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Mostrando postagens com o rótulo Partido

Livro: João Bernardo - Marx Crítico de Marx III - Capítulos 23 e 24

                    Livro: João Bernardo - Marx Crítico de Marx - Volume Três Pgs. 93-112: " CAPÍTULO 23 : "A prática como concreto máximo (terceira exposição) e as classes sociais " 30 - Diz que, do capítulo sobre as classes, há no máximo o que não é classe. A interrupção do escrito de Marx não forneceu uma teoria sobre. O próprio Marx fala em alguns momentos que "só há duas classes". Noutros, fala das "três classes", incluindo o proprietário fundiário... E por aí vai. Não há uma teoria acabada das classes sociais. Cita passagens de Marx e de Engels que abonariam a tese incorreta - a seu ver - da determinação da classe pela origem dos rendimentos: lucro, renda e salário.  31 - Lembra que, ao menos na sua concepção, não existe "prática comum" para que se defina classes a partir dela. De todo campo de práticas participam indivíduos que possuem práticas não exatamente iguais/sobrepostas. A imaginação de uma prática comum, geralme...

Livro: João Bernardo - Marx Crítico de Marx I - Capítulos 3, 4, 5 e 6

                Livro: João Bernardo - Marx Crítico de Marx - Livro Primeiro  Pgs. 115-169: " CAPÍTULO 3 : "A 'prática' como concreto máximo (primeira exposição). Crítica marxista da ideologia burguesa: campo lógico, sub-campos lógicos e elementos ideológicos " 42 - (Que o capítulo não seja tão chato quanto o título!) a) O campo lógico básico que exprime a prática geral dos capitalistas 43 - JB critica, num rodapé, que um autor marxista como Rowthorn, em seu livro sobre neoclassicismo, tenha que recorrer ao argumento do "fez sucesso porque é simples, o modelo de equilíbrio geral" para explicar a predominância de tal teoria nas academias. Esquece-se da explicação marxista mais óbvia para isso. Era, afinal, a expressão da prática de um grupo social. Não é simplesmente porque o ser humano é "preguiçoso". Diz que Rowthorn flertou pesado com o elitismo aí. 44 - Coloca que Lange e outros, preocupados com a gestão nos países ditos socialistas, ...

Rodrigo Zeidan - Fio do Twitter (III)

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  Rodrigo Zeidan - Fio do Twitter (III) 1 - Sobre a China: começa lembrando que a China possui 100 milhões de firmas individuais e 34 milhões de empresas. Logo, o partido não controla todas. Afirma que se criam cinco milhões de empresas novas por ano. Coloca que o 1% mais rico da China controlava uns 6% da renda no passado e hoje controlam quase 20%, que isso é puro capitalismo. .

YT - Breve história da REVOLUÇÃO RUSSA (Leitura ObrigaHISTÓRIA)

  Breve história da REVOLUÇÃO RUSSA 1 - Apenas um historiador defende que a renúncia do czar Nicolau II foi voluntária, para o "bem do país".  2 - A Rússia se modernizava em alguns setores estratégicos. Estradas de ferro cresciam muito, por exemplo. 3.800 para 70 mil km. Industrialização via capital estrangeiro avançava. 3 - Em 1860 a servidão começava a cair. Em 1905, nem havia partidos políticos legalizados. 4 - A Revolução de 05 foi em janeiro. A pauta inicial era jornada de oito horas, eleições, salário mínimo etc. As greves posteriores exigiam liberdades e previdência social. Os camponeses ocupavam e saqueavam fazendas em revolta. A revolta dos marinheiros de Potemkin foi nessa época.  5 - (Não estou repetindo as partes que já fichei em vídeos anteriores nos últimos dias). 6 - Em tese, o czar concederia liberdades associativas e eleições para a Duma. Mais tarde, colocou controles terríveis sobre a Duma. Foram várias Dumas em período curto (o czar dissolvia as mais op...

