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Livro: Fernando Carvalho ... and Sicsu - Economia Monetária e Financeira - Capítulos 15 e 16

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                                                                                                                                   Livro: Fernando Carvalho, Luiz Fernando De Paula and Joao Sicsu - Economia Monetária e Financeira (2007) Pgs. 223-235 " CAPÍTULO 15 : "RELAÇÕES E MERCADOS FINANCEIROS " 201 -  Schumpeter, como já dito, localiza no desenvolvimento de sistemas organizados de crédito a libertação do empreendedor da necessidade de nascer rico . 202 - O capítulo, no geral, é mera conceitolândia dos tipos de mercado. 203 -  A mera possibilidade de colocação do ativo em um mercado secundário contribui para acalmar os temores dos investidores, ...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulos 31 e 32

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulos 31 e 32 Pgs. 605-616: CAPÍTULO 31 : "Capital monetário e capital real – II (continuação) " 386 -  Vimos que uma acumulação do capital de empréstimo pode ocorrer sem nenhuma acumulação real, por meios puramente técnicos, tais como a expansão e a concentração do sistema bancário, a economia nas reservas de circulação ou também no fundo de reserva dos meios de pagamento particulares, que, desse modo, convertem­-se por um breve período em capital de empréstimo. 387 - The Economist:  “Por alguns anos, o capital” (isto é, o capital monetário de empréstimo) “acumulou­-se em alguns distritos do país mais rapidamente do que podia ser utilizado; em outros, os meios de investi­-lo se multiplicaram mais depressa que o próprio capital. Assim, enquanto nos distritos agrícolas os banqueiros não encontravam meios suficientes de investir seus depósitos de maneira rentável e com segurança em sua própria região, nos distritos industriais e...

Econ - Reinaldo Carcanholo - Sobre a Natureza do Dinheiro em Marx (Réplica)

  Reinaldo Carcanholo - Sobre a Natureza do Dinheiro em Marx (Réplica) : 85 - Embora seja indiscutível que Germer, entre todos nós neste país, seja o que mais conhece a obra econômica de Marx, considero que, em certo sentido e até certo ponto, ele se vê prisioneiro de uma interpretação metafísico-positivista dos conceitos de Marx. 86 - Diz que sua (Carcanholo) concepção vem do processo de substantivação do valor. (...) A mercadoria não pode ser definida, por constituir não algo estático, mas um processo de desenvolvimento. Uma definição é uma fotografia do que algo é no exato momento, mas isso muda. 87 - O desenvolvimento mercantil consiste, explica-se e, ao mesmo tempo, implica o desenvolvimento da contradição valor/valor-de-uso. (...) Para melhor entender de maneira intuitiva o processo de dominação descrito, basta comparar os extremos: uma sociedade pré-mercantil, na forma simples, na que o valor não tem quase nenhum significado, ao contrário, praticamente não existe (só exi...

Econ - Claus Germer - Fundamentos Teóricos da Análise Marxista do Sistema Monetário Internacional

  Claus Germer - Fundamentos Teóricos da Análise Marxista do Sistema Monetário Internacional : 474 - Não percebi a importância prática de quase nada que o texto trata. O texto do fichamento seguinte é menos hermético e talvez ajude a compreender este, mas só li depois. 475 - Crítica de Marx a Ricardo: por um lado incluiu na análise um elemento concreto indevido, que é a esfera internacional, e por outro lado excluiu indevidamente funções essenciais do dinheiro, mantendo apenas uma, a de meio de circulação . Critica especialmente o fato de Ricardo não considerar o entesouramento, afirma. Somente graças a esta abstração é possível demonstrar a pretensão da teoria quantitativa, de que o valor do dinheiro desvia-se do seu valor real sempre que ocorre um desajuste entre a sua quantidade e o valor total das mercadorias a circular em dado período de tempo. 476 - Marx assinala que a deformação dos fatos da circulação monetária por Ricardo, no esforço de validar a sua versão da teoria q...

Karl Marx - O Capital, Livro I - Capítulos II e III

II - O Processo de troca     48 - Marx critica Proudhon pelo fato deste conceber uma "justiça eterna" meio que correspondente ao seu modo ideal de produção.   49 - As mercadorias não têm valor de uso para o proprietário, do contrário, este não a levaria ao mercado. Somente assim realizará o valor.   50 - Elas têm de evidenciar que são valores de uso antes de poderem realizar-se como valores, pois o trabalho nelas despendido só conta se foi empregado em forma útil para os outros. Isso ocorre quando a quantidade de objeto útil ultrapassa as necessidades de seu possuidor.   51 - Marx brinca (ou não) com o Apocalipse da Bíblia, comparando o dinheiro ao sinal da besta : )   52 - Pelo que entendi, diferencia troca direta de produtos de troca de mercadorias, sendo que no primeiro, o produto não adquire qualquer valor diferente do valor de uso, relacionando-se, assim, às necessidades do permutante. Pelo que entendi, após crescer o excedente e variedade d...