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Mostrando postagens com o rótulo Reforma agrária

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 9

                                                           Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 252-274 " CAPÍTULO 9 : "Eu quero que a cabra do Boris morra -  DESIGUALDADE E POBREZA " 205 - Desigualdade (Chang critica a teoria do gotejamento): Entre os argumentos éticos contra a desigualdade estão: um alto grau de desigualdade é moralmente inaceitável porque uma grande parte do que você ganha se deve à sorte (por exemplo, quem são seus pais) e não ao “puro merecimento” (como esforços praticados por você); um grupo com muitas discrepâncias entre seus membros não tem como funcionar como uma verdadeira comunidade; desigualdade excessiva corrói a democracia ao permitir que os ricos tenham influência política desproporcional .  206 - E o outro extremo?  Poucas pessoas, se é que haveria alguém disposto a isso, d...

Livro: Sánchez-Ancochea, Diego - The Costs of Inequality in Latin America - Capítulo 7

                                                         Livro:  Sánchez-Ancochea, Diego - The Costs of Inequality in Latin America Pgs. 173-205 " CAPÍTULO 7 : "AND NOW WHAT? HOW TO FIGHT INEQUALITY IN LATIN AMERICA AND BEYOND " 154 - Critica a segregação educacional, especialmente antes da universalização do ensino. As elites não tinham um projeto pra toda a nação. Contentava-se em manter bem sua classe.  A desigualdade também desincentivou os gastos com pesquisa e desenvolvimento. Se as famílias ricas já estavam obtendo lucros pesados em setores tradicionais – da mineração ao comércio – por que investiriam em atividades de alta tecnologia? Por que eles deveriam tentar competir com os EUA e a China, quando poderiam se concentrar em outros setores onde quase não enfrentavam concorrência? 155 - A carga tributária latina ou é baixa ou é...

YT - Paulo Gala, Uallace Moreira - Coreia do Sul e o sucesso asiático!

  Paulo Gala, Uallace Moreira e Gabriel Cassiano: Coreia do Sul e o sucesso asiático! 1 - Os próprios EUA fizeram a reforma agrária na Coréia do Sul e a educacional. Antes mesmo de Park. Os EUA não gostaram, porém, do general ter estatizado o sistema financeiro. 2 - Indica o texto "King Kong meets Godzilla" que compara as visões de Alice Amsden e Banco Mundial sobre o desenvolvimento coreano. Acho que é de Rodrik. Coloca que o BM ignora, por exemplo, as punições na política industrial. Ignora também o papel da ciência e tecnologia - engenharia reversa e posterior inovação -, algo que as multinacionais não ligariam. Ademais, Uallace é contra CEO, que só visariam o curto prazo. Gestão e propriedade continuaram ligadas. Propriedade familiar. 3 - Escopo e escala exigem concentração de mercado. Quando a KIA quebrou, a Hyundai que comprou. Governo proibiu a compra por multinacional. 75% do mercado de carros coreano é dominado por ela. Paulo coloca que esse "monopólio" é u...

YT - Paulo Gala e Uallace Moreira - Vídeos Diversos VII

  Sucesso da Coreia e fracasso do Brasil e Argentina: Por que? 1 - Não tem muita novidade. Só os "mapas" legais de Hidalgo e tal sobre o "S" do desenvolvimento. Países que "sobem" o S saem do "campo gravitacional" dos produtos simples. São puxados para o topo do "S" pela complexidade econômica no Gráfico "PIB PC x Índice de complexidade". 2 - Afirma que o caso irlandês tm muito a ver com ser um centro de atração de multinacionais que buscam imposto baixo para acessar o mercado europeu. POSCO, a gigante estatal do aço na Coreia do Sul 3 - Coloca que nem o Banco Mundial nem os chaebols topavam a empresa. Não era "vantagem comparativa". Park entendi que era estratégica e topou sozinho. Vinte anos depois o Banco Mundial considerou a empresa uma das siderúrgicas mais produtivas do mundo. Paulo acredita que produzia mais aço do que as três juntas do Brasil. Só foi privatizada em 1997. Governo ainda manteve uma boa particip...

