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Mostrando postagens com o rótulo Balanço de pagamentos

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 12 e Epílogo

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                                                             Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 320-353 " CAPÍTULO 12 : "Todas as coisas em prolífica abundância” -  A DIMENSÃO INTERNACIONAL " 273 -  Em 1792, George III da Grã-Bretanha mandou Earl Macartney para a China como seu enviado especial. Macartney tinha a missão de convencer o imperador chinês, Qianlong, a permitir que a Grã-Bretanha fizesse comércio livremente em toda a China, não apenas no Cantão (Guangzhou), que era então o único porto aberto a estrangeiros. Naquela época, a Grã-Bretanha estava tendo um grande déficit com a China (e aí, qual a novidade?) em grande parte devido ao recém-descoberto gosto pelo chá . Falhou. A China mandou como resposta que o livre-comércio com o Cantão era só um favor. "... nosso Império Celestial possui todas as...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 12

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                             Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI Pgs. 543-586 " CAPÍTULO 12 : "A desigualdade mundial da riqueza no século XXI " 486 - Eu nem sabia disto aqui:  No limite acadêmico, é de bom tom não ter muito apreço pelas listas de maiores fortunas publicadas por revistas (Forbes, nos Estados Unidos, e várias outras mundo afora). De fato, esses dados apresentam vieses graves e sérios problemas metodológicos (e isso é um eufemismo). Mas eles têm o mérito de existir e de tentar responder da melhor maneira possível a uma grande e legítima demanda social de informação sobre uma questão bem relevante dos nossos tempos: a distribuição mundial da fortuna e sua evolução. (...)  A lista foi liderada por um bilionário japonês de 1987 a 1995, depois por um americano de 1995 a 2009 e, finalmente, por um mexicano desde 2010 . (Livro é de 2012). 487 - Dados do ano do livro:  Lembremos ...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 3

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                   Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI SEGUNDA PARTE - A DINÂMICA DA RELAÇÃO CAPITAL/ RENDA Pgs. 138-174 " CAPÍTULO 3 : "As metamorfoses do capital " 107 - Século XIX: os tempos de Austen e Balzac.  O patrimônio parecia existir para gerar rendas de propriedade, ou seja, rendas seguras e regulares para quem o possuía, sobretudo na forma de terras ou de títulos da dívida pública. 108 - ...São naturezas diferentes porém. Dívida não é bem riqueza nacional, terra é.  A dívida pública não é nada mais do que um crédito de uma parte do país (aqueles que recebem os juros) junto a outra (aqueles que pagam os impostos): deve-se, portanto, excluí-la da riqueza nacional e incluí-la na riqueza privada . (...)  Embora a dívida pública neste início de século XXI ainda esteja longe de ter retornado aos níveis astronômicos do início do século XIX, ao menos no Reino Unido, ela está muito próxima dos picos histórico...

Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social - Capítulos 3 a 5

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                  Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social Pgs. 93-121 " CAPÍTULO 3 : "CONTAS NACIONAIS: PROBLEMAS DE MENSURAÇÃO " 61 - Problemas de mensuração podem ser de vários tipos. Começam falando da inflação. Em tese, basta deflacionar usando índices e tal. Tem-se um desafio adicional.  O principal problema advém do fato de que os ativos oferecem um rendimento a seus proprietários e esse rendimento vai aparecer na contabilidade nacional sob a forma de pagamento a fator — por exemplo, o capital físico produz o rendimento aluguel ou lucro e o capital monetário produz o rendimento juro. Acontece que, para alguns deles, particularmente para determinados ativos financeiros, o rendimento produzido pode não constituir rendimento real. Se a inflação entre o inicio e o fim do período for muito elevada, o rendimento produzido por esses ativos pode estar tão-somente recompondo o valor nominal do próprio ativo (ou...