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Mostrando postagens com o rótulo Lisboa

Marcos Lisboa - A Miséria da Crítica Heterodoxa

  Marcos Lisboa - A Miséria da Crítica Heterodoxa 1 - Segundo Lisboa, a teoria do equilíbrio geral mostra não uma necessária superioridade do mercado, mas sim que um equilíbrio competitivo pode ser instável e indeterminado. Coloca que os teóricos do equilíbrio geral acaba, fazendo quase que uma crítica do funcionamento do mercado. 2 - Afirma que "axioma da ergoticidade" nunca foi importante para a teoria neoclássica. Apenas em alguns modelos aplicados à macroeconomia e finanças utiliza-se a hipótese de estacionaridade . 3 - A resposta de diversos autores neoc1ássicos a estas críticas é sistematizada na abordagem metodológica instrumentalista proposta por Friedman: toda teoria é necessariamente uma distorção e simplificação do real, não sendo possível uma construção teórica realista. Neste caso, deve-se avaliar os diversos modelos não segundo o seu realismo, posto que nenhum modelo o é, mas sim segundo a sua capacidade de previsão. Desta forma, se a hipótese de existência de u...

Gráficos XVIII - Abertura e Comércio Internacional

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  - Abertura e Comércio Internacional:   .

Gráficos VIII - Produtividade, PTF e Dados do Brasil - PARTE 2

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1 - Outros dados que não do IBRE-FGV:  .

YT - Lives e Vídeos de Economia - O valor das ideias - debate em tempos turbulentos

  O valor das ideias - debate em tempos turbulentos 1 - Debate na IE entre Guilherme Mello (IE-Unicamp), Marcos Lisboa (Insper), Pedro Paulo Zahluth Bastos (IE-Unicamp) e Samuel Pessôa (FGV). A primeira parte é toda sobre o método.  2 - Marcos Lisboa afirma que a desigualdade no Brasil caiu até menos que em outros emergentes durante os anos 2000. Foi um fenômeno mundial.  3 - Guilherme não considera jamais FHC socialdemocrata. Aumentou a carga muito mais para pagar juros que para ampliação do gasto social (só contando... ). Também é acusado por ele de bagunçar ainda mais o sistema tributário. E também não corrigiu o fiscal nem no FHC II, dívida sempre cresceu, afirma. Por fim, diz que o modelo de desenvolvimento do FHC I era o de Gustavo Franco. Naufragou. FHC II virou "exportar ou morrer". Puro desespero.  4 - Guilherme vê Lula como mais apostador no investimento público direto e de estatais. Elogia Lula por usar a liquidez a fim de reduzir a vulnerabilidade ex...

YT - Lives e Vídeos de Economia - André Lara Rezende ... - "Juros, Moeda e Ortodoxia" - Parte II

  (continuação...) 15 - Pessoa acha que Gudin foi "derrotado" porque a sociedade brasileira se recusava a sofrer no curto prazo para crescer com inflação baixa mais à frente. Ninguém sabe (não há uma teoria monetária muito boa na economia, defende) como debelar inflação de dois dígitos sem custos sociais, recessão etc. Afirma que o Brasil conviveu com alguma inflação, salvo curtas interrupções (cita Castelo Branco), do pós-guerra até 1994. Hiperinflação basta fazer a "solução URV", digamos, que permite a completa coincidência da remarcação de preço sem causar recessão e desemprego (que é a solução Volcker). 16 - Afirma que os dados do livro de Furtado vêm todos do ótimo livro de história econômica de Roberto Simonsen. Por sinal, André vai lembrar mais tarde que o Plano Trienal de Furtado era bastante ortodoxo (usando TQM). Não aprofunda.  17 - Passa rapidamente pela teoria das "gerações sobrepostas" que dá razão de existência às moedas. A dívida hoje em di...

