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Mostrando postagens com o rótulo Capital circulante

Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica - Capítulos 7 e 8

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                                                             Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica Pgs. 207-246 " CAPÍTULO 7 : "A UNIDADE PRODUTORA E SUA INSERÇÃO NO SISTEMA ECONÔMICO " 60 - Menciona as mudanças a partir dos anos 70: franchising e terceirização crescendo forte, por exemplo. 61 - Elasticidade-renda variável do consumo de um bem: 62 - ...Observa que o correto seria usar o tratamento logarítmico em vez de calcular de forma simples entre dois pontos, mas daria parecido. 63 - ...São contas necessárias antes de se entrar num mercado. Crescimento demográfico e da renda per capita da região (sem contar preferências de consumo) levam a previsões de estimativas de demandas por um tempo "x" de anos. A partir daí, calcula-se capacidade e investimento necessários à oferta. Analisa-se as empresas (e seu...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. I - Capítulos "8", "9", "10", "11", "12", "13" e "14"

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                                           Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. I (Os Economistas) (1890) Pgs. 137-147 " CAPÍTULO 8 : "Renda — Capital " 45 - Cita como "capital" inclusive a clientela de um negócio. E mais:  Às coisas que estão em seu poder é preciso juntar aquelas sobre as quais tem direito e de onde tira renda: empréstimos feitos sob hipoteca ou de outro modo qualquer, e todo o capital de que pode dispor graças às formas complexas do mercado financeiro moderno. Por outro lado, suas dívidas devem ser deduzidas do capital . 46 - Todas essas classificações e definições de renda e capital me parecem que já foram mais claramente tratadas em outros "trabalhos" que já fichei. 47 - Sobre "fixo" e "circulante", diz que a divisão de Mill é a mais aceita "atualmente", sendo superior a de Smith e depois Ricardo:  Podemos em seguida distingui...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Capítulo 20

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                                            Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Capítulo 20 Pgs. 479-572: CAPÍTULO 20 : "Reprodução simples " 175 - Num trecho, é bem claro sobre como encara o "capital constante": ... o valor de todos os meios de produção empregados para a produção nesse ramo. Tais meios de produção se decompõem, por sua vez, em capital fixo (máquinas, ferramentas de trabalho, edifícios, gado de trabalho etc.), e em capital constante circulante (materiais de produção, como matérias-primas e materiais auxiliares, produtos semifabricados etc.) . 176 -  Assim como o valor de cada mercadoria individual, também o valor do produto total anual de cada setor se decompõe em c + v + m. (...)   A parcela de valor c, que representa o capital constante consumido na produção, não coincide com o valor do capital constante empregado na produção. É verdade qu...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Capítulos 10, 11, 12 e 13

                                        Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Capítulos 10, 11, 12 e 13 Pgs. 267-294: CAPÍTULO 10 : "Teorias sobre o capital fixo e o capital circulante. Os fisiocratas e Adam Smith " 91 - (Vamos lá ler isso, mas se eu já não estava achando interessante/importante o raciocínio de Marx sobre o assunto, que dirá o de Smith) 92 - No início, basicamente reclama, ao que entendi de tão desinteressante debate, que Adam Smith vê capital circulante até em capital comercial. (Se for só isso, estou com Smith aqui, pois também não vejo motivo para não ver). Marx afirma, por exemplo:  O que não se vislumbra absolutamente é como pode resultar um lucro da mudança de forma de dinheiro e mercadoria, da mera metamorfose do valor de uma dessas formas na outra . (A meu ver, o que não se vislumbra é que não se possa vislumbrar lucro em qualquer atividade que envolva tra...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Prefácios e Introduções

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                                   Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II   Pgs. 1-104: PREFÁCIO – O LIVRO II DE O CAPITAL 1 - O prefácio ao Livro II (Leio aqui a edição da Boitempo) é de Michael Heinrich. Sobre Marx, diz:  Já no capítulo 4 do Livro I ele dizia: “o capital não pode ter origem na circulação, tampouco pode não ter origem na circulação. Ele tem de ter origem nela e, ao mesmo tempo, não ter origem nela”[1]. 2 -  O Livro III representa a parte mais antiga de O capital, enquanto o Livro II compreende os manuscritos mais recentes, escritos entre dez e quinze anos mais tarde. As ideias desenvolvidas no Livro II não foram incorporadas no Livro III . (...)  Não só as pesquisas de Marx sobre temas do Livro III continuaram a avançar após 1865 – do que são testemunho os cadernos de excertos não publicados, além dos manuscritos sobre temas do Livro III, publicados n...

Econ - Agenor Castoldi - Texto IV (Parte 4)

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(continuação...) 126 -  No exercício das suas atividades, as unidades produtivas têm diferentes despesas. Na fase de implantação, realizam gastos providenciando instalações, comprando equipamentos, etc., que irão constituir o   capital fixo .  O funcionamento das unidades produtivas exige despesas correntes, com a contratação de trabalhadores e compra de insumos diversos, que são atendidas com o   capital circulante, ou capital de giro . 127 - Depreciação do capital fixo:  Quando o produto não inclui a depreciação, é chamado de produto bruto. Excluindo-se a parcela correspondente à depreciação, obtém-se o valor do produto líquido . 128 - PIB real e  PIB potencial  só são quase 1 se há “pleno emprego” com nível quase total de utilização da capacidade.  O  Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI)  é mensurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), por meio de sua Sondagem Conjuntural Trimestral e, mensalmente, pela Confederação Naci...