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Mostrando postagens com o rótulo Securitização

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 11

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                                                                                                           Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 388-409 " CAPÍTULO 11 : "A GRANDE RECESSÃO " 375 - Consequências da falência e picaretagens da Enron:  Em julho de 2002, George Bush assinou a reformulação mais ampla da governança corporativa desde os anos 1930, a Lei Sarbanes-Oxley, endurecendo as regras para auditorias e prestações de contas das corporações, além de, o mais importante, forçar as autoridades corporativas a assumirem mais responsabilidade pelos erros. 376 - Consequências econômicas do ataque de 11 de setembro:  A economia sofreu uma grande contração. A inflação caiu para 1,1% — e ameaçava...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 8

                                                          Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 223-251 " CAPÍTULO 8 : "Problemas no Banco Fiduciário Fidelity " 176 - Começa falando dos casos de corrida aos bancos. Por vezes, basta crerem numa profecia autorrealizável. Se houver base real então...  Vimos exemplos disso na esteira da crise financeira global de 2008. Os clientes faziam fila na frente das agências do banco Northern Rock no Reino Unido, enquanto os depositantes on-line no Reino Unido e na Holanda congestionavam o site do Icesave, o braço na internet do banco islandês Landsbanki, que estava quebrando .  177 -  A capacidade dos bancos de criar dinheiro novo (isto é, o crédito) é comprada exatamente à custa da instabilidade — ou seja, o risco de haver corridas aos bancos. Mas há outra dificuldade:...

Livro: Fernando Carvalho ... and Sicsu - Economia Monetária e Financeira - Capítulos 20 e 21

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                                                                                                                                     Livro: Fernando Carvalho, Luiz Fernando De Paula and Joao Sicsu - Economia Monetária e Financeira (2007) Pgs. 297-313 " CAPÍTULO 20 : "INOVAÇÕES FINANCEIRAS E TRANSFORMAÇÕES ESTRUTURAIS DOS SISTEMAS FINANCEIROS " 269 - Do pós-guerra até o fim dos anos sessenta, vigorou Bretton Woods: Entre as medidas mais importantes estavam o estabelecimento de mecanismos de ajuste das taxas de câmbio, se fossem detectados desequilíbrios fundamentais; a definição de mecanismos de ajuste aceitáveis pelos participantes do sistema quando des...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXX

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        Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXX Pgs. 535-555: 532 - O (último) capítulo 28 se chama " A crise global ". O livro foi escrito em 2007, mas Blanchard adicionou tal capítulo em 2010. Afirma que já havia sinais de desaceleração em 2007. 533 - ... Essa diferença (primeiro gráfico), entretanto, ressalta que os países em desenvolvimento apresentam um crescimento médio maior do que os países desenvolvidos, mas a queda no crescimento foi praticamente igual para os dois. A crise foi realmente global . 534 - Quanto ao preço das moradias, que foi o estopim, alguns argumentavam que as taxas de juros excepcionalmente baixas e maior disposição para empréstimos subprimes justificavam a escalada. Em 2006, 20% de todas as hipotecas norte-americanas eram desse tipo . (...)  A julgar pelo passado, a premissa de que o preço da moradia não cairia parecia razoável, visto que já haviam resistido, por exemplo, à recessão de 2000-2001. Shiller e...

Econ - Textos Variados XXXII (CCE)

  Denise Gentil - A Falsa Crise do Sistema de Seguridade Social no Brasil : 135 - Afirma que a América Latina parece querer imitar, parcial ou totalmente a rota dos anglo-saxões: Nos países anglo-saxões ocorreu o que Esping-Andersen (1995) chamou de rota neoliberal, implicando em redução da proteção social, incentivos a expansão de planos privados de capitalização individual, flexibilização do mercado de trabalho e dos salários por meio da redução do peso de encargos sociais e depreciação do salário mínimo legal. O enfoque que predominou foi de liberalização e de ênfase maior na focalização dos benefícios. Para Esping-Andersen (ibid), o aprofundamento da desigualdade e o crescimento dos níveis de pobreza são comuns aos casos dos países de rota liberal. Em contraste, na Escandinávia, onde os welfare states eram mais abrangentes e universalistas na cobertura e ficaram mais preservados depois de ajustes marginais, houve estabilidade ou até mesmo declínio na desigualdade e nenhum dos...