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Mostrando postagens com o rótulo Contrato

Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Capítulos 12 e 13

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                                                           Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) Pgs. 168-181 " CAPÍTULO 12 : "Prevenção Estratégica à Entrada (Frederico Rocha) " 172 -  Estudos internacionais mostram que países com mercados de tamanho substancialmente diferente apresentam níveis de concentração semelhantes . E Chandler vai ressaltar a grande vantagem comparativa da "primeira a se mover" ao paradigma da grande escala eficiente, ao que entendi. 173 - Alguns custos irrecuperáveis acabam não sendo relevantes na hora de decidir sair de um mercado. Deixam de ser custos. Imagine-se um contrato de locação rígido de um ano. Absolutamente impossível sair sem multa. Paga tudo restante.  Dessa maneira, mesmo que se constitua em um custo para a empresa, a despesa realizada ou por rea...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXIX

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                               Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXIX Pgs. 965-995: CAPÍTULO 35 : "Externalidades" 841 - Externalidades na produção:  Exemplo clássico é o de um pomar de maçãs localizado próximo a um apiário, onde há uma externalidade na produção positiva mútua – a produção de cada empresa afeta positivamente a possibilidade de produção da outra. 842 - Varian coloca que " é a falta desses mercados para externalidades que causa problemas ". Não há o mercado da música alta às 3h da manhã nem de vizinho que mantém bonito jardim de flores. 843 - Dá um exemplo meio mal explicado de um quarto com duas pessoas. Para uma, fumar/fumaça é um mal, já para "A" é um prazer. A primeira premissa analisada é o "direito ao ar puro". Então todo mundo começa com "0" no que diz respeito ao bem 2 (a fumaça não apararece nem como negativo, nem como positivo para o outro, simple...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXIII

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                         Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXII Pgs. 815-849: CAPÍTULO 30 : "Aplicações da teoria dos jogos" 707 - Por enquanto, o início se trata de colocar ideias simples do capítulo anterior em linguagem chata: ... um equilíbrio de Nash é um par de estratégias (l*, c*) tal que 708 - ... O conceito de equilíbrio de Nash formaliza a ideia de “consistência mútua” . (...)  são as crenças e as ações dos jogadores que são mutuamente consistentes num equilíbrio de Nash . 709 -  Observe que em alguns casos um dos jogadores pode se mostrar indiferente entre melhores respostas. É por isso que só exigimos que c* seja uma das melhores respostas de coluna e que l* seja uma das melhores respostas de linha. Se houver uma única melhor resposta para cada escolha, então a curva de melhor resposta pode ser representada por uma função de melhor resposta. 710 - Por tudo isso, reconhece o ...

YT - TV Boitempo - MARX E A HISTÓRIA | Jorge Grespan | Curso livre: Marx e os marxismos #3 (Parte II)

 (continuação...) 12 - A consciência aparece sempre contaminada pela matéria. A linguagem é matéria, seja fala ou registro na pedra.  13 - Tudo no campo das ideias, hoje em dia, é produzida dentro do circuito do capital, influenciado por ele. Mercadoria visando lucro e, em segundo lugar, ideologia. Furar isso é exceção. As ideias vão mudando para se adaptar às necessidades do capital. Sai honra (gente que se recusava a assinar contrato porque tinha palavra e a assinatura era o "fio do bigode", do homem proprietário do patriarcado), um negócio meio feudal, e entra a igualdade formal, o contrato, a "liberdade".  14 - Relações de produção precisam estar em sincronia com as formas de organização social, para Marx e Engels.  15 - Marx foi expulsa de inúmeros países. Afirma Grespan, que, como o capitalismo inglês era o mais forte, era a Inglaterra quem menos temia meia dúzia de revolucionários, deixava eles lá, criando algumas poucas tensões.  16 - Diz Grespan, que, e...

Econ - Dante Mendes Aldrighi - Uma Avaliação das Contribuições de Stiglitz à Teoria dos Mercados Financeiros III

 (continuação...) 103 - Taxa de juros e informação. Dificuldade de saber quem é o credor bom e o credor ruim leva a, por via das dúvidas, para não quebrar, um banco tenda a elevar a taxa de juros para todos. Porém, esse “equilíbrio” tem seus males:  A assimetria de informações entre potenciais credores e tomadores de empréstimos pode fazer com que um aumento na taxa de juros gere um impacto negativo tanto sobre a composição do pool de solicitantes de crédito (o efeito da  seleção adversa ) como sobre o comportamento destes em relação a riscos (o efeito incentivo, ou o efeito do  moral hazard ). 104 - Desequilíbrios possíveis da situação acima:  o aumento na taxa de juros de empréstimo como resposta ao excesso de demanda por crédito induz os solicitantes mais avessos a riscos (e que talvez disponham de projetos de melhor qualidade) a não tomarem crédito, remanescendo entre os demandantes apenas aqueles com maior probabilidade de default . É o problema da “seleção...

Direitistas - Textos Diversos XXI

  Manifesto Integralista da Guanabara :           184 - Nunca li tanta besteira junta. Algumas coisas me parecem inclusive bem contraditórias, no mau sentido do termo.   Marcello Tostes - Liberalismo Clássico, Uma Crítica : 185 - Coloca que tanto direita (Bush) quanto a esquerda (“FHC”...) querem criar fundos estatais para todos os problemas na sociedade. No caso de Bush, cita a proposta de reservar fundos para cursos de bom matrimônio e para ajudar pobres a continuarem juntos… 186 - Seria um processo contínuo de centralização do poder. Tocqueville disse em 1839: Não faz ainda cem anos que, na maioria das nações européias, encontravam-se particulares ou corpos quase independentes que administravam a justiça, recrutavam e treinavam soldados, recebiam impostos e muitas vezes até faziam ou comentavam a lei 187 - Coloca os ciclos econômicos como algo causado artificialmente pelo crédito abundante: O posterior empréstimo desses recursos e a...

Juarez - Breve Resenha do ‘Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil’ I

  Breve Resenha do ‘Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil’   Ganhei o livro recentemente num amigo secreto. Ele não é bom, mas com o o presenteador não sabia, o que vale mesmo é a intenção. Embora eu tenha um pé atrás com intelectuais – vale ressalvar que é só um pé, afinal, dois seria algo mais perigoso que nenhum, se é que me faço entender –, ganhei o livro por “ser” um deles. Isso pelo menos em tese, na classificação do amigo. Pois bem, devido a esse tal pé atrás, estou meio relutante em escrever essa resenha e mesmo divulgá-la. Por que vou fazer isso ? Bom, não resisti. É que uma coisa tem me incomodado nas duas últimas leituras que fiz (uma leitura dinâmica de trechos de uma dissertação de mestrado e a leitura do guia em questão), qual seja, a pretensão de trazer uma grande verdade que se propõe a derrubar muitas verdades. Noutras palavras, demonstrar, através de uma grande verdade – daí inclusive a tentativa generalizante dessas obras – quão frágeis são ...