Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Gala

Gráficos XX - Política Industrial

Imagem
  - Dados e polêmicas sobre política industrial: .

YT - Paulo Gala - Um projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil e a obra de Ignácio Rangel (com Elias Jabbour)

  Um projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil e a obra de Ignácio Rangel 1 - Uma " live " com os dois e André Roncaglia e José Márcio Rêgo.  2 - O ISEB. Werneck Sodré e Rangel faziam parte.  Em 1958, no entanto, uma crise interna dividiu o instituto. O grupo liderado por Hélio Jaguaribe opôs-se à corrente da qual faziam parte Roland Corbisier e Alberto Guerreiro Ramos, favorável a uma ação menos acadêmica e mais engajada, e acabou deixando o instituto. 3 - Rangel se encontrou com Vargas e chegou a fazer parte da assessoria. 4 - Forma valor ser substituída pelo projeto criador de utilidades. A lei do valor vai sendo suprimida, segundo Elias, pela economia do projetamento. A China seria um exemplo. (Não vejo bem como é isso na pratica, para além da margem de lucro ínfima). Economia construtora de bens públicos, como transportes mais rápido. O economista/engenheiro de projetamento teria duas missões: troca do trabalho vivo pelo morto e criação de empregos. 5 - Range...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos VIII

  Os gastos públicos explicam a grande crise do Brasil? 1 - Em 2013, havia pressão inflacionária é déficit em conta corrente. Demanda excessiva. Salários subindo sem a correspondente produtividade. Exigia-se cautela. 2 - Critica a tática arriscada de segurar os preços públicos.  3 - Crê que houve uma bolha de crédito. Consumo e investimento se expandindo. Em 2012 para frente. 4 - Critica o ajuste traumático de Levy. Coloca que a tempestade perfeita veio com a queda do preço das commodities.  5 - Dólar subiu muito e continuou pressionando a inflação. 6 - Portanto, critica mais a gestão macroeconômica ruim que descontrole de gastos públicos. Até a conjuntura externa tem seu peso explicativo. O boom de credito da era Lula 7 - Vídeo baseado no livro de Laura Carvalho sobre a crise econômica de 2015. 8 - Crédito do Brasil dobrou entre 2002 e 2012. Pessoas passaram a ter acesso ao crédito. De 25 a 50% do PIB. Nos países desenvolvidos isso chega a 100, 150% ou mais (até porque o...

YT - Paulo Gala, Uallace Moreira - Live com Alberto Almeida

  Live com Alberto Almeida e Uallace Moreira sobre o milagre da Coreia do Sul 1 - As reformas vieram com a entrada na OCDE - reforma trabalhista e previdenciária. São 30% de autônomos.  2 - Coloca que os investimentos iniciais do desenvolvimento coreano vieram de empréstimos dos EUA. Park os centraliza nos bancos nacionais. Aproveitou-se da geopolítica favorável. Mais tarde, seria o Japão a emprestar. 3 - Até os anos 80, Park tinha uma lista de proibições de IED. Para entrar, tinha que nacionalizar 60 a 80% da produção. Remessa de lucros só com um percentual pequeno. Reinvestimento na Coréia era prioridade.  4 - Paulo fala contra subsídios até para multinacional no Brasil. Não só para indústria local. 5 - Coloca que o governo Park já deixou vários chaebols quebrar. Não era tão capitalismo de compadrio como se quer dar a entender. 6 - A lei de integração universidade-empresas de 2003 fez triplicar o número de publicações, afirma. .

