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Mostrando postagens com o rótulo Confiança

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Capítulos "25", "26" e "27"

                                                    Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) Pgs. 268-273 " CAPÍTULO 25 : "Perspectiva Geral da Distribuição " 153 - Capital "versus" salários:  Em primeiro lugar, os salários e outras remunerações do esforço têm muito em comum com o juro sobre o capital. Pois há uma correspondência geral entre as causas que governam os preços de oferta do capital material e pessoal: os motivos que induzem um homem a acumular capital pessoal na educação de seu filho são semelhantes aos que controlam a acumulação que faz de capital material para seu filho . 154 - ... Da mesma sorte, verifica-se a mesma transição contínua daquele a um que trabalha e espera a fim de que seu filho possa permanecer longamente na escola, e em seguida trabalhar por algum tempo, quase sem ganhar, ...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XXXI

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                  Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XXXI Pgs. 824-834: 613 - ...A "nova economia keynesiana" surge nos anos 90 como resposta a isso. Lembra a rigidez dos preços e salários. Faz mais, argumenta que monopolistas têm pouco incentivo para tentar acertar o preço exato. Podem vender mais a preço mais baixo que o "natural" e vender menos a preços mais altos que o "natural". O lucro não muda muito. Talvez não valha a pena gastar tempo, dinheiro e esforço tentando se antecipar à política macro dos governos. Como parte da economia tem proximidade com o modelo de quase-monopólio, políticas ativas podem sim funcionar. 614 - Critica os teóricos da "economia pelo lado da oferta" apoiados por Reagan e jornalismo econômico da época. Chegaram a prever que os EUA estavam do lado errado da Curva de Laffer (o que não se comprovou) e que os cortes de impostos e afins iriam aumentar o produto potencial de modo a...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XXX

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                 Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XXX Pgs. 813-823: 598 - O capítulo 33 se chama "macroeconomia: eventos e ideias". É quase HPE. Inicia colocando que a teoria clássica do nível de preços intuía sim - muitos dos economistas - que a moeda não era exatamente neutra no curto prazo. Porém, achavam que os efeitos de tal não-neutralidade não eram significativos/relevantes. Eram céticos quanto à possibilidade de mudanças no produto agregado mesmo no curto prazo. Achavam que mudava o nível de preços sem que se fizesse quase nada pelo "produto agregado".  599 - Krugman traz dados de que os EUA eram 35 a 40% agricultura e 15 a 20% manufatura-mineração entre 1840 e 1860. Já nos quarenta anos seguintes, as curvas se moverão em sentido contrário e irão quase que inverter a mencionada proporção em 1900. A economia predominantemente agrícola tem poucos choques de demanda e muitos de oferta. Assim, os...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XXIX

                Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XXIX Pgs. 804-812: 590 - Apesar de ter usado todos os três instrumentos, o FED não conseguiu afrouxar muito o crédito. Desemprego continuava alto em 2011. Caso clássico de política monetária perdendo o poder devido às reservas excedentes. Ademais, a própria procura por crédito diminuiu. As próprias empresas e famílias pareciam mais empenhadas em cortar gastos e evitar se endividar ainda mais, mesmo à taxa quase zero. 591 - Crise de 29: o spread entre títulos longos do governo e títulos de empresas com boa reputação pela Moody's subiu de 2% ao ano para 7% em 1932. E olha que os títulos do governo tiveram até um pequeno aumento. Era muito difícil, mesmo para empresas boas pagadoras, tomar crédito. Se antes conseguiam a cerca de 5 ou 6% ao ano, agora precisavam que fosse a uns 11%. Na época, o FED foi "laissez-faire". Não usou qualquer dos três instrumentos citados...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XX

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           Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XX Pgs. 604-627: 424 - Quanto mais alta a taxa de juros menor será quantidade de crédito demandada e a ofertada. O custo de oportunidade de investir (capital "real") fica alto e faz com que muitos projetos não aconteçam. Quantidade demandada cai. É melhor deixar dinheiro no banco rendendo (investimento financeiro) que investir na economia real.  425 - ...Portanto, a taxa de juros de equilíbrio igualará as quantidades demandadas e ofertadas  426 - Krugman lembra que percepção/confiança podem deslocar para a direita a curva de demanda por fundos de empréstimos. Pessoas e empresas achando que a economia vai bombar e-ou que têm que fazer investimentos em equipamentos "do futuro" ou algo do tipo. Já as desilusões com o ciclo - como no estouro da bolha das ponto com - piodem ter o efeito contrário. Desloca para a esquerda.  427 - Se o governo passa de superávits a déf...

Gráficos XIX - Gestão Estatal

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  - Sobre Estatais e intervenção:

Gráficos VIII - Produtividade, PTF e Dados do Brasil - PARTE 2

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1 - Outros dados que não do IBRE-FGV:  .

Econ - Kalecki - Os Aspectos Políticos do Pleno Emprego

Kalecki - Os Aspectos Políticos do Pleno Emprego : 268 - Texto de 1944. 269 - Em um sistema de laissez faire o nível do emprego depende, em grande parte, do assim chamado estado de confiança. Se este se deteriora, o investimento privado declina, do que resulta uma queda do produto e do emprego (tanto diretamente como através do efeito secundário que a queda das rendas exerce sobre o consumo e o investimento). Isso dá aos capitalistas um poderoso controle indireto sobre a política governamental: tudo que possa abalar o estado de confiança deve ser cuidadosamente evitado, porque causaria uma crise econômica. Mas, uma vez que o Governo aprenda o truque de aumentar o emprego por meio de suas próprias despesas, esse poderoso mecanismo de controle perde sua eficácia. Daí que os déficits orçamentários necessários para efetuar a intervenção governamental passam a ser encarados como perigosos. A função social da doutrina da “finança sadia” é fazer com que o nível de emprego dependa do “estad...

