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Livro: David Sainsbury - Windows of Opportunity, How Nations Create Wealth - Capítulo 1

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                                                                                                                                         Livro: David Sainsbury - Windows of Opportunity, How Nations Create Wealth Pgs. 1-21 " PREFÁCIO " 1 - Janelas de Oportunidades, Como as Nações Criam Riquezas. O livro é de 2020.  2 - O prefácio foi mais uma promessa mesmo. Não desenvolveu muita coisa. Pgs. 22-59 " CAPÍTULO 1 : "A necessidade de uma nova teoria " 4 - Boa parte disto aqui é simplesmente demografia, creio: De 1820 a 1990, a parcela do produto interno bruto (PIB) mundial assumida pelos países ricos do G7 de hoje (Es...

Livro: IPEA - Roberto Simonsen e Eugênio Gudin - (...) Parte III

                                                                        Livro:  IPEA - Roberto Simonsen e Eugênio Gudin - A Controvérsia do Planejamento na Economia Brasileira (2010) (...) Pgs. 87-127 " PARTE III : "Rumos de política econômica (Eugênio Gudin) " 69 - Problema monetário frente à inflação crescente: ... E ainda há quem pretenda iludir a opinião, invocando algarismos comparativos de “quantidade de moeda per capita” em vários países (como se a quantidade de moeda devesse ser função de “capitas”e não da renda nacional) ou a alegação de que nosso meio circulante está garantido pelo ouro e divisas no exterior, como se nossa moeda fosse conversível em regime de padrão ouro ou como se nossos saldos no exterior não tivessem de ser, depois da guerra, largamente absorvidos pelas enormes nece...

Livro: Ha-Joon Chang - Chutando a Escada - Capítulo 2 ("PARTE B")

                                                                                                                                                       Livro: Ha-Joon Chang - Chutando a Escada (...)  Pgs. 43-57 " CAPÍTULO 2 : " Políticas de desenvolvimento econômico: perspectiva histórica das políticas industrial, comercial e tecnológica " 19 - Passa a analisar a reforma da legislação mercantil de 1721, promovida por Robert Walpole, o primeiro premiê britânico, no reinado de Jorge I (1724-1727) . (...) Ao apresentar a nova lei, Walpole declarou mediante a fala do trono ao Parlamento: "é evidente que nada...

Livro: Ha-Joon Chang - Chutando a Escada - Capítulo 1 e 2 ("PARTE A")

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                                                                                                                                                      Livro: Ha-Joon Chang - Chutando a Escada Pgs. 1-29 " CAPÍTULO 1 : "Como os países ricos enriqueceram de fato? " 1 - Chang, Ha-Joon. Chutando a escada: a estratégia do desenvolvimento em perspectiva histórica/ Ha-Joon Chang; tradução Luiz Antônio Oliveira de Araújo. - São Paulo: Editora UNESP, 2004 .  2 -  É possível que uma ou duas pessoas saibam até que, no século XIX, a Suíça se alçou à categoria de líder mundial em tecnologia sem contar com uma só Le...

Econ - Livre Comércio Versus Protecionismo II

(continuação...) 412 - Prebisch e a desvantagem estrutural:  tal fato estaria ligado à baixa elasticidade-renda dos principais produtos exportados pela periferia (bens primários) conjuntamente com a alta elasticidade-renda das importações periféricas e a relativa inelasticidade-preço da oferta dos produtos primários, que confluíam no sentido de gerar desequilíbrios externos aos países da periferia, dificultando ainda mais seu processo de desenvolvimento econômico. 413 - Prebisch argumentava também que os ganhos de produtividade da indústria no centro não eram distribuídos por meio do comércio internacional. (Com dados, seria melhor analisar isso) 414 - Polêmica:  Eis aqui, para alguns como Bado (2004, p.11), um ponto de divergência entre o "pai do protecionismo moderno", Friedrich List, e Prebisch. List teria dado maior ênfase ao protecionismo "educador", temporário, focado em setores potencialmente competitivos, enquanto Prebisch teria apresentado uma abordagem que...