YT - Paulo Gala, Uallace Moreira - Coreia do Sul e o sucesso asiático! (Parte 2)

 (continuação...) 9 - Cassiano observa que a única coisa que não deveria ser concentrado é o sistema bancário. E é justamente o que o Brasil concentra. 10 - Gala afirma que o sistema financeiro dos EUA não quer saber de financiar inovação de longo prazo. Prefere as bolhas imobiliárias da vida. 11 - Stiglitz crê que bancos públicos podem servir á política monetária, especialmente em crises. Afrouxar crédito, por exemplo. 12 - Uallace diz que criticam quando salvam alguma "chaebols", mas fecham os olhos para os EUA salvando geral na crise de 08. 13 - Quando chegou a época de privatizar os bancos, jogaram para chaebols. A financeirização. Entraram inúmeros bancos porém. Segundo Uallace, atuaram de forma irresponsável e geraram a crise de 1997. 14 - Paulo coloca que há uma corrupção forte na Ásia. China e Coréia. Afirma, porém, que o Estado não é uma mãe, vide as metas e punições.  15 - Jornada de 52 horas, que pode chegar a 64 horas porque horas extras são muito comuns. 16 - Sui...

YT - Paulo Gala, Uallace Moreira - Coreia do Sul e o sucesso asiático!

  Paulo Gala, Uallace Moreira e Gabriel Cassiano: Coreia do Sul e o sucesso asiático! 1 - Os próprios EUA fizeram a reforma agrária na Coréia do Sul e a educacional. Antes mesmo de Park. Os EUA não gostaram, porém, do general ter estatizado o sistema financeiro. 2 - Indica o texto "King Kong meets Godzilla" que compara as visões de Alice Amsden e Banco Mundial sobre o desenvolvimento coreano. Acho que é de Rodrik. Coloca que o BM ignora, por exemplo, as punições na política industrial. Ignora também o papel da ciência e tecnologia - engenharia reversa e posterior inovação -, algo que as multinacionais não ligariam. Ademais, Uallace é contra CEO, que só visariam o curto prazo. Gestão e propriedade continuaram ligadas. Propriedade familiar. 3 - Escopo e escala exigem concentração de mercado. Quando a KIA quebrou, a Hyundai que comprou. Governo proibiu a compra por multinacional. 75% do mercado de carros coreano é dominado por ela. Paulo coloca que esse "monopólio" é u...

YT - Paulo Gala e Uallace Moreira - Vídeos Diversos VII

  Sucesso da Coreia e fracasso do Brasil e Argentina: Por que? 1 - Não tem muita novidade. Só os "mapas" legais de Hidalgo e tal sobre o "S" do desenvolvimento. Países que "sobem" o S saem do "campo gravitacional" dos produtos simples. São puxados para o topo do "S" pela complexidade econômica no Gráfico "PIB PC x Índice de complexidade". 2 - Afirma que o caso irlandês tm muito a ver com ser um centro de atração de multinacionais que buscam imposto baixo para acessar o mercado europeu. POSCO, a gigante estatal do aço na Coreia do Sul 3 - Coloca que nem o Banco Mundial nem os chaebols topavam a empresa. Não era "vantagem comparativa". Park entendi que era estratégica e topou sozinho. Vinte anos depois o Banco Mundial considerou a empresa uma das siderúrgicas mais produtivas do mundo. Paulo acredita que produzia mais aço do que as três juntas do Brasil. Só foi privatizada em 1997. Governo ainda manteve uma boa particip...

YT - Paulo Gala - Debate Com Samuel Pessoa (Parte 2)

 (continuação...) 5 - Juros  reais . Samuel defende que não se trata de vontade do BC. Taxa de juros estrutural do país é alta porque se poupa pouco. Há oferta e demanda. Poupança e outros fatores micros. Caiu recentemente pela própria queda mundial - abre-se espaço na comparação - e, ainda, pelo desmonte da dinâmica explosiva gerada pelo teto de gastos (EC 95/2016).  6 - Outro elemento demográfico para a poupança alta da China é a presença de muitas famílias com um só filho. Baixa da taxa de fecundidade. (Por sinal, outro motivo pelo qual o do Brasil deveria cair também). 7 - Paulo observa que estamos com dívida altíssima, fiscal comprometido e poupança em mínimas de décadas. No entanto... recorde de juros baixos. 8 - Paulo diz que nossa limitação nos juros na verdade tem a ver com a dificuldade de gerar liquidez da moeda Real. Ela não passa a mesma confiança. Por isso, mesmo quando se baixa a taxa de juro de curto prazo, a ponta longa, que o governo controla menos, reag...

