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Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulos 1 a 3

                                                                                                                                                                Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 1-8 " CAPÍTULO 1 : "Uma Visão Geral do Panorama " 1 - Ao que parece, o livro é de 1987. O primeiro capítulo é basicamente uma apresentação dos temas do livro. Instiga a curiosidade. Pgs. 9-18 " CAPÍTULO 2 : " After Adam " 2 - Trocadilho com Gênesis.  3 - Começa o capítulo refletindo sobre a economia e ideias econômicas na Antiguidade. A economia estava completamente ...

Filosofia - Textos Diversos LXXV

  Vanessa Karla Mota de Souza - Individualismo e Cultura : 604 - Texto muito panorâmico. Não se aprofunda em nenhum ponto, embora traga pontos interessantes para desenvolvimento.   Vanilde - Jung e os Conceitos Básicos da Psicologia Analítica : 605 - Motivo da briga com Freud: Jung não aceitava as insistências de Freud, de que as causas dos conflitos psíquicos envolveriam algum trauma sempre de natureza sexual.   Freud, por outro lado, não admitia o interesse de Jung pelos fenômenos espirituais como fontes válidas de estudo em si. 606 - Libido era toda a vontade de vida, para usar o termo de Schops. 607 - O inconsciente de Jung é mais que repressões, ele é pré-existente e se divide em dois: pessoal e coletivo, sendo que este último é herdado! O inconsciente tem estrutura dinâmica (em Freud é estático) e chega até a produzir conteúdos, o qual precisa de experiências reais para se expressar, mas não para se formar.. 608 - Os traços do inconsciente coletivo ser...

Filosofia - Textos Diversos LXXIV - Thomas Mann - Schopenhauer

    Thomas Mann - Schopenhauer : 585 - Platão e cristianismo. Perfeição quase inalcançável. … a filosofia de Platão mostra o parentesco e a aliança entre a ciência e o ascetismo moral . 586 - Kant: Toda a nossa experiência do mundo -dizia ele - está submetida a três leis e condições que são as "formas em que necessariamente se elabora todo o nosso conhecimento. Chamam-se tempo, espaço, causalidade. Mas não apreendem o mundo tal como ele pode ser em si e por si, independentemente de nosso esforço por percebê-lo, a "coisa em si"; atêm-se somente à sua aparência fenomenal, porque não são mais que as formas de nosso conhecimento. 587 - Em Schopenhauer, a vontade cria tudo. A vontade de vida. A inteligência vem em segundo lugar. Instrumento da primeira. 588 - Todos os compêndios nos ensinam que Schopenhauer foi em primeiro lugar o filósofo da vontade e, em segundo lugar, o do pessimismo. Mas, não há primeiro nem segundo; as duas coisas não são mais que uma: ê1e foi ...

Filosofia - Textos Diversos LXXII - Superinteressante - A Chave de Tudo (Teorias do Tudo)

  Superinteressante - A Chave de Tudo (Teorias do Tudo) : 549 - Ótima introdução:  Pitágoras dizia que era a harmonia musical. Platão acreditava nos sólidos perfeitos. Newton e Einstein, no espaço, no movimento e na energia. Os físicos de hoje, em – o nome é este mesmo – supercordas. Desde que o mundo é mundo, os cientistas sonham com o dia em que toda a realidade caberá numa formulação simples e elegante, com o momento em que tudo o que existe, existiu ou existirá poderá ser entendido e explicado por uma espécie de teoria de tudo: completa, imune a contradições e paradoxos e, acima de qualquer suspeita, real. 550 - Afirma que as concepções de Pitágoras, que graças à harmonia musical pôde pensar em propor que “tudo era número”, não são tão diferentes assim que as da Física do Século XXI e sua teoria das supercordas. Influenciou Platão 551 - Platão dá vida própria às ideias geométricas e da matemática. Já existiam lá no mundo das ideias antes dos homens. A gente vai lá pescar. ...

Filosofia - Textos Diversos LXXI - Sócrates, Platão e Aristóteles - O Período Áureo da Filosofia Grega

  Sócrates, Platão e Aristóteles - O Período Áureo da Filosofia Grega : 540 - A grande questão de Sócrates na pólis grega era como viver bem. Era sua grande pergunta. O “só sei que nada sei” era a sabedoria, partir sempre de uma postura humilde. O começo de tudo é o autoconhecimento. 541 - Sócrates buscava os conceitos puros. A partir do momento que percebemos, em um diálogo, nossa ignorância, entra em cena a maiêutica: … Afinal, tanto para Sócrates quanto para Platão, a alma, antes de se unir ao corpo, contemplara as idéias na sua essência, no mundo das Idéias. Bastava, portanto, fazer um esforço para recordar. Conhecer é recordar. 542 - Platão. Como sair da caverna? O conhecimento verdadeiro se consegue através da dialética, que é a arte de colocar à prova todo conhecimento adquirido, purificando-o de toda imperfeição para atingir a verdade. 543 - Aristóteles preferia a sistematização ao diálogo. Foi mestre de Alexandre e procedeu a classificações do mundo natural. C...