Econ - Economia Superávit Primário I

Economia Superávit Primário 1 : 230 - Discussão de agosto de 2002 sobre superávit primário no Brasil. Textinho de Otaviano Canuto no jornal Estado de São Paulo. 231 - Acertou quase tudo: Na Nota Técnica de Goldfajn, um cenário básico é projetado com os seguintes parâmetros: no início, dívida pública líquida como 58,9% do PIB, em dezembro de 2002; nos anos seguintes, crescimento anual de 3,5% do PIB, taxa real de juros de 9% a.a. e um superávit primário de 3,75% do PIB. A taxa de câmbio, depois de desvalorizar-se nominalmente em 22,87% em 2002, manter-se-ia constante em termos reais. Além desses componentes, o cenário incorpora o reconhecimento de "esqueletos" até 2006 (0,65% do PIB em 2003 e 0,75% anuais em 2004-06), inclusive todas as contas de Fundo de Compensação de Variação Salarial. (...) Ao final de 2011, o percentual da dívida cairia até 48% do PIB, numa trajetória relativamente virtuosa, mesmo com a adoção do parâmetro conservador de 9% para a taxa real de juros. ...

Econ - Agenor Castoldi - Texto V (Parte 1)

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  Agenor Castoldi - Texto 5 - Os Principais Determinantes do Produto : 133 - Alguns exemplos de fontes de crescimento do produto potencial são os seguintes: incorporação de novas terras à fronteira agrícola; por exemplo, se todas as terras do sertão nordestino passassem a ser utilizáveis, potencialmente poder-se-ia produzir mais. 134 - Cita outros: aumento da população trabalhadora; descoberta de riqueza natural (petróleo); aumento da quantidade de capital (investimento); inovação tecnológica; curso de qualificação do trabalhador. 135 - NUCI: Este índice demonstra que, entre 1990 para cá, a ocupação foi de 72% a 86% da capacidade instalada. 136 - Dissecando os agregados que formam o PIB: 137 - Propensão marginal a poupar dos ricos levou à “teoria do bolo” (Delfim). 138 - Os jovens também possuem propensão maior a poupar. Ao menos em tese. (Então o Japão, país de população mais envelhecida, deveria ter poupança baixa?) (Achei dados no google totalmente conflitantes a respeito)...

Econ - Site Voyager - As 9 Escolas de Economia I

Site Voyager - As 9 Escolas de Economia : 290 - A síntese neoclássica - não vi diferença para o keynesianismo - era mainstream entre 40 e 73. Caiu por dificuldade em explicar a estagflação. Tinha Samuelson, Sollow, James Tobin. Hoje “só” Paul Krugman. Diz o seguinte: No longo prazo, a economia tem tendência de se equilibrar no nível de pleno emprego, mas no curto prazo, pode haver equilíbrio com desemprego involuntário, devido à falta de confiança dos empresários e à rigidez de preços e salários. Como chegar ao longo prazo é “doloroso”, os governos podem encurtar esse caminho, fazendo políticas fiscal e monetária expansionistas para atingir mais rápido o pleno emprego. O modelo IS-LM (que concurseiros conhecem bem) descreve o funcionamento dessas políticas. Os Paleo Keynesianos aceitam as proposições da economia neoclássica para a análise microeconômica e para a análise de crescimento de longo prazo, assim com as proposições do Keynes para a análise macroeconômica de curto prazo. Por...

Econ - Mises Brasil - O que realmente permitiu o grande crescimento econômico brasileiro da última década

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  Mises Brasil - O que realmente permitiu o grande crescimento econômico brasileiro da última década : 137 - Coloca que “não foi a China”. Brasil exporta só 12% do PIB. E dos manufaturados brasileiros, por exemplo, a China só é responsável por importar 5%. 138 - Equipe de Palocci e Meirelles: ... era formada exclusivamente por técnicos, sem nenhum quadro do PT ocupando os grandes cargos. Nomes renomados como Joaquim Levy (sim, o próprio), Marcos Lisboa e Murilo Portugal foram pra Fazenda, ao passo que Alexandre Schwartsman, Ilan Goldfajn e o durão Afonso Beviláqua (que era o terror dos heterodoxos, pois queria um IPCA próximo de 3%) foram para o Banco Central . 139 - Atribui boa parte do aumento do investimento a partir de 2003 às políticas ortodoxas dessa equipe - Selic e superávit altos - restaurando a confiança. 140 - Quer explicar o seguinte mistério: expansão exponencial do crédito, salários crescentes e produtividade baixa e, de outro, inflação de preços decrescentes . 1...

Econ - Textos Variados XVIII (Lance Roberts)

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  Anotações Sobre “ Economia Pura ” (Novos).   Pura entre aspas .     Obs.: Estes textos da pasta NÃO estão organizados por ordem de data. Ordem alfabética.   Lance Roberts - A Economia dos Protestos nos EUA : 1 – Enquanto a pandemia de coronavírus continua a atacar a economia, muitos americanos estão diminuindo suas contribuições para a aposentadoria, mas alguns estão sacando de suas contas de aposentadoria para pagar pelos itens essenciais. Uma nova pesquisa descobriu que 3 em cada 10 americanos precisou sacar dos fundos destinados a seus anos dourados - e a maioria dos que o fizeram gastou em mantimentos. Diz mais no meio do texto: O que isso nos diz é que os indivíduos não poderiam sobreviver mais de UM MÊS antes de sacar a poupança da aposentadoria. Mas e os 50% a 60% dos indivíduos que sequer tinham uma poupança? "Um relatório de 2018 do Instituto Nacional de Segurança de Aposentadoria, sem fins lucrativos, descobriu que quase 60% dos norte-ameri...