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Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXXII

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                                  Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXXII Pgs. 1070-1100: CAPÍTULO 38 : "Informação assimétrica" 913 - Premissa do problema:  se a informação sobre a qualidade tiver um alto custo para ser obtida, então não será mais plausível que compradores e vendedores tenham as mesmas informações sobre os bens comercializados. 914 - Apresenta o conhecido problema do mercado de carros usados. Os "limões" de Akerlof. Por sinal, ele explicou melhor até do que li nos outros livros (mesmo dando para entender neles), o que mostra que Varian podia explicar tudo de forma bem simples e concreta se quisesse rs. Por exemplo: " ... O proprietário de um carro ruim está disposto a desfazer-se dele por US$1.000 e o proprietário de um carro bom está disposto a desfazer-se dele por US$2.000. Os compradores de automóveis estão propensos a pagar US$2.400 por um carro bom ...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXVII

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                             Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXVII Pgs. 912-944: CAPÍTULO 33 : "A Produção" 803 -  O conjunto mínimo de participantes que podemos ter para estabelecer um problema interessante é um consumidor, uma empresa e dois bens. O nome tradicional para esse modelo econômico é economia de Robinson Crusoé. 804 - Nenhuma novidade abaixo, mas vale relembrar o ponto de partida: 805 - ... o produto marginal de uma hora extra de trabalho tem de se igualar à taxa marginal de substituição entre lazer e cocos .  Se o produto marginal fosse maior do que a taxa marginal de substituição, valeria a pena para Robinson abrir mão de um pouco de lazer para obter cocos extras ... 806 - Crusoé resolveu criar uma empresa com ele mesmo como acionista, trabalhador e vendedor. "Depois", ele mesmo compra a produção com 1 unidade monetária (preço numerário)... 807 - Toda a pataco...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XV

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                    Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XV Pgs. 542-570: CAPÍTULO 20 : "Maximização dos lucros" 464 - Premissas/incógnitas - o simples numa linguagem chata: Suponhamos que a empresa produza n produtos (y1 , ..., yn) e utilize m insumos (x1 , ..., xm). Sejam os preços dos bens produzidos (p1 , ..., pn) e os preços dos insumos (w1 , ..., wm). O lucro que a empresa recebe, π, pode ser expresso como 465 - ...Ou... receitas menos custos. Inclusive os custos de oportunidade de não estar vendendo a força de trabalho ou arrendando uma propriedade ou emprestando/aplicando dinheiro. 466 - Como calcular o "custo de oportunidade" ou "taxa de aluguel" das máquinas?  Em muitos casos não há um mercado muito bem desenvolvido para o aluguel de máquinas, já que as empresas costumam comprar seus equipamentos. Nesse caso, temos de calcular a taxa de aluguel implícita mediante a verificação de quanto custaria com...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XIV

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                     Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XIV Pgs. 494-521: CAPÍTULO 18 : "Leilões" 416 - Diferencia "leilões de valor privado" de "leilões de valor comum". No último, menos habitual, o valor do bem visado é meio que o mesmo para todos. Não é um quadro ou obra de arte. É um leilão de direitos de perfuração de petróleo, por exemplo. Estimativas podem até variar, mas o valor da mercadoria petróleo não depende dos arrematantes. (Não deixa de ser uma divisão meio artificial, afinal, nenhum bem tem valor dependente inteiramente de uma pessoa só num mercado livre e com "homo economicus", mas ok, deu pra entender). 417 - O leilão inglês é o que vemos nos filmes e TV. Cada um vai jogando seu preço de reserva. Já no leilão "holandês", o leiloeiro inicia com um preço alto e o reduz gradualmente, até que alguém o adquira . Na prática, o “leiloeiro”, frequentemente, é um instrumento mecânico, como um disc...