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Mostrando postagens com o rótulo Precarização

Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics - Capítulos 40 e 41

                                                                                                                                       Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics Pgs. 689-706 " CAPÍTULO 40 : "COALIZÕES TRABALHO-MERCADO " 488 -  EUA: A porcentagem da força de trabalho em sindicatos pairava em torno de 5% antes da década de 1930, mas depois do Wagner Act em 1935, subiu para cerca de 30% na década de 1950. Desde então, caiu de forma relativamente constante para menos de 12%. (...)  Funcionários do governo têm uma taxa de sindicalização de quase 40%, e...

"Livro": OCDE (2018) - Relatório Sobre o Chile

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                                                                                          "Livro": OCDE (2018) - Relatório Sobre o Chile Pgs. 1-66 " CAPÍTULO 1 : "... " 1 -  O crescimento estagnou no final do boom das matérias-primas. (...) O boom das matérias-primas escondeu fracas exportações (...) e baixa produtividade . 2 -  A dependência de sectores intensivos em recursos naturais limitou a diversificação das exportações em termos de bens, empresas e destinos. Isto implica uma elevada vulnerabilidade a choques externos, nomeadamente ao desenvolvimento do cobre, e aos custos ambientais. (...)  as receitas fiscais dependem dos preços do cobre . (...) Chega a recomendar aumentar ainda mais as receitas públicas provenientes dos impost...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XIII

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      Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XIII Pgs. 425-434: 272 - O capítulo 18 é sobre a análise econômica do estado do bem-estar.  273 - Haveria razões para a distribuição de renda para além da atenuação da desigualdade pela utilidade marginal maior do dólar para o "pobre". Insegurança econômico ficaria diminuída. Uma doença que exige altos gastos na família ou a incapacitação relativa ou absoluta de um membro produtivo seria menos sentida se todo mundo tem uma "ajuda básica". Crê que o "véu da ignorância" (Rawls) faria com que a sociedade desejasse isso. " Qualquer um de nós poderia ser esse indivíduo sem sorte ". Já Nozick crê que um governo não tem tal "direito". Só pode proteger os ricos e a riqueza. Defende o Estado "guarda-noturno". O terceiro argumento a favor da redistribuição é que, em certa medida, é um rentável investimento em razão das externalidades positivas que gera. Crianças bem educ...

Econ - Ricardo - Curva de Phillips Aceleracionista, Conflito Distributivo e Inflação (CCE) I

Ricardo - Curva de Phillips Aceleracionista, Conflito Distributivo e Inflação : 204 - A macroeconomia do novo consenso (Blinder(1997)), pode ser representada por três equações: uma curva IS, uma regra de Taylor (função resposta do Banco Central via taxa de juros para colocar a inflação na meta) e uma curva de Phillips aceleracionista, como resume Lavoie et alli (2006). (...) Utilizando este modelo, muitos economistas nos E.U.A. previam no fim da década de 90 uma forte aceleração da inflação quando a taxa de desemprego estava caindo, mas o que se observou (ver gráfico 1) foi que a inflação e o desemprego caíram juntos. 205 - Alguns autores (Serrano(1986), Ros(1989), Lara (2008)) mostram que a inflação, quando entendida apenas como inercial, apresenta problemas. Um modelo mais geral para entender a inflação deve levar em conta uma inércia parcial (mecanismos formais e informais de indexação) e a existência de conflito distributivo. O conflito, por sua vez, é visto não só do ponto de v...

Econ - Manolo - Fascismo à brasileira (As Partes Sobre Economia Brasileira 2014-2017) IV

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  (continua...) 80 -  O salário mínimo brasileiro em 2017 é de R$ 937,00; a renda média da população brasileira em 2017, segundo a PNADC-T/IBGE, variou de 2 a 2,3 salários mínimos, com homens recebendo via de regra 29,94% a mais que as mulheres e brancos recebendo 79,48% a mais que não-brancos. 81 -  Em 2014 o número de super-ricos no Brasil caiu de 172 mil para 161 mil, e em 2015 o número de super-ricos brasileiros caiu mais ainda, para 149 mil . Quem são? É o pessoal dos 10 ou 15 mil pra cima. …  profissões ligadas aos esportes e às artes um reduzidíssimo número de multimilionários puxa para cima a média da categoria. Feita esta ressalva, nota-se a preponderância de profissões liberais tradicionais (médicos, engenheiros, gestores) e das carreiras burocráticas de topo (diplomatas, juízes, promotores, procuradores, tabeliães) . 82 - Boa tabela esta aqui: 83 - Pelos números de 2015, Manolo sugere que há evidências de concentração de renda. 84 - Estudo de 2016 do DIEES...

Econ - Textos Variados XII

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Coletivo Cem Flores - Como o Governo Lula (2011) : 434 - Texto de maio de 2011. 435 - Acho que os dados da RMS de SP não batem com os nacionais, mas no mínimo servem para indicar que nem sempre o aumento da produtividade se reverte em favor dos trabalhadores: Como ilustrado pelo gráfico anterior, no período de 1989 a 2008, para a indústria na Região Metropolitana de São Paulo (região de maior concentração industrial do país e, relativamente às demais regiões, de maior grau de organização sindical dos trabalhadores), a produtividade do trabalho aumentou 84%, e simultaneamente, houve queda acentuada de 37% do rendimento médio (real) dos trabalhadores . 436 - Brasil volta e meia depende da mais-valia absoluta: Mesmo após a redução da jornada de trabalho assegurada na Constituição de 1988, na Região Metropolitana de São Paulo aproximadamente 40% dos trabalhadores assalariados trabalham além da jornada semanal de 44 horas (DIEESE, 2009). Em alguns ramos como na indústria metalúrgica e quím...

Ralf Ruckus (PP) - O Sonho Americano por 2 Dólares a Hora

  Ralf Ruckus (PP) - O Sonho Americano por 2 Dólares a Hora : 1076 - Ela cortou os custos e prazos de entrega ao mecanizar, taylorizar e padronizar o trabalho e os processos logísticos, criando, deste modo, um ambiente laboral exploratório com centenas de milhares de empregos não-qualificados, tediosos e enfadonhos em armazéns ao redor do mundo. 1077 - A empresa ainda não dá muito lucro porque — segundo suas políticas de gestão — muito de seu superávit tem sido investido em crescimento: novos centros de atendimento, novas linhas de produto, novas tecnologias etc.[9] Com valor líquido de mais de US$ 107 bilhões em 2015, a Amazon é um dos maiores varejistas globais, embora continue atrás da líder Walmart, que vale cerca de US$ 490 bilhões.[10] A Walmart, todavia, tinha cerca de 2,2 milhões de trabalhadores no começo de 2015, enquanto na mesma época a Amazon tinha algo como 140 mil (com outros 100 mil, aproximadamente, em empregos temporários durante o pico de vendas do final do o...