Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Racismo científico

YT - A Evolução da Maldade - Adolf Hitler (History Channel)

  A Evolução da Maldade - Adolf Hitler 1 - Não sou muito fã das patacoadas do History, mas fiquei curioso para ver esse documentário. 2 - Hitler discursou dez minutos na rádio quando os soviéticos estavam chegando. Era obrigação alemã resistir até a total ruína. Comenta-se que, para ele, morrer significava que a Alemanha também tinha que morrer. Não havia rendição. 3 - Coloca que Hitler era surrado pelo pai bêbado quando guri. A mãe às vezes se jogava na frente às vezes e o adorava. Quando jovem, teve um professor de História entusiasta do nacionalismo alemão. 4 - A morte da mãe (Cãncer) e a dupla rejeição na Academia de Arte em Viena o desolaram. Tudo na mesma época. Depressão. Ficou um tempo num abrigo para sem tetos. Disse que isso o tornou forte. 5 - Anticomunista desde sempre, gostava porém da ação direta violenta de parte dos comunistas. 6 - Aos 21 anos de idade já tinha ódio aos judeus.  7 - Hitler ficou empolgadíssimo com a I Guerra e se alistou imediatamente. Foi mens...

Site Voyager - As Falácias de Narloch

  Site Voyager - As Falácias de Narloch : 173 -  Omite que a alforria ocorria principalmente entre os cativos domésticos e das cidades. Omite que para a imensa maioria dos escravizados nos trabalhos agrícolas, a libertação estava fora do horizonte de possibilidades . Despreza também a luta dos escravizados na abolição. 174 - Thomas Jefferson possuía escravos quando falava em liberdade, mas sobre Zumbi não há provas:  mais importante ainda é o reconhecimento de que não há suporte documental para se afirmar que Zumbi possuía escravos, mandava matar fugitivos ou sequestrava mulheres . 175 - Escritos em que Narloch se baseia:  Essa gente, por razões óbvias, odiava o Quilombo de Palmares e tentava o tempo todo provar que a vida ali era ainda pior do que nas senzalas, daí as acusações do lugar ser um antro de ladrões, assassinos e estupradores. Imagem, aliás, coincidente com a que boa parte da elite brasileira atual faz das comunidades carentes. 176 -  Além disso, os ...

Esquerdistas - Textos Diversos VII

  Giuseppe Cocco - A Quebra da Parmalat e os “Bond People” : 67 - A contabilidade fraudulenta das empresas como Parmalat e Enron dão mostras de como a corrupção privada também pode ser entendida como sistêmica, segundo o autor. 68 - No mais, não apresenta muita coisa.   Giuseppe Cocco - Circular pra Produzir Novos Mecanismos de Socialização do Conhecimento: 69 - Não sei se entendi ou desentendi alguma coisa importante.   Guia Para Ser Ex-Esquerdista - Atalho : 70 - Já fichado no arquivo “Pasta - Os Marxistas - Parte I”.   José Luís Fiori - Imperialismo e Outros Temas : 71 - … De um lado, os que se alinharam com Adam Smith e Lord Shelbourne (que negociou a paz e a independência com os norte-americano) e que já defendiam, na segunda metade do século XVIII, que as vantagens do livre comércio, para os países mais desenvolvidos, dispensavam os monopólios coloniais e as conquistas territoriais que haviam sido necessárias nos séculos anteriores. Esse...

João Bernardo - Textos diversos - Parte VII

    Ecologia da Terra e Sangue : 205 - A física ariana (Stark etc.) tinha uma visão romântica da natureza, que tendia ao equilíbrio. Cabia ao cientista se colocar em comunhão com a mãe natureza. 206 - Afirma que não existe nem existiu equilíbrio. Os nômades e suas tecnologias toscas já causavam danos ao meio ambiente. (Não cita fontes porém). Desequilíbrios são resolvidos gerando novas contradições a serem resolvidas… E assim vai o ciclo. O tempo de harmonia com a natureza seria, assim, um mito. 207 - “ Os camponeses europeus foram considerados pelos racistas como estando imemorialmente apegados a técnicas que, por comparação com as velocíssimas mutações difundidas na indústria, eram apresentadas como neutras, efectivamente não-técnicas. Criou-se assim o mito da harmonia do camponês com a natureza ou, em termos mais drásticos e exactos, da própria integração do camponês na natureza, enquanto elemento natural .” 208 - O capitalismo é o primeiro sistema que se nutre da...

