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Mostrando postagens com o rótulo Bush

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 11

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                                                                                                           Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 388-409 " CAPÍTULO 11 : "A GRANDE RECESSÃO " 375 - Consequências da falência e picaretagens da Enron:  Em julho de 2002, George Bush assinou a reformulação mais ampla da governança corporativa desde os anos 1930, a Lei Sarbanes-Oxley, endurecendo as regras para auditorias e prestações de contas das corporações, além de, o mais importante, forçar as autoridades corporativas a assumirem mais responsabilidade pelos erros. 376 - Consequências econômicas do ataque de 11 de setembro:  A economia sofreu uma grande contração. A inflação caiu para 1,1% — e ameaçava...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XX

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                   Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XX Pgs. 366-376: ... 364 - ... os efeitos de uma depreciação real se parecem muito com os de um aumento do produto estrangeiro . (...)  Assim como no caso de um aumento do produto estrangeiro, uma depreciação leva a um aumento das exportações líquidas (supondo, como fazemos, que a condição de Marshall-Lerner seja satisfeita), para qualquer nível de produto . Isso leva, imagino que rapidamente, a algum aumento do produto. Após, " o aumento das importações induzido pelo aumento do produto"  será  "menor do que a melhora direta da balança comercial induzida pela depreciação" . Tudo isso porque " a depreciação leva a um deslocamento da demanda, tanto estrangeira quanto doméstica, em direção aos bens domésticos ". 365 - ...Lembrar que tudo isso faz cair o poder de compra das pessoas, que passam a ter menos acesso aos importados ou produtos na...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XV

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               Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XV Pgs. 282-301: 279 - O capítulo 15 é sobre " Mercados financeiros e expectativas ". Não sei se vai me acrescentar nada de muito útil após dez anos de pesquisa. Inicia com "curvas de juros", assunto já conhecido, por exemplo. 280 -  O preço do título de um ano varia inversamente com a taxa nominal de juros de um ano atual. 1t é pagamento em um ano. 2t, em dois.  281 - (A página 305 é um bom exemplo do que critico em todos esses livros. Sei do que ele está falando e já até ganhei dinheiro com isso e já ensinei a alguém sobre. Porém, a maneira com que ele explica "arbitragem" com preço dos títulos é chata e abstrata, usando fórmulas. Bastava dar um exemplo concreto. Como já sei, não me incomodou. Se fosse um assunto em que tenho muito a aprender, ficaria um bom tempo "decodificando"... Enfim, na minha humilde opinião, o método de explicação, abstrato, é desnece...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XIII

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             Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XIII Pgs. 241-260: 241 - O capítulo 13 se chama " Progresso tecnológico: curto, médio e longo prazos" . Blanchard coloca que, no curto prazo, o comportamento da demanda é imprevisível quanto ao progresso tecnológico/aumento da produtividade. Dá uns exemplos que, a meu ver, não vão à raiz da coisa, pois, por eles, parece é que a expectativa do trabalhador quanto á inovação tecnológica é que será o maior player da relação, seja temendo o desemprego, ao que entendi, ou aumentando o consumo por alguma euforia. Reestruturações empresariais, com tecnologia já existente/dada, visando ganhos de eficiência, poderia empurrar a demanda pra trás. Enquanto isso, crê que introdução de novas (e produtos) "anima" a demanda. (A meu ver, não é que eu discorde 100%, mas deveria enfatizar se o "superlucro" novo será poupado ou consumido pelos ricos em forma de bens ou serviços). Certo é que a ofer...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte IV

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      Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte IV Pgs. 76-98: 80 - O capítulo 4 é sobre "Mercados de bens e mercados financeiros: o modelo IS-LM". Por que Hicks teve de formalizá-lo?  Quando John Maynard Keynes publicou sua Teoria geral, em 1936, houve consenso de que seu livro era fundamental, porém, ao mesmo tempo, praticamente impenetrável. (Experimente ler e você concordará.) Ocorreram muitas discussões sobre o que Keynes “realmente quis dizer” . 81 - Bases: Descrevemos o equilíbrio do mercado de bens como a condição de que a produção, Y, seja igual à demanda por bens, Z. Chamamos essa condição de relação IS . Vai partir do Y = C(Y − T) + I ¯ ("investimento barra em cima dele, porque é dado") + G. 82 - Investimento costuma depender do nível da atividade econômica - demanda acima do esperado, crescente, acima da capacidade etc. ... Enfim, aumento do produto... - e da taxa de juros para empréstimos. Formaliza assim: 83 - ... Agora já...

Debates no Grupo de Economia (Facebook)

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                      Debates no Grupo de Economia (Facebook) Tem certeza de que tributar dividendos é melhor? 1 - Primeiramente, um artigo de Rodrigo de Losso e Joelson Sampaio para o Valor. 2 - Menciona que um Jornal da USP não encontrou correlações entre corte na tributação de dividendos - onde havia - e aumento de investimentos. Assim sendo. a instituição do imposto pode não diminuir o investimento. (...)  Em 2003 houve uma redução da alíquota máxima de impostos sobre dividendos de 38,6% para 15% no Estados Unidos. Havia uma expectativa que essa mudança impactaria positivamente os investimentos e a economia americana. No entanto, Danny Yagan estimou um efeito nulo da redução dos impostos sobre dividendos na economia real (investimento produtivo). Ou seja, a conclusão é: como reduzir impostos sobre os dividendos não aumentou os investimentos, aumentar os impostos não deve reduzi-los. 3 - Afirma que isso tendeu a afetar apena...