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Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "C")

                                                      Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 118-136 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 103 -  A escola institucionalista — o velho e o novo? Resumo: Os indivíduos são produto da sua sociedade, embora possam mudar as regras . O velho nasce com Veblen:  Veblen também tentou entender as mudanças na sociedade em termos evolucionários, se inspirando na então recente teoria de Charles Darwin . O individuo não é sempre e nem precisar ser aquele egoísta/racional. 104 - ... Foi proclamada oficialmente como escola institucionalista em 1918, com a bênção de Veblen, sob a liderança de Wesley Mitchell (1874-1948), aluno de Veblen e na época líder do grupo. O New Deal teria muitos envolvidos dessa escola. Para Chang, o referido programa ...

YT - Edmund Burke e o Pensamento Conservador Liberal

  Edmund Burke e o Pensamento Conservador Liberal 1 - Era um filósofo irlandês. Pai do conservadorismo liberal. Era o mais à direita que um liberal poderia ser. Paine era seu antípoda dentro do liberalismo. Contemporâneo. 2 - Burke foi eleito por um "grupo podre" do Partido Wigh. Liberais do Reino Unido. O parlamentarismo inglês era cheio de corrupção. Havia cidades que nem existiam e elegiam deputados. (Enfim, o liberalismo daqui não era corruptela do de lá). Cidades falsas elegiam mais deputados que Manchester, muitas vezes. Old corruption eram um termo usado.   3 - Defendeu a autonomia das colônias. Criticava o excesso de autoritarismo de George III, que estava "louco". Criticava a pena de morte contra católicos e homossexuais.  4 - Burke criticou a Revolução Francesa, a qual acusou de desprezar as heranças de aprimoramento passado. Influenciou, em seu texto, Churchill e todos os futuros conservadores.  5 - Defendia a pluralidade religiosa e que absolutistas ...

YT - O que é ser Conservador? I Roger Scruton

  O que é ser Conservador? I Roger Scruton 1 - Ser conservador é preferir o familiar ao desconhecido. Segurança. Contra as felicidades utópicas. Pé no chão e ceticismo, alegam. Não se trata de aceitar tudo como está. 2 - Não é ser reacionário. Não é ser contra todas as mudanças, nem ser refém do passado. Seria respeitar o passado e pedir calma. Que as mudanças sejam lentas.  3 - "O indivíduo é tolo, a espécie é sábia". Há um motivo pelas quais certas instituições sobreviveram aos diversos testes do passado. As tradições contém uma sabedoria nelas. Sabedoria que se expressa na história.  4 - Curioso que é um pensamento da modernidade. Só faz sentido num mundo em constante mudança, o mundo moderno. É uma "reação" não-reacionária (os que querem voltar ao passado idealizado) a isso. 5 - O conservadorismo nasce, para Scruton, quando a pessoa percebe que pertence a um todo maior, que é a sociedade. Não somos autossuficientes. Língua, costumes e roupas, por exemplo, não br...

YT - Fascismo Explicado (por quem entende) (Atila Iamarino)

  Fascismo Explicado (por quem entende) [LEGENDADO] 1 - Entrevista com Jason Stanley, que estudou o fenômeno. Professor de filosofia em Yale. 2 - Começa citando o poema de Martin Niemöller. Alerta para como o discurso fascista começa. "Eles, as minorias e comunistas, querem nos destruir e estão vindo". "Unidos somos mais fortes. Contra eles". Precisamos apoiar um homem forte que vai acabar com essa ameaça. Cita um discurso de Goebbels em 1935 exatamente assim, sobre a ameaça comunista.  3 - O líder quer dividir a população para chegar ao poder. Os movimentos fascistas se apropriam dos símbolos nacionais para uma suposta defesa do interesse geral. Ele diz que ele é a nação.  4 - Coloca o comunismo como internacionalista e o nazismo como nacionalista.  5 - Fascismo promete acabar com bagunça sindical e criar ambiente propício para a nação "fazer dinheiro". Logo, pedem apoio aos capitalistas. Não há, na real, combate. 6 - Só vê ligação com a versão autoritári...

PP - Textos Diversos VII (Diego Polese)

 (continuação...) 202 - Marx coloca que não há nada na natureza que obste alguém ao uso da força para se apropriar de um objeto. Os sujeitos  devem, portanto, reconhecer-se reciprocamente como proprietários privados. Essa relação jurídica, cuja forma é o contrato, desenvolvida legalmente ou não, é uma relação de vontade, em que se reflete a relação econômica. O conteúdo dessa relação jurídica ou de vontade é dado por meio da relação econômica mesma. 203 - Daí os liberais terem criado inclusive a abstração pessoa forma-mercadoria, já que proprietária de si mesma. 204 - A máscara (ideologia?) do sujeito de direito é o que torna possível todas as farsas jurídicas:  O fato de a Norma Jurídica-Legal ser difundida como a criadora e fundamento-base do Direito serve tão-somente para legitimá-lo, uma vez que não pode irradiar seus efeitos sem que exista essa determinada relação social . Portadores de direitos? Aqueles que essas relações sociais desigualmente determinarem. O resto ...

Marxistas - Textos Diversos XCVI - O Futurismo (Trotsky)

  Trotsky - O Futurismo : 1602 - Aqueles estudiosos, que, procurando definir a natureza social do futurismo nos seus primórdios, dão importância decisiva aos protestos violentos contra a vida e a arte burguesas, não conhecem, suficientemente, a história das tendências literárias. Os românticos, franceses ou .alemães, falavam sempre, asperamente, da moralidade burguesa e da rotina. Ostentavam cabelos compridos, a tez esverdeada, e Théophile Gautier, para acabar de cobrir de vergonha a burguesia, portava sensacional colete vermelho. A blusa amarela dos futuristas é sem dúvida alguma a sobrinha-neta do colete romântico, que tanto horror suscitou entre os papais e as mamães. Sabe-se que nenhum cataclismo seguiu esses protestos de cabelos longos e colete vermelho do romantismo, e a opinião pública burguesa adotou, sem prejuízo, tais cavalheiros e canonizou-os nos seus livros escolares. (A carta de Gramsci sobre o destino final e reacionário do futurismo só confirmou esses escritos de ...