Econ - Maurício Chalfin Coutinho - Incursões Marxistas (Economia Brasil)

  Anotações Sobre “ Economia Pura ” (Antigos V).   Pura entre aspas .     Obs.: Estes textos da pasta NÃO estão organizados por ordem de data. Ordem alfabética.   Maurício Chalfin Coutinho - Incursões Marxistas (Economia Brasil) : 1 – Defende que a economia política marxista não exerceu um impacto decisivo no pensamento econômico brasileiro . Cita Guido Mantega como autor que discorda sobre não haver essa influência. CEPAL é que comandou a parada e os “marxistas” teorizavam de acordo com os objetivos pragmáticos da orientação política, defende. A subordinação ao desenvolvimentismo revela também a pequena criatividade do marxismo brasileiro. 2 - Os trabalhos de Sergio Silva (1976), João Manuel Cardoso de Mello (1985) e Ignácio Rangel (2000) são três bons exemplos do que aqui se denomina de estudos de desenvolvimento econômico influenciados pelo marxismo. A temática destes trabalhos é a da industrialização; no caso de Rangel, trata-se de ensaios sobre as...

Econ - Ha-Joon Chang - Capítulos II e III do Maus Samaritanos (Livro) II

 (continuação...) 50 - Em 1846, veio a derrubada das “Corn Law” permitindo, agora, importar alimento barato e, em 1860, caíram todas as tarifas e os ingleses passaram a professar 100% a ideologia de livre-mercado. 51 - Coloca que no “A Riqueza das Nações”, Smith recomendou aos EUA que não desenvolvesse as manufaturas. Fato é que a Inglaterra proibia atividades industriais “high tech” lá. 52 - Alexander Hamilton se torna o primeiro Secretário do Tesouro aos 33 anos em 1789. Defendeu a indústria “infante” antes de List escrever suas obras. Fez um relatório prevendo várias medidas de protecionismo drástico, mas foi adotado muito suavizado (em razão dos interesse dos agricultores do Sul). Exemplo:  Seguindo o Report de Hamilton, a tarifa média sobre os bens estrangeiros manufaturados aumentou de cerca de 5% para algo em torno de 12,5%, mas estava ainda muito baixa, a fim de estimular indústrias americanas nascentes.  A partir de 1800 as coisas começaram a mudar. “ Se tivesse ...

Econ - Site Voyager - Coréia do Sul Tem Quase Nada de Liberalismo I

Site Voyager - Coréia do Sul Tem Quase Nada de Liberalismo : 341 - A Coreia, mais do que produzir o que importava, adaptou as suas atividades de exportação à procura do mercado mundial, conseguindo favorecer as indústrias que possuem uma percentagem elevada de valor acrescentado. 342 - Era uma ditadura protegida pelos Estados Unidos. Destaca-se, ainda, a utilização permanente da repressão sobre o movimento operário (proibição de sindicatos independentes) , 343 - Coloca que a Coréia não ter grandes recursos naturais foi bom para não despertar os EUA para a possibilidade de considerá-la uma zona de abastecimento. 344 - Governo instalado pelos EUA no Sul: A comissão das Nações Unidas sobre a Coreia faz saber que, em agosto de 1949, oito meses antes de 30 de abril de 1949, 89.710 pessoas foram detidas no âmbito do “Decreto para a proteção da paz nacional”. Estima-se em milhares a perda de vidas humanas, ou mesmo, em dezenas de milhares. Diversos líderes históricos da luta anti-japones...

Econ - Dani Rodrik - A Correlação Que Há Entre Desigualdade e Crescimento Econômico (e Gráfico de Cargas tributárias)

  Crescimento Histórico da Carga Tributária de Países Ricos - 1900 a 2008 : 446 - Gráfico. Por ele podemos perceber que a carga tributária da Suécia (junto com a França) só se desloca muito de UK (principalmente) e USA nos anos 70 se mantém perto de 50% desde então. Antes da II Guerra era tudo bem parecido, mas com algumas variações. UK era mais gastadora de todas. Talvez pelo papel grande nas duas Grandes Guerras. O gráfico claramente salta nelas. Por isso que a primeira metade do Século XX a Suécia passa gastando um tanto menos que os outros três. 447 - UK esteve sempre um tanto acima que os EUA. Em 2008 era meio que 36 a 26%, por exemplo, a carga. 448 - https://ourworldindata.org/taxation Aqui podemos ver mil gráficos e estatísticas comparativas entre países e suas taxações e cargas tributárias.   Dani Rodrik - A Correlação Que Há Entre Desigualdade e Crescimento Econômico : 449 - Texto do meio da década de 90. É com Alesina inclusive, por incrível que pareça. Conclu...

