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Mostrando postagens com o rótulo Rangel

YT - Paulo Gala - Um projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil e a obra de Ignácio Rangel (com Elias Jabbour)

  Um projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil e a obra de Ignácio Rangel 1 - Uma " live " com os dois e André Roncaglia e José Márcio Rêgo.  2 - O ISEB. Werneck Sodré e Rangel faziam parte.  Em 1958, no entanto, uma crise interna dividiu o instituto. O grupo liderado por Hélio Jaguaribe opôs-se à corrente da qual faziam parte Roland Corbisier e Alberto Guerreiro Ramos, favorável a uma ação menos acadêmica e mais engajada, e acabou deixando o instituto. 3 - Rangel se encontrou com Vargas e chegou a fazer parte da assessoria. 4 - Forma valor ser substituída pelo projeto criador de utilidades. A lei do valor vai sendo suprimida, segundo Elias, pela economia do projetamento. A China seria um exemplo. (Não vejo bem como é isso na pratica, para além da margem de lucro ínfima). Economia construtora de bens públicos, como transportes mais rápido. O economista/engenheiro de projetamento teria duas missões: troca do trabalho vivo pelo morto e criação de empregos. 5 - Range...

YT - Paulo Gala - Lançamento do curso “Milagre da China parte 1” (Live)

  Lançamento do curso “Milagre da China parte 1” por Elias Jabbour, Paulo Gala e Gabriel Cassiano 1 - Jabbour diz que na China foi constatado pela PricewaterhouseCoopers que 85% dos chineses acreditavam na política. Seria isso prova da legitimidade, chancela da população. Confiança no governo. Não imposição ditatorial. Afirma que o índice é de 15% na Inglaterra, 12% nos EUA e 5% no Brasil. Diz que negação da política é abrir espaço para o fascismo. 2 - Paulo afirma que os planejadores chineses estão obcecados em não cair na armadilha da renda média (28 a 29 min do vídeo).  3 - Elias afirma, invocando Rangel, que há empresas chinesas que já operam fora da lógica de preço, buscando apenas produção de valores de uso, o que explicaria a construção de um hospital em dez dias. Especialmente no setor estatal. É isso uma das decorrências do que chama de economia do projetamento, termo que Rangel já usava. Estatais totalmente voltadas a produção de bens públicos. O "projeto" vai subst...

Econ - Maurício Chalfin Coutinho - Incursões Marxistas (Economia Brasil)

  Anotações Sobre “ Economia Pura ” (Antigos V).   Pura entre aspas .     Obs.: Estes textos da pasta NÃO estão organizados por ordem de data. Ordem alfabética.   Maurício Chalfin Coutinho - Incursões Marxistas (Economia Brasil) : 1 – Defende que a economia política marxista não exerceu um impacto decisivo no pensamento econômico brasileiro . Cita Guido Mantega como autor que discorda sobre não haver essa influência. CEPAL é que comandou a parada e os “marxistas” teorizavam de acordo com os objetivos pragmáticos da orientação política, defende. A subordinação ao desenvolvimentismo revela também a pequena criatividade do marxismo brasileiro. 2 - Os trabalhos de Sergio Silva (1976), João Manuel Cardoso de Mello (1985) e Ignácio Rangel (2000) são três bons exemplos do que aqui se denomina de estudos de desenvolvimento econômico influenciados pelo marxismo. A temática destes trabalhos é a da industrialização; no caso de Rangel, trata-se de ensaios sobre as...

Econ - Agenor Castoldi - Texto IX (Parte 4)

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 (continuação...) 240 - Vieram os inercialistas:  a primeira coisa que fizeram foi distinguir os fatores aceleradores, mantenedores e sancionadores da inflação . Colocavam que as três ou quatro teorias anteriores só focavam nos fatores aceleradores: (a) pontos de estrangulamento de oferta e conflitos distributivos, (b) excesso de gasto público ou (c) excesso de quantidade de moeda gerada por déficit público. 241 - …  Com a indexação informal, realizada por reajustes defasados ou assincrônicos, os preços relativos vão sendo continuamente equilibrados e desequilibrados. Não há nenhum ponto de equilíbrio dos preços relativos, apenas um vetor de equilíbrio. Ao redor desse vetor, os preços nominais fixos temporariamente caem em termos reais durante o período entre reajustes e sobem no momento do reajuste. (...) Se já houver uma indexação formal – como, aliás, era o caso da economia brasileira na época –, a inercialização da inflação será naturalmente facilitada. E se as empres...

Econ - Agenor Castoldi - Texto IX (Parte 3)

(continuação...) 234 -  É importante destacar que durante toda a década de 80, quando o país era uma economia muito mais fechada, era comum observar-se (principalmente por parte dos setores oligopolizados) a concessão de reajustes nominais de salários, desde que o mercado absorvesse aumentos de preços para compensar os reajustes. Na prática, ocorria uma transferência de renda dos trabalhadores não organizados para os mais organizados. (...) Com o processo de abertura comercial, essa prática ficou inviabilizada nos setores produtores de tradeables, uma vez que aumentos de preços tornam os produtos importados mais competitivos, podendo levar até mesmo à incapacidade de concorrer com os mesmos. 235 - Brasil de Figueiredo:  Após dois ajustamentos (1981 e 1983) com efeitos recessivos – o último envolvendo uma maxidesvalorização do cruzeiro –, o ajuste de fluxo das contas externas foi finalmente alcançado. A inflação, porém, ao invés de cair como esperavam os dirigentes da economia,...

'Osvaldo Coggiola - O Comércio de Drogas Hoje' e 'Plínio - A Questão Agrária Brasileira e a Luta Pelo Socialismo' e outro

  Osvaldo Coggiola - O Comércio de Drogas Hoje : 255 - Não sei bem a fonte: Durante o período dos conflitos, 40% dos soldados norte-americanos consumiam heroína e 80% maconha. 256 - A grande transformação das economias monoprodutoras em narcoprodutoras (e o grande salto do consumo nos EUA e na Europa) se produziu durante os anos 80, quando os preços das matérias-primas despencaram no mercado mundial: açúcar (-64%), café (-30%), algodão (-32%), trigo (-17%). A crise econômica mundial exerceu uma pressão formidável em favor da narco-reciclagem das economias agrárias. 257 - Atualmente, o narcotráfico é um dos negócios mais lucrativos do mundo. Sua rentabilidade se aproxima dos 3.000%. Os custos de produção somam 0,5% e os de transporte gastos com a distribuição (incluindo subornos) 3% em relação ao preço final de venda. De acordo com dados recentes, o quilo de cocaína custa US$ 2.000 na Colômbia, US$ 25.000 nos EUA e US$ 40.000 na Europa. 258 - Fala dos principais países produtor...