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Mostrando postagens com o rótulo Negri

Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx - "PARTE B"

    Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx Pgs. 69-107: (...) " CAPÍTULO 2 : "A coordenação econômica é tratável [computacionalmente]? " 30 - A primeira definição de Marx de "trabalho", digamos assim (aparecerá em sentidos diversos): produção de valores-de-uso.  O trabalho seria, para Marx, uma atividade exclusivamente humana por meio da qual há um dispêndio de energia física e mental para a produção de algum valor de uso, de alguma utilidade par a satisfazer uma necessidade específica, sem impor tar qual a sua natureza dessa necessidade, seja ela do estômago ou da fantasia. (...) No entanto,  o autor adverte: esta conceituação não é adequada para a análise  do modo capitalista. 31 - Marx, O Capital: " Apenas é produtivo o trabalhador que produz mais-valia para o capitalista ou serve à autovalorização do capital ”. Aqui, só o trabalho dispendido diretamente no processo de produção com vista à valorização do capital...

Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx - "PARTE A"

   Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx  Pgs. 9-17: " Introdução " 1 - Serviços: são os maiores receptores dos fluxos de investimento internacional. 60% do investimento global entre 2005 e 2007. É a amplicação do "trabalho imaterial". Negri, Lazzarato e Gorz seriam os expoentes desse termo/teoria. 2 - Um exame da obra de Karl Marx que busque elementos concernentes à imaterialidade do trabalho certamente apontará que o autor não delineou uma teoria sobre o trabalho imaterial, ou que este ponto nunca constituiu objeto delimitado de pesquisa na empreitada marxiana. 3 - Obras de arte: são objetos materiais com características úteis imateriais. 4 - Conceitos...: ... chamamos de trabalho imaterial todo trabalho humano cujo resultado útil seja predominantemente imaterial, mesmo quando há a necessidade de mediação de objetos materiais para que este trabalho imaterial seja efetivado enquanto utilidade . Pgs. 18-53: " CAPÍTULO 1 ...

'Antonio Negri - Marx Más Allá de Marx' e 'A Sociologia das Finanças e a Nova Geografia do Poder no Brasil'

  Antonio Negri - Marx Más Allá de Marx (Livro) : 72 - Introdução . Segundo Harry Cleaver, Negri daria mais importância à luta de classes na análise do capitalismo. En esto, Negri difiere de otros intérpretes de los Grundrisse, tales como E. Hobsbawm o Roman Rosdolsky, muchas de cuyas posiciones desafía en el transcurso de este libro. 73 - Resulta obvio que Negri ha armado una interpretación de las principales líneas argumentales de Marx utilizando su propio proceso selectivo . Cleaver está mais interessado na dinâmica de “libertação” que na de “dominação”. Podemos dejar a los Marxólogos el debate acerca de si Negri interpreta exactamente lo que Marx quería decir. (...) Si Marx no quiso decir lo que Negri dice, peor para Marx. 74 - Fala da esterilização do marxismo: La fascinación de los marxistas con los mecanismos capitalistas de despotismo fabril, de dominación cultural y de manipulación de las luchas de las clases trabajadoras, los ha cegado a la presencia de un sujeto verd...

PP - Textos Diversos X (Fagner Enrique)

Fagner Enrique (PP) - Autonomia x Reformismo : 277 - É impossível iniciar qualquer luta proletária autônoma senão por meio de lutas por reformas, por melhorias nas condições de vida dos trabalhadores, pela simples razão de que são essas lutas que primeiro colocam os trabalhadores em movimento. (...)   Cada trabalhador precisa perceber, por si mesmo, a uma certa altura do processo de luta, que as reivindicações inicialmente levantadas são já insuficientes (ou porque foram satisfeitas ou porque são incapazes de resolver os problemas inicialmente confrontados e/ou uma série de outros problemas) e que é preciso avançar na pauta de reivindicações, o que também corresponde a perceber que é necessário partir para formas mais radicalizadas de luta. 278 - A essa altura, é preciso fazer um esclarecimento: nem sempre a expressão “formas mais radicalizadas de luta” deverá ser entendida como “formas mais violentas de luta” – tendo-se em vista o próprio avanço da luta anticapitalista. 27...

Filosofia - Textos Diversos XLIX - Poder em Foucault (Pós-Modernismo) x Karl Marx

Marcelo e Grasiela - Poder em Foucault (Pós-Modernismo) x Karl Marx : 188 -   A isto se relaciona a defesa de que esta sociedade contemporânea seria de um tipo pós-industrial, isto é, que não teria no processo produtivo a sua lógica fundante, como na época moderna, mas estaria muito mais ligada ao crescimento do setor de serviços e à exacerbação do consumo . Hardt e Negri falam em pós-modernismo nesse sentido, segundo os autores. 189 - Diz que a crítica pós-moderna à perspectiva totalizante (capital etc.) parte da microfísica e genealogia do poder de Foucault. 190 - Foucault não vê centros de poder, nem que uma classe detém o Estado. Ele está fluindo em táticas de governabilidade, mas não há centro controlador. Ninguém é dono do poder. Todos o exercem.   Dessa forma, se o poder não tem centro, trabalha-se com o local, o micro, o corpo, o hábito. 191 - Foucault vê outro problema ainda no marxismo: a pretensão, inerente a essa teorização, de se constituir como uma forma ...

