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YT - Mussolini e a ascensão do FASCISMO

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  Mussolini e a ascensão do FASCISMO 1 - Vídeo de 2020 do canal "Leitura ObrigaHISTÓRIA". Vídeo baseado no livro Donald Sassoon: Mussolini e a ascensão do Fascismo. 2 - Coloca que a popularidade da "guerra para acabar com todas as guerras" é contestada por alguns historiadores. O que é inegável é que grandes parcelas da população ficaram empolgadas. Especialmente os homens. Todos pensavam que a guerra seria rápida e decisiva. 3 - Quem mais se opunha à guerra? Católicas e socialistas. A Itália, porém, estava tentando tirar o atraso da corrida colonial pela África. Queria reverter as vergonhosas derrotas anteriores. 1896 tomaram surra dos etíopes e foram inclusive castrados. Só em 1911 e 1912 a Itália teve sucesso tomando a Líbia e parte das ilhas que estavam com a Turquia. Os nacionalistas se fortaleceram com isso, mesmo tendo os liberais e os católicos ("cruzada contra os bárbaros pagões") apoiado essas guerras.  4 - Socialistas e liberais do parlamento vi...

YT - John Maynard Keynes e o Keynesianismo

  John Maynard Keynes e o Keynesianismo 1 - Marshall, professor de Keynes, criticava o excesso de racionalismo dos marginalistas. Como se a razão legitimasse a prever várias consequências.  2 - Keynes estava no "grupo dos apóstolos" de Cambridge lá na universidade. B. Russell e Whitehead também. 3 - Probabilidade: "o grau de crença que é razoável manter". Definição de Keynes aos 23 em sua tese de doutorado. Ênfase na imprevisibilidade das ações humanas. Wittgenstein criticou duramente. A lógica não é objetiva, mas uma propriedade discursiva (propriedade das palavras). Não há correspondência entre a lógica e a realidade/objetividade física ou natural. Seria uma espécie de idealismo platônico. (Entendi muito? Não). 4 - Em 1911, Keynes já era um nome relevante no mercado de ações. 5 - No pacto de Versalhes, Keynes queria uma espécie de Plano Marshall. Lançará, depois, "As consequências econômicas da paz", criticando os marginalistas e o marxismo. 6 - Aumento ...

Econ - Hjalmar Schacht e a Economia Alemã (1920-1950) - Discussão Monetária III

 (continuação...) 602 - Sinuca de bico: Entendia também que os empréstimos externos estavam servindo para a compra de bens industriais no exterior, o que prejudicava a criação interna de empregos: “Moeda estrangeira só pode ser gasta no exterior. Provoca o aumento das importações, especialmente produtos manufaturados. A manufatura alemã seria penalizada, o que geraria desemprego” (Ibid., p. 274). O desemprego permaneceu elevado na segunda metade dos anos 1920 (acima de 1 milhão de desempregados), mesmo com a economia alemã crescendo consideravelmente. Segundo Fano (1981), o aumento da produtividade na indústria alemã era o principal responsável pelo desemprego elevado naquela época.  603 - Trata em detalhes do processo de negociação de Schacht para continuar enrolando o pagamento das indenizações. Ademais, pedia os territórios de volta, para escândalo geral. Porém, continuavam com a faca no pescoço apesar das conquistas e folgas: ... o grande fator negativo era o valor estipul...

Econ - Hjalmar Schacht e a Economia Alemã (1920-1950) - Discussão Monetária I

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  Hjalmar Schacht e a Economia Alemã (1920-1950) - Discussão Monetária : 582 - Política monetária de Schacht: retirou seu país da grande depressão dos anos 1930, acabando com o desemprego de cerca de 40% da força de trabalho, sem causar pressões inflacionárias. Tornou a Alemanha uma superpotência no final da mesma década, levando o presidente do país a ser eleito pela revista norteamericana Time o “homem do ano de 1938”. O presidente era Adolf Hitler.  583 - Mostrava-se um liberal, contra a intervenção do Estado na economia e a favor do livre-comércio. No Instituto de Economia, escreveu artigos defendendo uma política de comércio exterior que privilegiasse a exportação de bens industriais em vez de matérias-primas e produtos semi-industrializados. Isso em 1901.  584 - Foi diretor de banco. Segundo Schacht, um banqueiro não precisava ser bom de matemática: “(...) o importante é o domínio de outras artes: psicologia, por exemplo, conhecimento de economia, bom senso, a capac...

Marxistas - Textos Diversos LXXXI

  Rafael Poch - O Verdadeiro Terror de Staline : 1348 - Trata-se de um texto de um jornal de direita criticando a “hiperinflação” no número de mortos da URSS. 1349 - Zemskov documentou que entre 1921 e 1953 foram «reprimidas» quatro milhões de pessoas. De entre elas, o regime soviético fuzilou por motivos políticos cerca de 800 mil pessoas, em concreto 799 455. Também se pôde estabelecer que no momento culminante da repressão stalinista, o «grande terror» dos anos 1937-1938, na URSS foram efectuadas 2,5 milhões de detenções. 1350 - Causa dos números errados, como o de Robert Conquest: “Quando no Verão de 1941 os alemães tomaram a cidade russa de Smolensk, conseguiram apoderar-se do arquivo local, intacto, da máquina repressora stalinista. Quando os alemães perderam a guerra, o arquivo de Smolensk passou para as mãos dos americanos. Conquest, um típico «guerreiro frio», um cruzado da guerra-fria, extrapolou os dados da repressão na região de Smolensk para todo o país, um métod...

João Bernardo - Textos diversos - Parte X

  Marxismo e Nacionalismo (III) - O Partido Comunista Alemão e a Extrema-Direita Nacionalista : 247 - Em 1923, o soviético Karl Radek (que chegou a ser o número 2 na URSS) censurava os comunistas alemães por não disputarem com a extrema direita as camadas fora do proletariado mas atingidas pela crise. O discurso era pra ser: " só a classe operária, depois de ter alcançado a vitória, conseguirá defender o território alemão, os tesouros da cultura alemã e o futuro da nação ". Discurso germanista na veia… 248 - Com essa nova orientação, um jornal nazi chegou a guardar certa simpatia ao movimento comunista, pelo que entendi de um trecho entre aspas de Radek. Tratava-se de “colocar a nação em primeiro lugar”. 249 -  Comentando apreciativamente este discurso, Zinoviev, que era então a figura cimeira da III Internacional, elogiou o Partido Comunista alemão pelo facto de não interpretar «o seu carácter de classe num sentido corporativista» 250 - Radek confundia comunismo e nação em m...