Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Pessoa

"Livro": Pêssoa e outros - Evolução da Produtividade Total dos Fatores na Economia Brasileira

Imagem
                                                                                               "Livro": Samuel Pêssoa e outros - Evolução da Produtividade Total dos Fatores na Economia Brasileira (2003) Pgs. 1-47 1 - Na verdade é um artigo apenas. Cobre o período 1950 a 2000. 2 - Aspectos "originais" da metodologia: ... utilizamos um cálculo do nível da PTF (descontada da evolução da fronteira tecnológica), a qual chamaremos de produtividade total dos fatores descontada (PTFD). De posse da PTFD é possível proceder-se aos estudos de contabilidade (ou decomposição) do crescimento. Além da metodologia usual, utilizamos um método de decomposição do crescimento, que chamaremos de decomposição teórica do crescimento, que desconta da contribuição d...

Livro: Fabio Giambiagi... - Desenvolvimento Econômico... (2013) - Capítulo 12

Imagem
                                                                                                                          Livro: Fabio Giambiagi, Veloso, Pedro Cavalcanti and Pessoa - Desenvolvimento Econômico, Uma Perspectiva Brasileira (2013) Pgs. 338-372 " CAPÍTULO 12 : "PADRÕES DE CRESCIMENTO  INDUSTRIAL NO BRASIL " 326 - Texto de Regis Bonelli, Samuel Pessôa e Silvia Matos. 327 - Colocam que a queda da participação da indústria no PIB dos países tem a ver com a própria produtividade industrial (reduz os preços) e o avanço do setor em alguns países bem relevantes/competitivos (como a China e a Índia). 328 -  No interior dos serviços, também se observam mudanças ao long...

Livro: Fabio Giambiagi... - Desenvolvimento Econômico... (2013) - Capítulo 7

Imagem
                                                                                                                     Livro: Fabio Giambiagi, Veloso, Pedro Cavalcanti and Pessoa - Desenvolvimento Econômico, Uma Perspectiva Brasileira (2013) Pgs. 230-254 " CAPÍTULO 7 : "EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO NO BRASIL " 233 - Texto aqui de Samuel Pessôa e Fernando de Holanda Barbosa Filho. Começa pela análise da demografia. O Brasil teve dois grandes ciclos. O primeiro boom populacional veio do incentivo á imigração, até o período da I Guerra, digamos. O segundo vem do "mix" entre mortalidade baixando e fecundidade alta seguido dos dois baixando. (...)  a taxa média de crescimento populacional f...

Samuel Pessoa (2018) - A miséria da crítica heterodoxa, Por que os juros são altos

  Samuel Pessoa (2018) - A miséria da crítica heterodoxa, Por que os juros são altos 1 - Coloca a conta da crise do governo Dilma em dois fatores principais: A primeira foi a piora fiscal que houve de 2008 até 2014. Nesse período o superávit primário do governo central reduz-se de 2,7% do PIB para -1% do PIB. Esses dados tabulados por Gobetti e Orair (2017) já consideram somente receitas recorrentes e limpam os dados das pedaladas fiscais. O segundo teria sido o intervencionismo da "Era Mantega". Coloca que a PTF, que vinha crescendo bem até 2011 (argumenta), teve crescimento nulo no triênio 12-14. (...) Se considerarmos somente o biênio 2012-2013 o crescimento médio da PTF foi de 0,5% ao ano. Se considerarmos taxas médias quadrianuais anualizadas de crescimento da PTF elas crescem de 2001 até 2007 quando atinge 2,7%. A partir de ai um longo processo de queda atingindo 1,7% para o quadriênio terminado em 2013 e 0,6% para o terminado em 2014 . 2 - Não foi por falta de demanda ...

YT - Lives e Vídeos de Economia - O valor das ideias - debate em tempos turbulentos

  O valor das ideias - debate em tempos turbulentos 1 - Debate na IE entre Guilherme Mello (IE-Unicamp), Marcos Lisboa (Insper), Pedro Paulo Zahluth Bastos (IE-Unicamp) e Samuel Pessôa (FGV). A primeira parte é toda sobre o método.  2 - Marcos Lisboa afirma que a desigualdade no Brasil caiu até menos que em outros emergentes durante os anos 2000. Foi um fenômeno mundial.  3 - Guilherme não considera jamais FHC socialdemocrata. Aumentou a carga muito mais para pagar juros que para ampliação do gasto social (só contando... ). Também é acusado por ele de bagunçar ainda mais o sistema tributário. E também não corrigiu o fiscal nem no FHC II, dívida sempre cresceu, afirma. Por fim, diz que o modelo de desenvolvimento do FHC I era o de Gustavo Franco. Naufragou. FHC II virou "exportar ou morrer". Puro desespero.  4 - Guilherme vê Lula como mais apostador no investimento público direto e de estatais. Elogia Lula por usar a liquidez a fim de reduzir a vulnerabilidade ex...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Desenvolvimento econômico - Por que ficamos para trás? - Debate

  Desenvolvimento econômico - Por que ficamos para trás? - Debate 1 - Um perguntador coloca que a "despoupança" do governo suga o investimento.  2 - Samuel coloca que o Brasil gastou muito pouco em educação (cerca de 1% do PIB) numa época em que o crescimento demográfico era de 3%! 3 - Estranha que a poupança tenha caído justamente quando a demografia está mais propícia ao aumento (redemocratização e bônus demográfico).  4 - O gasto social tem que crescer em linha (igual ou menor) com o PIB para o juro real estabilizar. 5 - Num mundo de ativos intangíveis e de valorização dos serviços, estamos atrasados na Educação. Ficamos muito para trás. Logo, avanço da produtividade será um parto. 6 - Edmar Bacha afirma que o sucesso do ND (nacional-desenvolvimentismo) veio da urbanização. É eficiente para sair da renda baixa para a média, via industrialização. Substituição de importação tira as pessoas do campo e levam para atividades mais produtivas. Coréia teria sabido alterar isso...

YT - Lives e Vídeos de Economia - André Lara Rezende ... - "Juros, Moeda e Ortodoxia" - Parte II

  (continuação...) 15 - Pessoa acha que Gudin foi "derrotado" porque a sociedade brasileira se recusava a sofrer no curto prazo para crescer com inflação baixa mais à frente. Ninguém sabe (não há uma teoria monetária muito boa na economia, defende) como debelar inflação de dois dígitos sem custos sociais, recessão etc. Afirma que o Brasil conviveu com alguma inflação, salvo curtas interrupções (cita Castelo Branco), do pós-guerra até 1994. Hiperinflação basta fazer a "solução URV", digamos, que permite a completa coincidência da remarcação de preço sem causar recessão e desemprego (que é a solução Volcker). 16 - Afirma que os dados do livro de Furtado vêm todos do ótimo livro de história econômica de Roberto Simonsen. Por sinal, André vai lembrar mais tarde que o Plano Trienal de Furtado era bastante ortodoxo (usando TQM). Não aprofunda.  17 - Passa rapidamente pela teoria das "gerações sobrepostas" que dá razão de existência às moedas. A dívida hoje em di...