Filosofia - Textos Diversos XVII - Entrevista com Marilena Chauí

  Entrevista com Marilena Chaui : 296 - Bento Prado Jr. diz que o objeto da especulação, que é a essência da metafísica, é Deus. Por isso Spinoza era um choque, pois foi o primeiro filósofo ateu especulativo, buscava uma verdade, não abdicava desta. Chauí diz que ontologia do necessário não é fatalista, ao contrário de toda a interpretação comum. 297 - Espinosa destrói a concepção de livre-arbítrio sem abrir mão da de liberdade. E a humana é como a divina (e aqui não entendi bem como ele ou todo esse pessoal sabe como é “Deus”), ou seja, somos livres quando nossa ação é determinada por nossas necessidades naturais, da força interna do nosso ser, e não do poderio de causas externas sobre nós. 298 - ...Ou seja, necessidade na verdade não aprisiona a liberdade, sendo, na verdade, meio que a potência da mesma. (Isso me lembra um pouco meu TCC) (Creio que faltou ela responder por que isso não é livre arbítrio). 299 - Diz que Althusser só fazia a remissão de Marx a Espinoza, mas não ia d...

Marxistas - Textos Diversos LXXXVI

  Rodrigo Santaella - Mudança (...) Na Teoria Marxista da Política (e Réplicas de João Bernardo) (PP) : 1432 - O que o texto buscou combater: “ Pensadores como John Holloway, Toni Negri, Immanuel Wallerstein, apesar de afirmarem manter-se dentro de uma perspectiva de superação do capitalismo e de terem inúmeras diferenças entre si, concordam com a idéia de que tomar o poder político não é mais condição fundamental para a mudança radical da ordem social .” Wallerstein chega a dizer que a revolução não é mais um conceito viável, afirma Rodrigo. 1433 - Articulação de fendas criadas “aqui e agora” que tendem a se articular e se expandir. Seria a proposta de Holloway. 1434 - Aprofunda, fazendo o seguinte resumo das ideias de Holloway: A partir da constatação de que todos teriam algo de anticapitalista, o autor argumenta que não é necessário buscar a unidade nas lutas contra o sistema. É preciso simplesmente articular a criação de fendas no sistema, mas estas são produzidas necessa...

Marxistas - Textos Diversos LXXIV

Negri e Hardt - Ruídos na Canção Neoliberal : 1190 - Acho até que já li/fichei, mas é tão pequeno que vou ler. É de 1996. 1191 - Afirmou que a França estava resistindo a política de ajuste estrutural (termo “meu”). A mídia não conseguiu motivar as pessoas com seus slogans antigrevistas, e qualquer iniciativa de organizar a população contra a greve não deu em nada. 1192 - Afirma que o lugar da luta foi o serviço público, com trabalhadores escolarizados. A "forma" de luta é também nova: são as assembléias de base que decidem objetivos, tempos e formas do movimento, e os sindicatos — se quiserem sobreviver — se tornaram os porta-vozes da vontade da base. Seria, para Negri, uma figura “pós-industral”, pouco tendo a ver com o velho proletariado.   Nilo Batista - Mídia e Sistema Penal no Capitalismo Tardio : 1193 - Já li e fichei em “Direito Crítico…”.   O Carácter Socialista da Revolução Brasileira : 1194 - Anita Prestes. Fala de 2009. Entende que qualquer luta contra o...

Marxistas - Textos Diversos LVII - Poder em Foucault (Pós-Modernismo) x Karl Marx

  Marcelo Dias Carcanholo - Poder em Foucault (Pós-Modernismo) x Karl Marx : 876 - Grasiela Cristina da Cunha Baruco e Marcelo Dias Carcanholo. 877 - Pós-modernismo: A isto se relaciona a defesa de que esta sociedade contemporânea seria de um tipo pós-industrial, isto é, que não teria no processo produtivo a sua lógica fundante, como na época moderna, mas estaria muito mais ligada ao crescimento do setor de serviços e à exacerbação do consumo . Cita Hardt e Negri como defensores disso. 878 - … O individualismo atual nasceu com o modernismo, mas o seu exagero narcisista é um acréscimo pós-moderno (Jair Santos, em seu livro “o que é pós-moderno”) 879 - Assim, a identidade fora do espaço de produção passa a ser o aglutinador da luta (fragmentada). Foucault, com sua microfísica do poder, mais Deleuze e Derrida, tornam-se a referência. 880 - Em Foucault, ninguém - nem o Estado ou a classe dominante que lhe comanda - centraliza o poder. Ninguém é dono do poder. 881 - Foucault con...