YT - Paulo Gala - Debate Com Samuel Pessoa

  Duelo do século, liberais e keynesianos: Live com Alberto Almeida e Samuel Pessoa 1 - Samuel é a favor de políticas industriais desde que bem desenhadas, com metas claras, diagnósticos e temporárias. Cita uma coreana de seis anos. Enquanto a automobilística está sendo protegida há sessenta no Brasil. Ademais, crê que sem poupança alta - inclusive das famílias - e educação generalizada, não adianta. 2 - Samuel coloca que a elevada taxa de poupança dos asiáticos (historicamente, por décadas) é um pacto social que tem a ver com elementos microeconômicos. Não é a política macro quem faz isso. Institucional. Como é o seguro público e a previdência... Como é o tributo... Isso gera os juros baixos como equilíbrio macro. Menciona, ainda, que a educação coreana gasta 3% do PIB para construir um sistema muito melhor que o do Brasil que gasta mais. (Samuel ignora o acúmulo. Educação de base lá começou décadas antes. Talvez possam gastar menos hoje, pois estão alinhados com o mundo já. Brasi...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos VI

  Trabalho infantil: por que não livre mercado? 1 - Paulo coloca que há uma série de aspectos da vida que podem ser contraproducentes numa lógica de mercado. Trabalho infantil, venda de órgãos, proibições de uso de algumas substâncias, etc. (Eu citaria trabalho escravo). Por que não "liberdade" irrestrita? Poder vender e comprar tudo conforme a oferta e demanda... 2 - CLT, moeda nacional e impostos são regras consensuais, âncoras jurídico-institucionais, que definam limites e configurações para o mercado. Um depende do outro. Estado e mercado. O Estado deve ajudar as empresa domésticas? Política industrial 3 - Subida na escada tecnológica e conquista do mercado mundial devem ser os nortes critérios da política industrial, a exemplos das metas de exportação. Lula e Dilma não trabalhavam com metas de sofisticação tecnológica e às vezes nem de exportação (atribui isso mais a Delfim). O governo ajudava uma Wege, mas também empresa de carne e soja. 4 - Coloca que a "Argentina...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos V

  Especial: o modelo chinês e como influenciará o futuro das democracias ocidentais 1 - Elias acha que Políticas de desenvolvimento demandam de uma estrutura macroeconômica correta. Juros altos, responsabilidade fiscal e metas de inflação rígidas atrapalham (não lidam bem com a sazonalidade de choques de ofertas, por exemplo, fiz ele) e etc. A estabilização monetária deveria ser só um período. China teria feito o contrário de FHC nos anos 90. 2 - Roberto Campos elogiava a Coréia ainda nos 50. iria se tornar um dos grandes países do mundo. Defendia uma desvalorização robusta desde Café Filho e JK. 3 - Elias coloca que o "núcleo duro" da economia chinesa são os conglomerados estatais. As empresas mais produtivas ficaram com o Estado, de elevada produtividade. A capacidade ociosa fica ao controle do Estado, assim como o sistema financeiro (bancos). 4 - Boa parte dos atuais empresários chineses (80% segundo Elias) são ex-camponeses. O desenvolvimento foi uma decisão política esta...

YT - Paulo Gala - Lançamento do curso “Milagre da China parte 1” (Live)

  Lançamento do curso “Milagre da China parte 1” por Elias Jabbour, Paulo Gala e Gabriel Cassiano 1 - Jabbour diz que na China foi constatado pela PricewaterhouseCoopers que 85% dos chineses acreditavam na política. Seria isso prova da legitimidade, chancela da população. Confiança no governo. Não imposição ditatorial. Afirma que o índice é de 15% na Inglaterra, 12% nos EUA e 5% no Brasil. Diz que negação da política é abrir espaço para o fascismo. 2 - Paulo afirma que os planejadores chineses estão obcecados em não cair na armadilha da renda média (28 a 29 min do vídeo).  3 - Elias afirma, invocando Rangel, que há empresas chinesas que já operam fora da lógica de preço, buscando apenas produção de valores de uso, o que explicaria a construção de um hospital em dez dias. Especialmente no setor estatal. É isso uma das decorrências do que chama de economia do projetamento, termo que Rangel já usava. Estatais totalmente voltadas a produção de bens públicos. O "projeto" vai subst...

