente para trás (backward-looking), mas também olham para...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 17 - "PARTE B"

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                        Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 655-672 " (...) "   A Escola Austríaca e a Escola de Chicago   521 -  Embora a primeira geração de discípulos de Menger incluísse tanto reformadores sociais quanto conservadores, a natureza ultraconservadora da escola austríaca é descrita mais adequadamente como o produto de dois pensadores da segunda geração de discípulos de Menger, Ludwig von Mises e Friederich A. Hayek.  Ensinaram na Universidade de Chicago e foram, portanto, influência.  De modo geral os austríacos defendem uma abordagem racionalista à teoria econômica, enquanto Milton Friedman e seus seguidores defendam a abordagem empírica. 522 - ... Eles sustentam que sua “análise é isenta (tanto quanto possível) de nossos valores pessoais”.  Num livro didático muito utilizado e escrito sob a ótica dos austríacos e de Chicago, Armen Alchian e William Allen dec...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIX

       Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIX Pgs. 522-534: 515 - O capítulo 27 é sobre história da macroeconomia. " Epílogo: a história da macroeconomia ". Inicia colocando que Keynes confidenciou a um amigo que acreditava estar escrevendo um livro que revolucionaria o pensamento econômico. A Teoria geral ofereceu uma interpretação dos acontecimentos, uma estrutura intelectual e um argumento claro a favor da intervenção governamental . 516 - ...Foi o primeiro a tratar de consumo, renda e multiplicador, com os choques de demanda amplificando alterações no produto, especialmente no curto prazo. Tratou, ainda da " preferência pela liquidez (o termo que Keynes utilizou para a demanda por moeda), que explica como a política monetária pode afetar as taxas de juros e a demanda agregada ". Por fim, enfatizou " a importância das expectativas ao afetar o consumo e o investimento; a ideia de que o instinto animal (alterações das expectati...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte IX

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           Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte IX Pgs. 165-182: 168 - O capítulo 9 é sobre "Inflação, atividade econômica e crescimento da moeda nominal". A meu ver, seu início é simplesmente "dessimplificar" o retorno constante do trabalho no produto. Okun fez lá a regressão dele e achou a seguinte relação: ut - ut - 1 = -0,4 (gyt - 3%).  O crescimento anual do produto deve ser de, no mínimo, 3% para impedir que a taxa de desemprego aumente. Isso se deve a dois fatores que não consideramos até agora: o crescimento da força de trabalho e o crescimento da produtividade do trabalho  ...  Para manter uma taxa de desemprego constante, o emprego deve crescer na mesma taxa que a força de trabalho. Suponhamos que a força de trabalho cresça 1,7% ao ano; então, o emprego deve crescer 1,7% ao ano. Se, além disso, a produtividade do trabalho — produto por trabalhador — crescer 1,3% ao ano, isso implica que o produto deve...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XXX

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                 Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XXX Pgs. 813-823: 598 - O capítulo 33 se chama "macroeconomia: eventos e ideias". É quase HPE. Inicia colocando que a teoria clássica do nível de preços intuía sim - muitos dos economistas - que a moeda não era exatamente neutra no curto prazo. Porém, achavam que os efeitos de tal não-neutralidade não eram significativos/relevantes. Eram céticos quanto à possibilidade de mudanças no produto agregado mesmo no curto prazo. Achavam que mudava o nível de preços sem que se fizesse quase nada pelo "produto agregado".  599 - Krugman traz dados de que os EUA eram 35 a 40% agricultura e 15 a 20% manufatura-mineração entre 1840 e 1860. Já nos quarenta anos seguintes, as curvas se moverão em sentido contrário e irão quase que inverter a mencionada proporção em 1900. A economia predominantemente agrícola tem poucos choques de demanda e muitos de oferta. Assim, os...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte I

  Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte I Pgs. 1-22: 1 - Devo anotar bem menos que no de Mankiw já que não quero ser redundante.  2 - O capítulo 1 é "o que é economia?". Krugman lembra que não há incentivos para que indivíduo ou uma família opte por preservas uma área verde sendo que há alguma incorporadora oferecendo grana pra, depois, desmatar e construir. Como, socialmente, uma comunidade tem interesse na preservação de áreas do tipo, diversas prefeituras dos EUA têm adotado uma política de comprar e preservar. 3 - O custo de fazer uma universidade não é só moradia/transporte ou gasto com alojamento extra. É também a renda que a pessoa estaria ganhando em um emprego de menor escolaridade durante o período. É ver se o benefício compensa.  4 - Krugman cita um estudo de Fryer Jr. sobre incentivos na educação usando pagamentos em dinheiro para os alunos. Em Nova York, foram pagos pelos resultados em testes. Em Washington DC foram pagos por cu...