João Bernardo - A Legitimidade Democrática do Fascismo - Parte III

(continuação) . 134 - Coloca a “coincidência” de período entre a assimilação pela consciência democrática europeia da “ convicção da inferioridade biológica dos povos de pele escura ” e o necessário processo de implantação de práticas capitalistas - trabalhado assalariado - na África durante a segunda metade do século XIX. “ E a obtenção de trabalhadores para as minas e plantações conseguiu-se com um misto de pressões económicas e fiscais permanentes, de enquadramento administrativo e de violência pura, resultando numa peculiar conjugação de assalariamento e trabalho forçado .” Antes só queriam comprar escravos, mas não se metiam no modo de produção. 135 - Esse processo na África levou ao fortalecimento da noção de “geopolítica”, que procurava explicar toda aquela dominação com base na superioridade racial. “ Nascida nas instituições universitárias e administrativas das democracias e aí desenvolvida, nomeadamente na Grã-Bretanha pela acção de Halford Mackinder, membro da ala mais imper...

João Bernardo - Textos diversos - Parte III

Considerações Inoportunas e Politicamente Incorrectas Acerca de Uma Questão dos Nossos Dias : 93 – Pretende associar certo tipo de feminismo a práticas nazistas. Com a direita adorando essas coisas, eu vejo a necessidade de cuidado com rotulações desnecessárias. Mas vou ler e vejo se é o caso. 94 – Começa assinalando, em verdade, profunda oposição entre as duas coisas, já que a mulher, no fascismo, era a doméstica com função procriadora. 95 - O pecado seria confundir “manifestações culturais” com “determinações biológicas”. Machismo com ter pênis, por exemplo. Afirma que esse feminismo é dominante na academia. 96 - Menciona o feminismo revolucionário avançado do período pré-Hitler, mas sem evidenciar muito bem, a meu ver, a diferença. 97 - Uma dessas desmascarou o argumento masculino de que as mulheres devem escrever literatura “sensível/emotivo” e os homens as de cunho “racional/lógico”. Não era barreira de sexo e sim demarcação transitória. Gina Kaus escreveu: « Só desde ...

Citações e Passado da Direita - Parte VI (Mises e Constantino)

Mais Uma Desonestidade Liberal (Rodrigo Constantino Também) : 101 - Meio perda de tempo falar da inteligência de Constantino, mas como ele é influente, vamos lá. Antes o texto dá um pouco da arte do direitista de mudar de assunto quando se mostra sua ignorância sobre seus ídolos - no caso, o cara achava que John Locke era contra a escravidão e não sabia que este ajudou a escrever a constituição da Carolina, que defendia o direito absoluta do senhor ao seu escravo. 102 - Aí vai Constantino no blog a afirma: “ Na verdade, foram as idéias liberais que enterraram de vez a escravidão. Idéias de pensadores como John Locke, abraçadas pelos “pais fundadores” dos Estados Unidos, que defenderam a liberdade individual como um direito natural, acima de qualquer lei escrita ”. Ou seja, foram declarações idealistas que sequer eram seguidas por seus propositores que demoliram a escravidão e não a luta dos escravos e o contexto econômico-produtivo. 103 - O comentador ainda responde o idealismo...

Juarez - Breve Resenha do ‘Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil’ II

(continuação...) Capítulo 2  – Negros Depois dos vergonhosos trechos mencionados nos últimos parágrafos, tive que encontrar alguma animação para continuar lendo o livro e a esperança veio na idéia de que o pior já tinha passado. Nem tanto. O capítulo sobre o povo negro é quase tão ruim quanto o dos índios – que é, certamente, o pior. Pelo menos não há, neste capítulo, inovação quanto aos principais defeitos do livro. Narloch em nenhuma parte do texto coloca o quanto é irrelevante para a injustiça da escravidão, se o escravizado naturaliza ou não a sua condição (ou mesmo deseja estar no pólo opressor). Outra obviedade histórica é que, não raro, oprimidos e explorados podem se converter em opressores e exploradores se tiverem uma chance. Não precisa sequer ler livro de história pra isso, mas observar o cotidiano. Nada disso deslegitima a crítica central a esse período brasileiro: escravidão, opressão e exploração existiram e não decorreram de relações justas. Ademais, tudo isso teve ...

Alex Callinicos - Capitalismo e Racismo (Livro)

  Anotações Sobre “ Capitalismo e Racismo ”, de Alex Callinicos.     Apresentação à Tradução Brasileira : 1 – Cita-se a queda de 5 milhões para 200 mil índios e as disparidades nas rendas de negros e brancos. 2 – Fala-se dos grupos de extermínio de jovens negros e da possibilidade cinco vezes maior de um negro ser preso em comparação com um branco. Uma espécie de racismo institucional, presente principalmente nas forças policiais, segundo entendi, mas que permeia o conjunto da sociedade. 3 – Enfatiza-se o racismo ibérico, de origem religiosa, com os “Estatutos da pureza de sangue”, colocando os negros como seres de sangue infectado, justificando barbáries. Com a abolição disso no século XVIII, pelo Marquês de Pombal, o racismo virou científico.   Capítulo 1 – Introdução : 4 – Os EUA ainda mostram uma separação entre brancos e negros. Não estão estes totalmente incluídos. O liberal trata o racismo como uma questão de atitude. Apresenta a solução de educar os ...