YT - TV Boitempo - A teoria da revolução em LÊNIN | Curso | Com Augusto Buonicore (Parte I)

  A teoria da revolução em LÊNIN | Curso | Com Augusto Buonicore 1 - Lênin era das camadas médias. O pai era uma espécie de inspetor de ensino. Era da baixa nobreza, de certa forma. Aprovado em primeiro lugar na turma de direito, vira advogado. 2 - Os narodniks iam ao campo para "conscientizar" os camponeses. Estes não se identificavam e não entendiam isso. Alguns eram denunciado à polícia e outros eram vistos como feiticeiros ou enviados de Satã. Enfim, um fracasso, 3 - O movimento populista "terra e liberdade" vinga nas cidades. A estratégia era usar os camponeses para chegar diretamente ao socialismo. Filhos das camadas urbanas e aristocráticas. Uma corrente dos populistas era terrorista. Outra negava isso e se aproximavam do marxismo, como Plekhanov. Os populistas eram herança do romantismo.  4 - Lênin vai dizer que o populismo era progressista nos anos 60, mas reacionário depois. Foi parar no agrado dos agrários-latifundiários, romantizando um passado agrário f...

YT - TV Boitempo - O MARXISMO DE LÊNIN | Marly Vianna (Parte I)

  O MARXISMO DE LÊNIN | Marly Vianna 1 - Marx não criou uma filosofia da história, especulativa. A realidade é algo materialmente determinado e que pode ser estudada cientificamente. A ciência surge porque nossos sentidos nos enganam.  2 - Sujeito ou objeto? Nenhum dos dois é primordial. Interação dialética que vem da interpretação do mundo. Interação entre o que se pensa e a realidade materialmente existente. 3 - Marx jamais falou em "infraestrutura", mas base material.  4 - A estrutura econômica é decisiva "em última instância" é explícito Marx. Se fosse tudo, ele não precisaria agir politicamente. Nunca se disse que ele é tudo.  5 - Práxis não é qualquer atividade, como a mecânica. Trata-se de uma prática voltada a um fim específico. A ideação-projeção humana está presente.  6 - Em, "o desenvolvimento do capitalismo na Rússia", Lênin trabalha muito com estatística. Começa a estudar após a morte do irmão pelo atentado ao czar (acho que foi o czar).  7 - ...

YT - TV Boitempo - O MARXISMO DE ROSA LUXEMBURGO | Isabel Loureiro

  O MARXISMO DE ROSA LUXEMBURGO | Isabel Loureiro 1 - Isabel coloca que Rosa foi militante da socialdemocracia do reino da Polônia (Polônia e Lituânia depois) e da socialdemocracia alemã. Um terço da obra dela foi escrita em polonês e é pouco conhecida-traduzida. 2 - "A camarada Luxemburgo bagunça tudo" - Karl Kautsky. Era interessada em ciências naturais, estudando em Zurich. Diz que veio para as ciências políticas influenciada pelo amor da sua vida (Jorgensen?). 3 - Critica a separação entre direção e bases e partido vanguardista. A ação autônoma das massas cria as organizações, são frutos dessas ações. 4 - Defendia as liberdades democráticas mesmo na transição socialista (a participação real). Sua ditadura do proletariado era a máxima democracia, apenas a classe capitalista seria impedida energicamente de qualquer restauração do capitalismo (ao estilo de como eles fazem hoje contra os socialistas). 5 - Reformas não podem estar desvinculadas do contexto em que se visa a Rev...

YT - TV Boitempo - Crise e legado da Revolução Russa | Zé Paulo Netto, Lenina Pommeranz e Luis Fernandes

  Crise e legado da Revolução Russa | Zé Paulo Netto, Lenina Pommeranz e Luis Fernandes 1 - Evento por ocasião dos cem anos da Revolução Russa. 2 - Só há transição socialista, para Paulo Netto, se há socialização do poder político (não da política... "todos podem participar", menos do que for decisivo). Conselhos, pluripartidarismo. Também é imprescindível a socialização da economia. Sovietes não poderiam ter definhado. Autogestão é necessária. Com planificação.  3 - Seriam os modelos soviéticos de alguma forma reformáveis por dentro? Nunca se conseguiu algo satisfatório nesse sentido. 4 - Pela fala dele, não parece possível sequer falar em Socialismo na URSS. 5 - Reflexão teórica de Lênin se transformou em ação política. O capitalismo entrava na fase imperialista, dinamizando outras partes do globo e gerando tensão entre essa dinâmica e a estrutura politica dessas periferias. Logo, o "elo fraco" tornava possível a tomada do poder. 6 - Coloca que o programa da Comun...

