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Filosofia - Textos Diversos LXXIV - Thomas Mann - Schopenhauer

    Thomas Mann - Schopenhauer : 585 - Platão e cristianismo. Perfeição quase inalcançável. … a filosofia de Platão mostra o parentesco e a aliança entre a ciência e o ascetismo moral . 586 - Kant: Toda a nossa experiência do mundo -dizia ele - está submetida a três leis e condições que são as "formas em que necessariamente se elabora todo o nosso conhecimento. Chamam-se tempo, espaço, causalidade. Mas não apreendem o mundo tal como ele pode ser em si e por si, independentemente de nosso esforço por percebê-lo, a "coisa em si"; atêm-se somente à sua aparência fenomenal, porque não são mais que as formas de nosso conhecimento. 587 - Em Schopenhauer, a vontade cria tudo. A vontade de vida. A inteligência vem em segundo lugar. Instrumento da primeira. 588 - Todos os compêndios nos ensinam que Schopenhauer foi em primeiro lugar o filósofo da vontade e, em segundo lugar, o do pessimismo. Mas, não há primeiro nem segundo; as duas coisas não são mais que uma: ê1e foi ...

Palestra de José Paulo Netto - O Método em Marx II

 (continuação...) -         A essência humana, em Marx, é um conjunto de possibilidades.   -         Em Hegel, toda objetivação é uma alienação. Em Marx, alienação ganha conteúdo crítico-valorativo. É aquilo que vai contra a essência humana.   -         O contrário da igualdade é a desigualdade, não a diferença. Os homens são diferentes. Todos podem se desenvolver. Marx e Goethe partilhavam desse mesmo humanismo. O homem mais limitado pode se desenvolver ilimitadamente.     Aula 3   -         Ideologia: representações ideais que não se reconhecem como produtos de condições sociais historicamente determinadas. Ou seja, expressa-se uma falsa consciência que se auto-legitima. Não é necessariamente um erro, É construção de representação marcada por interesses que não são reconhecidos como tais.   -    ...