YT - Lives e Vídeos de Economia - O valor das ideias - Livestream (Marcos Lisboa, Fernando Haddad e Samuel Pessoa)

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  O valor das ideias - Livestream (Marcos Lisboa, Fernando Haddad e Samuel Pessoa) 1 - Debate de maio de 2019. Samuel defende que o PT, injustamente, acusa o PSDB de agir na zona cinzenta da democracia, pois já fazia isso quando era oposição (e mesmo na campanha populista contra Marina). A questão do PT é que Aécio e a direita brasileira se recusaram a aceitar o resultado eleitoral. Era algo meio "Como as democracias morrem". Tipo o Partido Republicano nos EUA que, como tinha maioria em 2016, cozinhou a indicação negociada de Obama para a Suprema Corte a fim de adiar pra 2017. Em tese, não é ilegal, mas violava claramente o espírito democrático. Não era nenhum nome radical nem nada. 2 - Haddad afirma que há dois governos FHC, sendo que o primeiro era ruim no fiscal, câmbio e monetário. Os três âmbitos. As bases mais sólidas para crescer viriam no II FHC, mas descuidou do investimento em infraestrutura (apagão teria sido fruto de maior preocupação em "fazer caixa" co...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Marcos Lisboa: não vamos voltar ao que éramos durante muito tempo

  Marcos Lisboa: não vamos voltar ao que éramos durante muito tempo |  #FronTend ​  LIVE 1 - Afirma que a desigualdade caiu no mundo inteiro nos anos 2000. Não foi um fenômeno brasileiro. (Desconfio de que isso tenha a ver com o ciclo das commodities). Afirma que o que derrubou a desigualdade aqui foi o crescimento por demanda de serviços pouco qualificados em relação aos de alta qualificação (nos asiáticos estes também cresceram). Bolsa-família seria detalhe. Eficiente mesmo contra a pobreza só.  2 - Coloca que a crise da era Dilma tem a ver com a queda da produtividade do capital. Investimentos mal feitos que nada viraram. Ademais, cita o gasto obrigatório criando pressão sobre o futuro. A tributação foi até onde pôde. 3 - Afirma que nenhum país de nossa renda possui uma tributação de 36%. 4 - As melhores empresas de países ricos e pobres não são tão diferentes em produtividade. O problema dos pobres (emergentes) seria a cauda longa de uma quantidade enormes de emp...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Live do Lisboa: Academia, opinião e políticas públicas

  #038 ​   Live do Lisboa: Academia, opinião e políticas públicas 1 - Live dele no canal do Bem-Estar Capital. Agosto de 2020. 2 - Cita o exemplo clássico de o Estado não conseguir acertar os setores que devem ser protegidos. Brasil dos 80 queria proteger e desenvolver a indústria de hardware com a Lei de Informática quando o futuro, por exemplo, era o software.  3 - Lisboa critica o consenso como critério para a ciência econômica. Cita o exemplo do médico húngaro que descobriu experimentalmente o porquê de um "hospital de parteiras" no século XIX (esqueci a cidade) ter mais sucesso na questão de diminuição da mortalidade infantil do que um hospital com estudantes de medicina fazendo parto. Esse médico teria o palpite de que teria a ver com lavar as mãos (devido a um colega que morreu com a mesma infecção das crianças que morriam). Como a comunidade científica não sabia explicar qual era a causalidade da coisa, criticaram e meio que expulsaram, ao que entendi, o médico do...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Parte 3

  Produtividade e crescimento da economia 1 - Afirma que a produtividade depende do investimento em máquinas ou equipamentos ou do crescimento da PTF. No vídeo, concentra-se na questão da PTF. 2 - Afirma que estudos comparativos (outros países) mostram que nossas empresas adotam técnicas de gestão ultrapassadas, seja de RH ou metas para qualquer setor e forma de resolução de problemas. Mesmo na indústria. 3 - Também afirma que a taxa inovação e patentes é baixíssima aqui. Diz que isso só mudaria com competição, facilitando a abertura de empresas e deixando de incentivar que as empresas fiquem pequenas. Às vezes crescer não é bom negócio. A empresa não quer crescer para não pagar mais impostos. Outro regime tributário. Ademais, as grandes que não estão inovando deveriam diminuir e não ganhar subsídios. Afirma que assim é nos EUA. (Enfim, só pesquisando). 4 - Afirma que 40% dos alunos brasileiros pontuam abaixo do nível básico no PISA. Sabendo quase nada de matemática, ciências e lei...

