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Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Capítulos 7 e 8

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                                                         Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) Pgs. 95-105 " CAPÍTULO 7 : "Barreiras Estruturais à Entrada ( David Kupfer) " 100 - "Mistérios":  Estudos empíricos ... revelam que raramente grau de concentração e economias de escala são suficientes para explicar a estrutura industrial. O tamanho mínimo econômico (ou EME – escala mínima eficiente – ver Capítulo 3) quase nunca supera a casa de 10% do tamanho do mercado assim como o crescimento dos custos médios de produção de fábricas com escalas subótimas geralmente é de pequena monta . 101 - A partir do trabalho pioneiro de Joe S. Bain nas décadas de 1940 e 1950, ganhou corpo nas teorias de Economia Industrial a ideia de que o principal fator na determinação dos preços e da lucratividade em uma in...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXVIII

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                              Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXVIII Pgs. 945-964: CAPÍTULO 34 : "O bem-estar" 828 - Explica em alguns exemplos simples o Teorema da Impossibilidade de Arrow e conclui sobre o mesmo: ... é bastante surpreendente. Ele mostra que três características muito desejáveis e plausíveis de um mecanismo de decisão social são incompatíveis com a democracia: não há forma “perfeita” de tomar decisões sociais, nem de “agregar” as preferências individuais para construir uma preferência social. Se desejarmos encontrar um meio de agregar as preferências individuais para formar as preferências sociais, teremos de desistir de uma das propriedades de um mecanismo de decisão social descrito no Teorema de Arrow . (Apesar disso, "geral" segue na "votação majoritária" mesmo). Abaixo vale relembrar o quadro dessas propriedades: 829 -  Uma forma de obter preferências s...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XVIII

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  Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XVIII Pgs. 470-495: 405 - O capítulo 22 é sobre "fronteiras da microeconomia". Vai começar pela informação assimétrica.  406 -  A relação de emprego é o exemplo clássico. O empregador é o principal e o trabalhador é o agente. O problema do risco moral é a tentação de trabalhadores inadequadamente monitorados de fugir às suas responsabilidades. O trabalhador é o único que sabe o quanto está se esforçando. As possíveis respostas do empregador são: a) salários de eficiência (" Um trabalhador que receba um salário superior ao de equilíbrio tem menos  chances de esquivar-se do trabalho porque, se for observado e demitido, pode não ser capaz de encontrar outro emprego que remunere tão bem "); b) melhor monitoramento; c) pagamento adiado ( Um exemplo de pagamento adiado é a gratificação de fim de ano. De forma similar, uma empresa pode optar por pagar a seus empregados mais adiante em suas vidas ). 407 - Jatinhos e fe...

YT - Lives e Vídeos de Economia - André Lara Rezende ... - "Juros, Moeda e Ortodoxia" - Parte II

  (continuação...) 15 - Pessoa acha que Gudin foi "derrotado" porque a sociedade brasileira se recusava a sofrer no curto prazo para crescer com inflação baixa mais à frente. Ninguém sabe (não há uma teoria monetária muito boa na economia, defende) como debelar inflação de dois dígitos sem custos sociais, recessão etc. Afirma que o Brasil conviveu com alguma inflação, salvo curtas interrupções (cita Castelo Branco), do pós-guerra até 1994. Hiperinflação basta fazer a "solução URV", digamos, que permite a completa coincidência da remarcação de preço sem causar recessão e desemprego (que é a solução Volcker). 16 - Afirma que os dados do livro de Furtado vêm todos do ótimo livro de história econômica de Roberto Simonsen. Por sinal, André vai lembrar mais tarde que o Plano Trienal de Furtado era bastante ortodoxo (usando TQM). Não aprofunda.  17 - Passa rapidamente pela teoria das "gerações sobrepostas" que dá razão de existência às moedas. A dívida hoje em di...

Econ - Textos Variados LVII

  Para Acabar de Vez Com a Mão Invisível : 117 - No equilíbrio de Nash, “ cada empresa maximiza os lucros e cada consumidor maximiza a utilidade levando a um resultado de lucro zero em que o preço é igual ao custo marginal ”. … “ um jogo finito não cooperativo tem sempre pelo menos um ponto de equilíbrio ”. Defende-se que Nash seria diferente de Smith: “ O bem-estar social é maximizado quando cada indivíduo persegue o seu bem-estar, sob a consideração do bem-estar dos demais agentes que consigo interajam ” 118 - As críticas feitas a Samuelson não sei se se aplicam, pois não sei a extensão que este dá a Pareto e Nash.   Paradoxo do Voto : 119 - O arquivo é pequeno e diz tudo. Explicá-lo aqui seria repetir tudo que está lá. E é logicamente perfeito. Conclusão que se tira: Teorema da impossibilidade de Arrow: é impossível termos a garantia de qualquer regra da maioria que leve a economia para a eficiência. (...) O paradoxo do voto tem uma implicação desagradável: a ordem de ...