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Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica - Capítulo 6

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                                                              Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica Pgs. 175-206 " CAPÍTULO 6 : "MOEDAS, BANCOS E SISTEMA FINANCEIRO " 48  - Começa com um bom resumo de coisas que já li e fichei por aí. Exemplo: o nascimento da emissão fiduciária, quando os bancos começaram a perceber que podiam emitir mais recebíveis com função de papel-moeda (circulação e tal) do que o que realmente tinham nos cofres em ouro e prata. Alavancagem e tal. O poder público garantia o curso. 49 - É difícil saber, de antemão, a quantidade de meios de pagamento ótima de uma economia. O quanto ela precisa de crédito, por exemplo? São vários fatores: 50 - ...Menciona, por exemplo, que M1 rondava 25% do PIB em 1950 e passou a apenas 10 a 12% em 1980. Enquanto isso, "V" crescia de 4 para 8 a...

Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social - Capítulos 6 e 7

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                   Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social Pgs. 199-214 " CAPÍTULO 6 : "A MOEDA: IMPORTÂNCIA E FUNÇÕES " 127 - Diferenciam economia do escambo, na qual já há excedente e alguma troca, de economia monetária, intermediada pela moeda. Esta última elimina a necessidade de coincidência de desejos que há no escambo. 128 -  Se um bem qualquer não for unidade de conta, ele poderá ocasionalmente funcionar como meio de troca, mas não será moeda . Quando é unidade de conta, o bem tem o mesmo valor monetário/preço pra todo mundo. Não há valoração subjetiva, digamos assim. Ninguém vai trocar/comprar uma nota de dez reais qualquer por onze reais.  129 - Moedas não precisam ser usadas imediatamente. A moeda permite-nos alocar nossas transações no tempo de acordo com nossas conveniências, e e nesse sentido que ela funciona como reserva de valor. Há outros bens são reservas de valor até melhor...