Marcos Lisboa - Lições da saída da Ford do Brasil

  Marcos Lisboa: lições da saída da Ford do Brasil https://brasilamazoniaagora.com.br/marcos-lisboa-licoes-da-saida-ford-do-brasil/ 1 - "... o Walmart já tinha ido, a FNAC foi embora, e a Sony já disse que vai fechar fábrica… Tem muita gente desistindo do Brasil já faz um tempo ." 2 -  Optou-se por tentar fazer no Brasil boa parte da cadeia produtiva — senão ela toda — sem ter escala para isso . (Outros economistas contestaram, em comentário de twitter, com dados comparativos, essa afirmação. Seria sensacionalismo barato). (...)  No resto do mundo, as empresas compram as máquinas e equipamentos mais eficientes que estão disponíveis, porque o país A, B ou C faz isso melhor que os outros. E aí tem escala. A política do Inovar Auto (que o Governo criou e a indústria automotiva apoiou) fez o seguinte: “ou você tem a fábrica no Brasil ou você vai pagar muito mais imposto nos automóveis que importar.” Aí as empresas tiveram que fazer fábricas no Brasil que eram muito pequenas, ...

Econ - Análise Sobre Produtividade do Brasil - Estagnada II

(continuação...) 91 - Na qualidade da educação, estamos perdendo para média da ALCaribe no PISA.  Entre 2006 e 2009, o país esboçou uma melhora significativa em sua pontuação, contudo essa tendência não se manteve. Desde então, a nota média dos estudantes brasileiros vem caindo (Figura 11), permanecendo bastante inferior em comparação a dos países desenvolvidos e emergentes (Figura 10). Essa é uma indicação de que a qualidade do ensino não acompanhou o aumento da escolaridade média verificado no país nas últimas décadas. Há evidências, entretanto, de que a qualidade da educação é muito mais importante do que a quantidade de educação para o crescimento econômico. 92 -  Uma PTF baixa e declinante implica que os incrementos em capital físico e humano pouco se reverterão em expansão do nível de produção por trabalhador. Esse parece ser o caso do Brasil. (...) No país, entre meados das décadas de 1990 e 2010, a PTF caiu de forma acentuada em comparação com a americana, saindo de 69...

Econ - Análise Sobre Produtividade do Brasil - Estagnada

  Análise Sobre Produtividade do Brasil - Estagnada : 74 - Coordenação técnica de Marcos Lisboa. É de 2018 parece. 75 - Obtivemos um grande avanço relativo em nossa distribuição de renda, liderando os ganhos comparando com mercados emergentes e países da América Latina e Caribe (ALC) entre 1997 e 2012. 76 - Entre 1994 e 2016, o Brasil exibiu o menor crescimento econômico dentre as economias comparadas, um acumulado de 31% , ou uma média anual de 1,2% (Figura 2).2 No mesmo período, o agregado de países da América Latina e Caribe (ALC) cresceu 37% (1,5% ao ano), o conjunto de economias da OCDE, 42% (1,6% ao ano), Estados Unidos (EUA), 46% (1,7% ao ano) e o grupo dos mercados emergentes, os grandes campeões, cresceu um acumulado de 152%, com uma média anual de 4,3%. Vale lembrar que EUA e Europa sofreram a pior crise econômica desde 1929 no período. Em relação aos Emergentes, mesmo retirando a China da amostra, o crescimento dos outros países do grupo se mantém em 3% ao ano ou um ...