YT - Paulo Gala - A China seguiu os passos de Japão, Alemanha e Itália!

  A China seguiu os passos de Japão, Alemanha e Itália! 1 - Coloca que, de Bretton-Woods, saíram câmbios fixos monitorados pelo FMI e fortes controles de capital (a conta-capital foi praticamente fechada, para conter instabilidades e crises como as do período entre guerras). 2 - Três países tiveram certo privilégio, afirma Paulo, com câmbios desvalorizados no Pós-Guerra, justamente os da reconstrução: Alemanha, Itália e Japão. 3 - Coloca que a Ásia em geral, nas últimas décadas, seguiu a receita de Bretton-Woods, focando no aumento das exportações.  4 - Coloca que o iene era 300 ou 400 pro dólar por exemplo (hoje é 100, acho que em Plaza chegou a uns 80). 5 - Paulo coloca que a China tem boa parte do PIB em exportações para os EUA, por mais que o mercado interno também seja forte. Então um é meio que dependente do outro. Coloca que Trump não gosta disso como Reagan não gostava dos produtos japoneses invadindo os EUA. Fala-se em "dumping cambial". 6 - Plaza foi o início da End...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos IV

  O sucesso da China e o fracasso do Brasil: Manaus x Shenzen 1 - Afirma que os erros do Brasil dos anos 70-80 foi a aposta na industrialização a cargo das multinacionais, sem se preocupar com transferência de tecnologia, como fizeram os asiáticos. 2 - Também critica o fechamento excessivo nos 80: tarifas imensas e proibições de algumas importações, tudo como desespero para gerar divisas a fim de que se aguentasse a armadilha dos juros da dívida externa.  Os erros da auditoria cidadã da dívida 3 - Afirma que as reservas internacionais/cambiais do BC exigiram emissão de dinheiro. Para retirar liquidez e não explodir inflação de uma economia já aquecida, chegam as compromissadas (dívida). Deixar esse dinheiro (liquidez) despejar na economia seria levar Selic a zero e abrir mão de qualquer controle da inflação durante isso, arcando com os riscos da medida.  O grande erro do Brasil!   4 - Compras governamentais; conteúdo nacional; tarifas de importação e subsídios. Todos...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos III

  A politica cambial no milagre chines 1 - Coloca que a China até hoje (2018) faz política cambial agressiva. Câmbio praticamente fixo. Um dos poucos países do mundo. Manter a moeda competitiva/desvalorizada é objetivo. Controle de capitais de todo tipo, barreiras de entrada e de saída. "É muito difícil colocar e tirar dinheiro da China".  2 - Relação yuan dólar nominal: Coloca que a desvalorização nas últimas décadas do yuan foi brutal (certa apreciação razoável entre 2005 e 2015, mas ainda bem desvalorizada). Yuan nasceu cerca de 2.8/dólar e chegou a valer 8/dólar. Salários baixos e escala fizeram o resto. Custos unitários de produção muito baixos. A manufatura brasileira e mexicana não tinha como concorrer. 3 - Salários reais subiram agora a nível até maior que os "ex-rivais".  Instituicoes e produtividade no Brasil 4 - Sobre Douglas North. E as diferenças de produtividade intra-arcabouço institucional? Exemplo: todos os estados da federação brasileira têm mesmas...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos II