Trotsky - Sobre a Questao da Estabilização da Economia Mundial II

(continuação...) 382 - Importante:  O camarada Varga recorda corretamente que durante o I e II Congresso [6] consideramos que era extremamente provável a tomada do poder por parte do proletariado na Europa. Em que consistiu nosso erro?  Afirma que a economia já estava preparada para o socialismo .  Coloca que condições subjetivas também havia:  Após a guerra, o proletariado estava com um ânimo tal que lhe possibilitaria conduzir-se à batalha decisiva. Mas não tinha ninguém para dirigir, nem ninguém para organizar esta batalha – não tinha partido. Este foi o fator que ignoramos, e este foi o erro de nosso diagnóstico. (...) não se pode manter a vontade revolucionária do proletariado o tempo todo necessário até que se tenha criado o partido. 383 - Assim, afirma que o capitalismo ganhou um importante respiro:  isto é, a possibilidade de orientar-se mais pacificamente para a situação que se estava formando: restaurar a moeda, substituir a palha por coberturas de bor...

Thomas Kenny - Lições da NEP Soviética Para a China

  Thomas Kenny - Lições da NEP Soviética Para a China : 359 - Texto de 2008 sobre a “Economia Socialista de Mercado” para falar da China. 360 -  Um destacado economista chinês pró-mercado, o falecido Xue Mukiao, enfatizou a dissemelhança entre a NEP e a ESM . O texto é a favor.  Xue parece pensar que o apoio anterior a 1949 dos camponeses chineses à revolução – tornando desnecessária qualquer NEP pós-revolucionária para restaurar a aliança dos operários com o campesinato – torna a China diferente da Rússia.  Os camponeses chineses já estavam ganhos para a causa das cooperativas. Kenny diz que isso é pouco pra diferenciar, meio que não argumenta muito. 361 - Ele cita uma fonte - site - dessa informação:  É bem sabido que Deng Xiaoping se mostrou profundamente interessado em aprender tudo o que podia acerca da NEP através do industrial dos EUA, Armand Hammer, que a conheceu em primeira-mão. (...) em 1978 a China havia perdido anos preciosos de desenvolvimento devi...

Site Voyager - Esquerda e Democracia III

(continuação...) 228 -  A Comuna de Paris acabou destruída brutalmente em poucas semanas. Foi uma carnificina: cerca de 20 mil pessoas terminaram executadas. Número que superava, inclusive, os mortos durante o sempre lembrado Terror jacobino. 229 - Havia o poder dual de que tratava Trotsky na Rússia em 1917? Nem Governo Provisório, nem Soviete de Petrogrado, segundo Daniel Aarão Reis:  Havia ali um reconhecimento da legitimidade das instâncias centrais, mas não uma obediência automática às suas orientações. Nesse sentido, seria mais fácil falar de uma “rede” de conselhos, de uma multiplicidade de poderes, e não de uma dualidade de poderes”. 230 -  A democratização das Forças Armadas quebrava a espinha dorsal da instituição, baseada na hierarquia a na disciplina. No interior, os camponeses seguiram o mesmo caminho, conformando instancias deliberativas locais, que também não se sujeitavam ao Governo Provisório: “como o comitê do vilarejo Sotnursk lembrou às suas autoridades...