'Osvaldo Coggiola - O Comércio de Drogas Hoje' e 'Plínio - A Questão Agrária Brasileira e a Luta Pelo Socialismo' e outro

  Osvaldo Coggiola - O Comércio de Drogas Hoje : 255 - Não sei bem a fonte: Durante o período dos conflitos, 40% dos soldados norte-americanos consumiam heroína e 80% maconha. 256 - A grande transformação das economias monoprodutoras em narcoprodutoras (e o grande salto do consumo nos EUA e na Europa) se produziu durante os anos 80, quando os preços das matérias-primas despencaram no mercado mundial: açúcar (-64%), café (-30%), algodão (-32%), trigo (-17%). A crise econômica mundial exerceu uma pressão formidável em favor da narco-reciclagem das economias agrárias. 257 - Atualmente, o narcotráfico é um dos negócios mais lucrativos do mundo. Sua rentabilidade se aproxima dos 3.000%. Os custos de produção somam 0,5% e os de transporte gastos com a distribuição (incluindo subornos) 3% em relação ao preço final de venda. De acordo com dados recentes, o quilo de cocaína custa US$ 2.000 na Colômbia, US$ 25.000 nos EUA e US$ 40.000 na Europa. 258 - Fala dos principais países produtor...

M.R.Jones (PP) - A Experiência dos Comitês de Fábrica na Revolução Russa I

M.R.Jones (PP) - A Experiência dos Comitês de Fábrica na Revolução Russa : 483 - Panfleto denso de 1984. Foram as mulheres da classe trabalhadora (têxtil) de Petrogrado que desencadearam a revolução em fevereiro. … As demandas de pão e os ataques às padarias foram substituídos por uma manifestação enorme de mulheres trabalhadoras no Dia Internacional da Mulher. 484 - O comitê bolchevique de Veborg se opôs às greves: “(…) Como o comitê pensava que o momento estava imaturo para a ação militante – o partido não era suficientemente forte e os trabalhadores haviam tido também poucos contatos com os soldados – optaram por não convocar greves se não por preparar-se para a ação revolucionária em algum momento indefinido no futuro. ” 485 - Ignorantes de que o momento estivesse tão “imaturo”, os trabalhadores pressionaram com a greve até que 240.000 aderiram. (...) O Comitê Central Bolchevique finalmente resolveu chamar uma greve geral justamente quando a greve já existente estava se tor...

Julio Delmanto (PP) - Uma Ditadura Diferente da Nossa, Polaroides de Um Turista Em Cuba

  Julio Delmanto (PP) - Uma Ditadura Diferente da Nossa, Polaroides de Um Turista Em Cuba : 433 -  recém operado da vista, gabriel lê o jornal oficial granma com uma lupa na mesa do pátio interno da sua espaçosa e antiga casa na sempre tórrida santiago. diz que viu na tv os protestos contra dilma rousseff e pergunta se a presidenta de fato está envolvida com corrupção: aqui como nosso governo apoia fica difícil saber a verdade.   pra ele, o melhor de cuba é a segurança: não temos drogas nem violência, todo está muy controlado. 434 - Narra a eleição de um delegado de subscrição do bairro. Mal havia candidato. Fez-se uma reunião de quinze minutos e não houve discussão de nada. Qualquer projeto. Pareceu um negócio bem apático. 435 -  estou com boris e seus peixes de aquário assistindo uma aburridíssima partida de beisebol na sala de sua casa em holguín quando ele começa a falar das condições de vida em cuba e do que ele crê ser uma ditadura, na qual a propagandeada part...