Livre comércio com a China seria mortal 1 - Acredita que levaria a uma superespecialização em bens primários. Defende que o Brasil faça acordos bilaterais ou multilaterais do tipo apenas com países que tenham "pib per capita e/ou know-how tecnológico" semelhantes. Comércio intra-indústria. Isso seria muito bom. Não integração com desnível. Seria tiro de misericórdia na indústria. 2 - Aprendizagem tecnológica gera poder de monopólio. Um país ou empresa está sempre em vantagem (o tal do jogar futebol em plano inclinado) 3 - Comércio do ponto de vista estático gera vantagens indiscutível - cada um faz o que sabe fazer melhor.  Vantagens comparativas. No dinâmico é que mora a discussão. O que teria escala já consolidada e conhecimento adiantado condenaria o "atrasado/emergente" a ficar sempre "na dele", a se especializar na atividade menos rentável. Tipo um ótimo prestador de serviço doméstico versus um técnico em informática fazendo trocas "justas"....

YT - Paulo Gala - Brasil uma Economia que não aprende!

  Brasil uma Economia que não aprende! 1 - Paulo coloca que o Brasil produzia tanque, caminhão, cilindro de mergulho, elevadores etc. O conteúdo tecnológico estava começando a surgir, porém acabaram morrendo nos anos 80, na virada para os 90. Era indústria infante. Ainda não havia escala para concorrer com as multinacionais. Exemplos recentes também. Boeing ia comprar a Embraer. A empresa do troller foi comprada também. Afirma que uma amiga dele ficou milionária articulando transações de multinacionais comprando as brasileiras inovadoras. O empresário brasileiro aproveita a oportunidade, até pelas dificuldades tributárias, juros altos, infraestrutura ruim e etc. 2 - Indicação de leitura é o livro "Brasil, uma economia que não aprende". Discute modelos de crescimento (Solow, Romer, Stiglitz etc.); vantagens comparativas. List, Ricardo, Cepal etc.  3 - Cita ainda Alice Amsden, especialista em Ásia, "The Rise, The Rest" comparando Brasil, México, Argentina e a Ásia. Mu...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos I

  Japoneses preguiçosos e alemães traiçoeiros! A verdadeira história do capitalismo 1 - Comenta trecho do "Maus-samaritanos" de Chang. Consultores australianos que queriam instalar uma fábrica no Japão, por exemplo, afirmaram, em sua visita a outras fábricas por lá, que os japoneses eram preguiçosos demais, desorganizados e não sabem trabalhar. "Com essa cultura não vai dar"... "Nunca vão nem ser capitalistas direito porque não são aptos ao trabalho". A "cultura oriental" e religião confucionista, em tese, impediam o capitalismo. Hoje é virtude pró-capitalismo na boca dos propagandistas. 2 - Comenta do falta de respeito à patentes e direitos autorais na Suíça e Alemanha no Século XIX ao que entendi.  3 - Considera que os dois países talvez com maior histórico de protecionismo rumo ao desenvolvimento sejam EUA e Inglaterra. Chang critica gente como o Friedman do "Terra é plana" que insinua que o Japão cresceu por ser aberto, sendo que ho...

YT - Paulo Gala - Por que a produtividade no Brasil é baixa?

Imagem
  Vídeos Diversos: Por que a produtividade no Brasil é baixa? 1 - As pessoas podem ser produtivas e educadas, mas se não houver estrutura produtiva, esse avanço na escolarização ou mesmo qualidade não irá se refletir na economia. A estrutura setorial de emprego brasileira é ruim. Não haverá ganhos significativos de produtividade. Defende, por exemplo, que se o trabalhador brasileiro imigrasse ou fosse transportado a outro país, poderiam produzir muito mais. 2 - Fala da "doença de Baumol"- https://pt.wikipedia.org/wiki/Doen%C3%A7a_dos_custos_de_Baumol . Wiki:  Envolve um aumento de custos em atividades que não experimentaram aumento da produtividade. Isso aparentemente vai contra a teoria de economia clássica que os salários estão intimamente ligados a mudanças de produtividade do trabalho  (...) A Doença de custo do Baumol é frequentemente usada para descrever as consequências da falta de crescimento da produtividade no setor quaternário da economia e serviços públic...