Gustavo Machado - Revolução Russa, as idas e vindas da consciência

  (...)  Gustavo Machado - Revolução Russa, as idas e vindas da consciência : 134 - … Em sua História da Revolução Russa, Trotsky comenta sobre a “lenda pouco inteligente que retrata a história do bolchevismo como uma emanação da pura ideia revolucionária”. (...) A cada nova situação, o partido se adaptava apenas por meio de uma crise interna” (TROTSKY, 2007b, p.906). 135 - A miséria do jovem proletariado russo atingiu, naquela época, um nível tão elevado que em janeiro de 1905 cento e cinquenta mil operários de São Petersburgo se dirigiram ao palácio do Czar, o autocrata que dominava toda Rússia, para reivindicar condições de trabalho que permitissem atender as necessidades básicas, principalmente a jornada de 8 horas de trabalho. (...) Mas se engana quem pensa que eles foram protestar contra o Czar. Ao contrário. Na época, o ditador russo gozava de um prestígio quase religioso entre os camponeses e operários. (...) Acreditavam que os patrões e os funcionários estatais...

Gustavo Machado - textos sobre Marx, partidos e programas

  Gustavo Machado - Marx e a questão do Partido, uma fábrica de mitos: 90 - Bicentenário do nascimento de Marx: Mesmo o jornal inglês The Economist publicou uma matéria, traduzida pelo Estadão, com o irônico título “Governantes de todo o mundo, leiam Marx”, acentuando que “seu diagnóstico sobre as falhas do capitalismo” se mostram, sobretudo hoje, de enorme relevância. 91 - Afirma que Marx alternava uma concepção ampla e outra mais estrita de partido. Não bastava a organização, já que uma revolução não é feita por um partido, afirma. O “partido amplo” inclui os interesses da classe operário. Entretanto, até por ter criado e passado por mil organizações, logo se vê que essas eram essenciais. Marx era explícito sobre a necessidade de haver um partido realmente operário, “ independentemente das influências burguesas ”. 92 - Também era contra conspirações para tomada de poder independentemente do movimento operário. Cita os livros de Marx, como Sr. Vogt e outros textos. 93 - Marx: ...

Econ - László Csaba - Transição e ou modernização do Leste Europeu

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  László Csaba - Transição e ou modernização do Leste Europeu : 31 - Europa Oriental pós-anos 60. Embora o esforço de investimento dos países socialistas excedessem àquele dos países da OCDE, - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - em 5-7 pontos percentuais em média, o crescimento incremental ainda foi inferior ao do Ocidente. (Interessante que a RDA é exceção. Até que cresceu no mesmo ritmo que a outra). 32 - Coloca que a Europa Oriental era como se fosse uma colônia da URSS. Não podia criar união aduaneira ou algo do tipo com vizinho, por exemplo. 33 - Há argumentos bem ruinzinhos nesse texto, o qual, por sinal, parece mais panfletário-ideológico que uma boa crítica de direita, como alguns que li. 34 - Nos países em que era permitida a atividade de mais de um partido, estratégias alternativas nunca afloraram à superfície com os partidos satélites, como os democratas cristãos da Alemanha Oriental, por exemplo: elas sempre se originavam no interior do Part...

Maurício Tragtenberg - Textos Diversos III

  Anotações Para Um Socialismo Libertário : 334 - Texto de um tal Pedro Ferreira. Apresenta a associação dos trabalhadores como o início de qualquer ruptura. Não um ponto político distante no tempo. Revolução política e ação direta se confundem no pensamento de MT. O texto dá uma panorâmica nas ideias de Tragtenberg. 335 - Embora a reivindicação de aumentos salariais seja considerada inerente à classe operária em sua totalidade, ela não elimina a hierarquização dos salários, dividindo os trabalhadores. A abolição do sistema de opressão e de exploração do salariato pressupõe a unificação dos operários, a qual elimina a concorrência mantida entre eles. Para Marx, isso se daria por meio da criação de um fundo comum de subsistência pela recomposição coletiva da vida, compartilhando-se a alegria inerente à luta associada dos trabalhadores. 336 - Leninismo: O trabalhador é deseducado pelo oportunismo do partido, pelo seu desprezo às idéias, e submetido a um processo que o torna incap...