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Mostrando postagens com o rótulo Risco país

Livro: Fernando Carvalho ... and Sicsu - Economia Monetária e Financeira - Capítulo 24

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                                                                                                                                         Livro: Fernando Carvalho, Luiz Fernando De Paula and Joao Sicsu - Economia Monetária e Financeira (2007) Pgs. 364-382 " CAPÍTULO 24 : "MOEDA, CÂMBIO  E POLÍTICA ECONÔMICA  EM UMA ECONOMIA ABERTA " 341 - BP (balanço de pagamentos) =  soma do saldo em transações correntes (TC) com o saldo da conta de capital (K) na economia . O saldo global do balanço de pagamentos é igual à variação das reservas (R). 342 -  Ao comprar moeda estrangeira no mercado, para incorporar às suas reservas, o Banco...

Livro: Fabio Giambiagi... - Economia Brasileira Contemporânea (1945-2010) - Capítulo 8

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                                                                                                              Livro: Fabio Giambiagi... - Economia Brasileira Contemporânea (1945-2010) Pgs. 215-255 " CAPÍTULO 8 : "Rompendo com a Ruptura: O Governo Lula (2003-2010) " 222 -  Texto também de Fabio Giambiagi. Coloca que os temores contra o PT eram fundamentados. Ao menos antes da eleição. Exemplifica.  A economista Maria da Conceição Tavares, ex-deputada federal do PT e na época conselheira de Lula, escreveu em julho de 2000 artigo defendendo a ideia de que “está mais do que na hora de submeter à população um plebiscito nacional sobre a dívida externa que esclareça os prejuízos decorrentes de manter essa si...

Livro: Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas - Capítulo 8

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                                                                                                     Livro: Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas (2011) Pgs. 223-248 " CAPÍTULO 8 : "A Política Fiscal do Governo Lula 2003/2010) " 149 - Colocam que o período 2003-2007 foi extremamente positivo do ponto de vista da economia mundial, lembrando o crescimento médio dos "anos dourados" (os anos 60). 150 - O Brasil teria acompanhado, porém, até ficado um pouco aquém dos emergentes.  151 - A taxa de juros real dos EUA ficou por volta de 2% na era Bush. Liquidez internacional em alta. 152 - Cenário externo favorável:  Quando se compara o índice de preços médio das exportações brasileiras, em face da maior elevação das c...

Livro: Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas - Capítulos 6 e 7

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                                                                                                   Livro: Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas (2011) Pgs. 165-190 " CAPÍTULO 6 : "As Finanças Públicas na Fase Estabilização: 1995/1998 " 101 - Os autores observam que os economistas, em 1994, eram céticos sobre a possibilidade de vencer a inflação no longo prazo sem resolver a questão fiscal. No entanto, FHC I empurrou com a barriga a progressiva deterioração fiscal - que ocorreu mais rápida do que se imaginava, perdendo-se o superávit já em 1995 - e dívida cada vez maior (passou de 30 a 39% a dívida líquida). Surpreendentemente, tudo isso sem perder o controle da inflação. Chegou a igualar a dos países desenvolvidos em 1998. A...

Nelson Barbosa - Histórico da Taxa Real de Juros Brasileira

  Nelson Barbosa - Histórico da Taxa Real de Juros Brasileira 1 - Pequeno texto da coluna de Nelson Barbosa na Folha. 2 - As duas definições de juros "naturais": a) não gera excesso nem insuficiência de demanda em relação ao produto potencial da economia; b) juro real internacional somado ao prêmio de risco país e da moeda em questão. 3 - ...Prêmio de risco depende das incertezas e tal. Assim sendo, corre-se o risco até de profecias autorrealizáveis. A subjetividade ganha força.  4 - A elevação do juro real virou estratégia para atrair dólar já a partir de 1991. O juro real médio subiu de 10 para 35% ao ano! Com o Plano Real, pôde "cair" para cerca de 22%... Eram estratégias a fim de manter a âncora cambial, o que se tornou "desnecessário" a partir de 1999, como a adoção do famoso tripé. Entre 1999 e 2005, o juro real médio foi de 11%, coloca. 5 - O ano de 2006 marca a fase da estratégia de intensificar o acúmulo de reservas internacionais, a fim de alivia...

Gráficos XXVIII - Novos - Juros e Câmbio, Brasil e Mundo

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    Gráficos XXVIII - Novos - Juros e Câmbio, Brasil e Mundo 1 - Dezembro pré-pandemia e pós-pandemia (já com deterioração fiscal e dívida em 90% do PIB). O que parece importar é a tendência a manter Selic baixa. 2 - Títulos de Longo Prazo nos EUA. Juros de dez anos. 3 - Gráfico de Felipe Camargo mostrando que a política monetária de "grande moderação" dos BC's conseguiu no mínimo suavizar os ciclos. Aparentemente o Estado pôde gastar menos com juros para controlar a inflação também. Seria a credibilidade?  4 - Brasil e o "Custo SELIC". Custo médio do estoque foi caindo até fim de 2020. O das novas emissões mais ainda. Só vi vantagens.  5 - Mais gráfico de Felipe Camargo e Felipe Rezende. A desvalorização do Real em 2020 não pode ser explicada somente pela taxa de juros. Brasil aparece como "outlier". O próprio relatório do BC admite as outras grandes causas: volatilidade causada pelos minicontratos. .