Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Marini

Econ - Reinaldo Carcanholo - A Transferência de Valor e o Desenvolvimento do Capitalismo

  Anotações Sobre “ Economia Pura ” (Antigos VI - Final).   Pura entre aspas .     Obs.: Estes textos da pasta NÃO estão organizados por ordem de data. Ordem alfabética.   Reinaldo Carcanholo - A Transferência de Valor e o Desenvolvimento do Capitalismo : 1 –Antes de qualquer coisa, defendo que se comece o estudo de tudo que escreve “Carcanholo” pelo texto “Teoria do Valor e Preços de Mercado“ (e que começa no “item 96” desse arquivo de fichamentos), que é o mais cristalino deles. E vai facilitar o entendimento de todos os fichamentos dos textos anteriores ao citado. Este primeiro texto aqui a seguir é um resumo da tese que defendemos em 1982 . Ruy Mauro Marini orientou. 2 - Inicia afirmando que suas previsões pessimistas sobre a Costa Rica desde então se mostraram corretas. Que a burguesia já não tinha mais potencial progressista. (Só sei que a produtividade do trabalho cresceu a meros 1% ano desde então). 3 - O desenvolvimento do capitalismo consis...

Marxistas - Textos Diversos LIX - Las Razones Del Neodesarrollismo (Marini, Resposta a FHC)

  Marini - Las Razones Del Neodesarrollismo (Resposta a FHC) : 931 - Em espanhol, mas vamos lá… Afirma que nunca defendeu que o capitalismo aqui ia estancar e sim que haveria crise, a qual podia ser superada pelo próprio desenvolvimento capitalista. Enfim, acusa os brasileiros de terem criado um espantalho nesse ponto (sei não…) 932 - Diz que Celso Furtado e o CEPAL é quem acreditavam que era “independência ou estancamento”. 933 - (Não sei se é o fato do texto está em espanhol, mas não estou entendendo algumas acusações de “distorcimento” que ele faz contra a dupla brasileira). 934 - (Não entendo 100% das frases. Nem a pau. Isso complica, pela complexidade do assunto). 935 - Defende que se o preço de um produto industrializado de país desenvolvido se mantém a despeito de redução do seu valor - tempo socialmente necessário para produzí-lo -, haverá transferência de valor do país importador desse produto para o exportador… (Por que o preço se manteria?) 936 - Critica o “sociolo...

Marxistas - Textos Diversos XXXII - As Desventuras da Dialética da Dependência (FHC e Serra)

 (continuação...) 490 - No caso das exportações, FHC e Serra trouxeram amplos dados que mostraram o oposto (!) do que Marini pretendia provar. O saldo da balança comercial foi razoavelmente negativo no período. As exportações cresceram, porém as importações também. E mesmo que se considere apenas o crescimento das exportações, o que seria errado, explicariam apenas ⅛ do crescimento do PIB. |E a exportação de manufaturados explicariam apenas ⅓ desses ⅛. Ou seja, 1/24 avos do crescimento do PIB. 491 - Portanto, que subimperialismo é esse exatamente? 492 - Ademas, a produção industrial triplicou, mas apenas cerca de 3% disso se deveu aos produtos feitos para exportação.... 493 - Em verdade, quem explicou ⅔ (Aí sim um valor relevante!) do crescimento do PIB de 65 a 75 foi o consumo privado! A elevação de renda da classe média alta e o financiamento do consumo proporcionaram isso. 494 - O emprego industrial e a produção manufatureira cresceram enormemente, também ao contrário do que Mar...

Marxistas - Textos Diversos XXXI - As Desventuras da Dialética da Dependência (FHC e Serra)

  FHC e Serra - As Desventuras da Dialética da Dependência (Crítica a Marini) : 472 - Janeiro de 78. Estavam no CEBRAP. Ainda eram “socialistas”. 473 - Coloca que inicialmente boa parte da esquerda esperou a etapa “burguesa” da revolução brasileira. Quando viu que a burguesia nacional optou pela ordem a arriscar governar com as massas, a esquerda - ou boa parte - colocou que agora era socialismo ou estagnação das forças produtivas. (E, pra falar a verdade, nem eu, nem Serra, nem FHC, sabemos porque falavam em “estagnação”, já que o PIB continuava a crescer). 474 - A CEPAL (Prebisch e Singer) considerava que a troca desigual entre os países centrais e periféricos só tinha a piorar, afinal, é mais fácil ter ganho de produtividade na produção secundária do que na primária (agricultura), que evolui de forma mais lenta (ou pelo menos evoluia, naquela época). 475 - … Isso se dava (não entendi se “também” ou “exclusivamente”), segundo Prebisch, porque a indústria dos países centrais ...

João Bernardo - As Raízes Ideológicas do Brasil Potência e a Viagem do Brasil - Parte II

(continuação...)                356 - Roberto Simonsen e talvez até Getúlio Vargas tiveram contato com essas ideias. 357 - Interessante é que Raúl Prebisch deu continuidade às ideias de Manoilescu mesmo sendo antiperonista… (era ligado à oligarquia agrária). 358 - Atacava-se mais o imperialismo que o capitalismo, portanto. 359 - Um comentador critica JB por jogar todos os “teóricos da dependência” no mesmo saco. O caráter anticapitalista estaria amplamente presente em Vania Bambirra, Theotônio dos Santos e Ruy Mauro Marini, por exemplo. Manolo discordou. Marini teria uma análise eminentemente geopolítica. De fato. Porém, uma comentadora posterior e fã de Marini observa que o trecho destacado era de geopolítica e não o pensamento de Marini. 360 - JB esclareceu que se referia aos mais influentes teóricos da dependência:  CEPAL, CEBRAP, Sweezy e Baran, são estes — e não alguns teóricos eventualmente interessantes mas obscuros — os pontos de...