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Livro: Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Capítulos 10 a 12

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                                   Livro:  Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Paternalismo Versus Produtividade (2007) Pgs. 143-153 " CAPÍTULO 10 : "As vacas sagradas (IV): os direitos dos incluídos " 59 - Acho que aqui são os critérios do finado "doing business"?  A IFC fez cinco perguntas básicas sobre a maneira de fazer negócios em cada um desses países, a fim de determinar a facilidade ou dificuldade de: i) iniciar um negócio, em termos de normas locais, regulamentação e taxas de licenciamento; ii) contratar e despedir funcionários; iii) fazer valer os contratos; iv) obter crédito; e v) encerrar uma firma que vá à falência ou esteja em dificuldades . 60 - A partir de Pastore, calcula que o trabalhador formal custa 103% mais que o informal (ao menos antes da reforma trabalhista de 2017).  Mesmo se for considerada a probabilidade de na prática alguns custos serem também i...

Nelson Barbosa e Gilberto Borça Jr. - Custo de Carregamento da Dívida

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  Nelson Barbosa e Gilberto Borça Jr. - Ajuste Financeiro e Custo de Carregamento de Carteira do Setor Público 1 - O artigo apresenta a decomposição dos juros líquidos pagos pelo governo brasileiro em 2002-2020, dividindo a despesa em quatro partes: juro real, correção monetária, custo de carregamento de ativos e swaps cambiais. 2 - ... em alguns anos ao longo da década de 2010 os juros líquidos pagos pelo governo brasileiro foram fortemente influenciados pelo resultado dos swaps cambiais do Banco Central do Brasil (BCB), que tem pouca ligação direta com desequilíbrios entre receitas e despesas primárias da União.  No mesmo sentido, uma parcela significativa dos juros pagos pelo setor público brasileiro decorre do custo de carregamento de ativos financeiros de baixa rentabilidade – basicamente reservas internacionais e empréstimos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 3 - ...Colocam que tudo isso acaba demandando mais superávit primário. 4 - ...

YT - Lives e Vídeos de Economia - A Economia Brasileira nos Últimos 10 Anos, Parte I

  A Economia Brasileira nos Últimos 10 Anos, Parte I 1 - Live de De Bolle de junho de 2020.  2 - Coloca-se que o modelo de crescimento do Brasil não era sustentável e o ano de 2011 - virada do contexto internacional - teria vindo para provar isso. Exportações freiam, por exemplo. Cadê a produtividade para compensar? 3 - Diz que a ideia de Dilma foi continuar o impulso da economia via consumo interno. O crédito - bancos públicos bombando e etc. - se manteve forte inclusive. Famílias se endividam. Mais tarde, quando veio desemprego em 2015, essas dívidas pesariam. Consumo desaba. 4 - Coloca que Dilma, sabendo ou não, empurrou a economia para "acima do PIB potencial". A taxa de utilização da indústria, por exemplo, era bem elevada. Não havia ociosidade significativa. Tudo isso podia gerar inflação. 5 - Incertezas internacionais iam de crise das dívidas europeias (PIIGS) desde a crise da dívida dos EUA. Tudo em 2011. Tensão. 6 - BC aumentou juros durante 2011 para conter a pressã...