Econ - Livre Comércio Versus Protecionismo I

Livre Comércio Versus Protecionismo : 403 - Texto de Ivan Tiago Machado Oliveira, mestrando da UFBA em Economia na época (2007). David Ricardo evolui a noção de “vantagem absoluta” de Smith, que era muito focada na especialização e quem tinha menores custos ao produzir x ou y. Traz a “vantagem comparativa”, que passa enfatizar, mais que os custos, os “custos de oportunidade”. Fazer o que o país sabe fazer melhor em comparação internacional. Se a diferença de produtividade para fazer soja é menor que pra fazer avião ou navio, melhor fazer muita soja e usar o dinheiro para comprar o navio de que se precisa. Isso mesmo se o país rico fizer melhor ambas as coisas. 404 - Krugman coloca que têm que ser levado em conta outros fatores, como, por exemplo, os custos dos transportes e protecionismo (o que pode levar a ser preferível alguma autossuficiência em algum setor). 405 - Modelo teórico neoclássico Heckscher-Ohlin-Samuelson (H-O-S): ficou tão mal explicado quanto o terceiro ponto da cr...

Gustavo Machado - A Revolução Russa é a negação de ‘O Capital’ de Marx

Gustavo Machado - A Revolução Russa é a negação de ‘O Capital’ de Marx : 22 - É uma pergunta, já que a revolução foi vitoriosa justamente num país europeu atrasado.. 23 - Poucos meses depois da publicação do Manifesto o levante de junho de 1848 na França mostrara que o proletariado poderia se colocar em luta em função de seus próprios interesses, antes de marchar necessariamente a reboque de outras classes sociais. 24 - Impacto pelo mundo: Como ilustração do impacto avassalador da Revolução Russa basta rememorar que, em meados de 1921, o III Congresso da Internacional Comunista, criada sob o influxo da revolução bolchevique, reuniu 605 delegados, de 103 organizações que representavam 52 países de todos os continentes. Parte expressiva desses partidos já possuíam dezenas de milhares de membros. Ver: (BROUÉ, 2007, p.288-299) . 25 - Marx inclusive esculhambava a diplomacia russa e o czar pelo seu papel tradicionalmente contrarrevolucionário. Seu juízo sobre a Rússia é tão severo que...

Econ - Tiago e Niemeyer - Condições históricas do planejamento

  Tiago e Niemeyer - Condições históricas do planejamento : 576 - Analogamente, Carr (1947) afirma que tanto o Mundo Ocidental quanto a União Soviética chegaram ao conceito de planning como forma de condução da economia nacional na mesma época, embora por circunstâncias diferentes. 577 - Cada lado, porém, usou fontes diferentes para balizar seus tipo de planejamentos. 578 - Intervenção restringe-se à manipulação de variáveis macroeconômicas, com o objetivo de atingir estabilidade, ou seja, de reduzir a amplitude dos ciclos econômicos. A intervenção é, por isso, uma atividade estatal que não pretende subverter a lógica de alocação dos recursos pelo sistema de preços livres, mas visa apenas criar as condições para que esse mesmo sistema funcione dentro de condições predeterminadas. Por outro lado, essa ação deliberada sobre o mercado não corresponde ao modelo econômico liberal perfeito, com o que se pode argumentar que tanto a intervenção econômica, em sua forma de aparição espec...

Econ - Textos Variados XXI

  Monica De Bolle - Ah, o Liberalismo : 184 - Texto de janeiro de 2020. A Inglaterra abraçou o protecionismo com vigor por 31 anos, de 1815 a 1846. O enredo é fascinante. Em 1815, a economia britânica se recuperava das guerras napoleônicas. Durante a guerra, barreiras de todo tipo foram erguidas para evitar que a ilha sucumbisse ao continente; entre elas, uma proteção maciça ao comércio de grãos e outros produtos agrícolas. Tarifas elevadas aplicadas a esses produtos conferiram ganhos aos produtores e donos das terras, já que os preços subiram significativamente. Quando a guerra acabou, a pressão para que o protecionismo não fosse eliminado foi enorme e o Partido Conservador, representante dos grandes latifundiários, sucumbiu. As Leis dos Cereais entraram em vigor em 1815 e se mantiveram vigentes por três décadas. Durante esse período, o mercado britânico para determinados grãos ficou completamente fechado, para espanto dos seguidores de Smith e Ricardo. Economias essencialmente ...