Filosofia - Textos Diversos LXIII - Possibilidade da Dialética Marxiana na Sociedade Póscapitalista

  Possibilidade da Dialética Marxiana na Sociedade Póscapitalista : 439 - Os historiadores do pensamento grego consideram Heráclito de Éfeso, o iniciador da dialética, diversamente de Aristóteles, para quem a dialética teria sido criada por Zenão de Elea. 440 - Em Heráclito, já era o mundo se movimentando pela reação entre contrários. Chega a citar a guerra. 441 - a dialética platoniana vai para o metafísico porque advém de investigar o mundo inteligível, o das ideias: C onsiderando que o plano sensível, com sua natureza mutável, carece de objetividade e só nos proporciona a opinião das coisas, a proposta platônica será a de evidenciar as contradições das aparências e suscitar a necessidade da dialética como "ato superador das aparências. (...) A dialética ascendente é entendida "no sentido de que a alma deve subir até alcançar a contemplação das Idéias"; quanto à dialética descendente, entende-se que o conhecimento que é buscado além das contradições do plano sens...

Filosofia - Textos Diversos LX (Platão)

  Platão - O Mito da Caverna : 409 - São tão engraçados quanto brilhantes esses diálogos. Só consigo lembrar da comunidade do Orkut: “Não, Sócrates, não concordo”. 410 - Mas enfim, já conhecia o mito desde a comparação de Matrix com ele. Lendo quão detalhadamente Platão escreveu fica mais interessante ainda.   Platão - Critao : 411 - Famoso diálogo também. Critão quer convencer Sócrates a fugir da sua pena de morte. Diz que não se deve acatar e que a fuga seria fácil mediante suborno. Sócrates considera, porém, que viver bem e viver conforme a justiça é tudo a mesma coisa. E que os especialistas devem ser acatados, não nossas convicções ou a multidão. 412 - Sócrates- Nem mesmo retribuir a injustiça com a injustiça, como pensa a multidão, pois o procedimento injusto é sempre inadmissível. Critão- Parece que não. Sócrates- E daí? Devemos praticar maldades ou não, Critão? Critão- Não devemos, sem dúvida, Sócrates. Sócrates- Adiante. Retribuir o mal que nos faz...

Filosofia - Textos Diversos XLIV - Bertrand Russell, Os Problemas da Filosofia (1912)

  Julian Baggini - Bertrand Russell, Os Problemas da Filosofia (1912): 91 - Russell abandonou várias ideias dessa escrito, mas não dá pra entender a autocrítica sem conhecer o que ele defendia aqui nesse “`Problemas da Filosofia”. (um livro). 92 - É logicamente possível que algo como a matéria não exista . 93 - Uma tentativa de solução é dizer que, embora seja verdade que dez pessoas sentadas em torno de uma mesa não vêem exactamente a mesma coisa, podem estar suficientemente de acordo para que nos convençamos de que a mesa tem efectivamente propriedades mais ou menos consistentes. 94 -   … a hipótese de que as coisas existem realmente, independentemente das minhas percepções, tem mais poder explicativo do que a tese de que não existem. 95 -   Supor que os produtos finais, os dados dos sentidos, se assemelham ao próprio objecto, é um bocado forçado, pois iria exigir uma semelhança entre objecto e percepção que é completamente desnecessária para o processo da per...

Filosofia - Textos Diversos XXXVI

J C Avelino da Silva - O Homem e a Natureza : 625 - Ecologismo filosófico. Basicamente critica o homem ter se separado da natureza como se não dependesse dela. Acho que esse debate pediria mais dados e dialética dialógica, ou sei lá o que. Por mais que eu reconheça que há um problema. 626 - Considerar o ápeiron como o arché equivale a admitir um conceito abstrato como a origem de tudo. (...) Anaximandro colocou o pensamento humano em um nível abstrato conceitual, de onde ele não saiu até hoje. 627 - Tales, do “tudo á agua”, é meio que o primeiro filósofo. Primeiro “tudo é um”, inclusive. 628 - Enquanto que Tales descobriu a natureza, rompendo com a imanência dos deuses, Anaximandro inaugurou a transcendência na medida em que estabeleceu a exterioridade entre o ápeiron e as coisas perecíveis. (...) o ápeiron se situa além dos limites da observação, além do alcance dos sentidos (o ápeiron é transcendente) e reconheceu o direito de existência da realidade, da natureza: os pares opost...