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Mostrando postagens com o rótulo Dinheiro

Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics - Capítulo 42

                                                                                                                                        Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics Pgs. 721-746 " CAPÍTULO 42 : "DINHEIRO, PREÇOS E INFLAÇÃO " 516 - Defendem a maior liberdade para os preços possível, já que são os grandes sinalizadores da economia. Exemplo: Como as taxas de juros nominais (do tipo que vemos cotadas todos os dias) respondem a expectativas mutáveis sobre o futuro poder de compra do dinheiro, as mudanças nas taxas de juros reais são obscurecidas, então os recursos são mal al...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 5 (PARTE "B")

                                                                                 Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 265-301 " CAPÍTULO 5 : "Dinheiro " 208 - O dinheiro de crédito é o mais importante dos tipos de dinheiro emanados do Estado A . Já nem lembro mais. Imagino que sejam os empréstimos bancários, títulos privados e afins? A principal distinção entre as notas e o dinheiro de crédito resulta da emissão centralizada das primeiras, enquanto o outro é emitido descentralizadamente, por qualquer unidade econômica, no decurso de seu funcionamento normal. É por isso errado chamar-lhe dinheiro bancário, já que este tipo elementar de crédito não se restringe às instituições financeiras e faz parte das operações correntes de qualquer unidade e...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulos 4 e 5 (PARTE "A")

                                                                               Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 235-251 " CAPÍTULO 4 : "Repartição da mais-valia " 182 - O sobrelucro resulta da desigual repartição da mais-valia entre os capitalistas . (...)  É precisamente nesta parte de valor não aproveitada pelos capitalistas retrógrados que tem origem o sobrelucro de que se beneficiam os capitalistas inovadores . 183 - A distinção que ele faz entre repartição e apropriação da mais-valia ficou no plano abstrato pra mim. Quais os efeitos práticos dessa diferenciação, por exemplo? 184 - Os mecanismos da mais-valia relativa suscitam uma produção de nova mais-valia incomensuravelmente superior à fração destruída, mas disso são os capitalistas das empres...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "B")

                                                     Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 108-117 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 90 - Austríaca:  Resumo: Ninguém sabe o suficiente; então deixemos todo mundo em paz . Grande diferença metodológica com os neoclássicos. Partem da racionalidade limitada:  Ela vê a racionalidade humana como algo severamente limitado. Seu argumento é que o comportamento racional só é possível porque nós, seres humanos, limitamos de forma voluntária, embora inconsciente, as nossas opções, aceitando sem questionar as normas sociais. “O costume e a tradição se interpõem entre o instinto e a razão”, entoou Hayek. 91 - Aqui Chang está de sacanagem com os neoclássicos, mas ok: ... Assim, os austríacos dizem que o livre mercado é o melhor sistema econômico ...

Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social - Capítulos 6 e 7

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                   Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social Pgs. 199-214 " CAPÍTULO 6 : "A MOEDA: IMPORTÂNCIA E FUNÇÕES " 127 - Diferenciam economia do escambo, na qual já há excedente e alguma troca, de economia monetária, intermediada pela moeda. Esta última elimina a necessidade de coincidência de desejos que há no escambo. 128 -  Se um bem qualquer não for unidade de conta, ele poderá ocasionalmente funcionar como meio de troca, mas não será moeda . Quando é unidade de conta, o bem tem o mesmo valor monetário/preço pra todo mundo. Não há valoração subjetiva, digamos assim. Ninguém vai trocar/comprar uma nota de dez reais qualquer por onze reais.  129 - Moedas não precisam ser usadas imediatamente. A moeda permite-nos alocar nossas transações no tempo de acordo com nossas conveniências, e e nesse sentido que ela funciona como reserva de valor. Há outros bens são reservas de valor até melhor...

Livro: Krugman et al. - Economia Internacional (2015) - Capítulos 14 e 15

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        Livro: Krugman et al. - Economia Internacional (2015) Pgs. 290-318 " CAPÍTULO 14 : "Taxas de câmbio e mercado de câmbio estrangeiro: uma abordagem de ativos " 259 - A "depreciação competitiva" ocorreu também na longa Crise de 29.  Em setembro de 2012, quando muitas moedas de países industriais sofreram depreciação por causa do crescimento econômico lento, o ministro da fazenda do Brasil acusou os países mais ricos de travar “guerras cambiais” contra as economias de mercado emergentes mais pobres . 260 - Principais atores do mercado cambial:  O comércio monetário estrangeiro entre bancos, chamado de negociação interbancária, representa muito da atividade no mercado cambial estrangeiro. Na verdade, as taxas de câmbio listadas na Tabela 14.1 são taxas interbancárias, que os bancos cobram uns dos outros. Nenhuma quantia abaixo de um milhão de dólares é comercializada nessas taxas. As taxas disponíveis para clientes corporativos, chamadas d...

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulos 11 e 12

                                                                                                                                                                     Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 114-125 " CAPÍTULO 11 : "O Grande Ataque " 94 - Os primeiros socialistas: Este ataque se deu especialmente na França, liderado por Claude Henri Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837), Louis Blanc (1811-1882) e Pierre Proudhon. Pouco depois, na Alemanha, Ferdinand Lassalle (1825-1864) e Ludwig Feuerbach (1804-1872) fizeram críticas semelha...