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Mostrando postagens com o rótulo Dialética

Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor - Capítulos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8

   Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor Pgs. 1-10: " Prefácio à edição brasileira (Belluzzo) " 1 - É meio que um resumão da coisa toda. Pgs. 11-18: " Introdução e PARTE I - A Teoria de Marx sobre o fetichismo da mercadoria " 2 - Fetichismo da mercadoria: considerar que as trocas partem de propriedades internas das mercadorias e não das relações entre pessoas. (Eu poderia dizer que é só olhar para o valor-de-uso quando todo o sistema é estruturado em torno do valor? Como se as coisas valessem por si mesmas...) Pgs. 19-24: CAPÍTULO 1 : "As bases objetivas do fetichismo da mercadoria " 3 - As coisas ocultam as relações de produção. Enfim, não vi nada muito concreto aqui. Pgs. 25-31: CAPÍTULO 2 : "O processo de produção e sua forma social " 4 - Também não vi nada que me parecesse novo e importante. Pgs. 32-41: CAPÍTULO 3 : "A reificação das relações de produção entre as pessoas e a personificação das coisas " 5 - Dinheiro, ca...

Felipe Taufer (Blog de Eleutério Prado) - Quatro mitos sobre Marx

  Quatro mitos sobre Marx 1 - É um texto de Felipe Taufer. Coloca que o mito das três fontes do marxismo (Lênin e Kautsky, principalmente o último) leva muitos a pensar o mesmo como uma colcha de retalhos. (Sociologia francesa, economia política inglesa e filosofia alemã). Critica isso. Debate ficou todo abstrato e desimportante para mim, do jeito que foi colocado. 2 - Já mesmo no jovem Marx, a propriedade privada já aparece como algo próprio a um determinado tipo de sociabilidade, a capitalista. Não que não existisse nas demais, mas nelas tinha outro papel, muito menos central. 3 - Taufer parece discordar de quem quer colocar em Marx o "economicismo" de que o trabalho é sempre o mais importante aspecto humano.  O problema todo é que quando o trabalho vira elemento antropológico central da vida humana, outras possibilidades de relação entre “ser humano” e “natureza” são bloqueadas. Seria algo da sociabilidade também. 4 - Marx, Proudhon e as contradições da vida:  Por essa...

YT - TV Boitempo - BÖHM BAWERK REFUTOU MARX?

  BÖHM BAWERK REFUTOU MARX? 1 - Vídeo com Grespan. Afirma que Hilferding respondeu, mas que surgiram novas polêmicas matemáticas depois. 2 - Afirma que os valores não podem corresponder exatamente-matematicamente aos preços em razão da inversão dialética. Aparência e essência divergem. Que Marx ia ou estava estudando matemática.  3 - Enfim, aprofunda nada. 4 - Não há conceito absoluto na dialética. Redefinição de mercadoria há todo o tempo, por exemplo. Livro I: ar e terra virgem não são sequer produtos da mão-humana. Mero valor-de-uso. Livro III: como a terra virgem tem preço sem ser mercadoria? Preço se desvia do valor. Há preços em coisas que não têm valor. Obras de arte e antiguidades "valiosas" também meio que se encontram aí, segundo Grespan (não entendi bem porque não teriam valor). Como terra possui preço, Grespan considera que Marx redefine o conceito de mercadoria para "qualquer bem passível de estabelecimento de propriedade privada (cerca)" e não necessar...

YT - Filosofia Vermelha - Engels errou sobre Kant e a coisa-em-si (e outros vídeos menores)

  Engels errou sobre Kant e a coisa-em-si 1 - Critica o dogmatismo que pode haver entre os marxistas. Engels não poderia errar, como se Deus fosse. 2 - Do socialismo utópico ao socialismo científico foi escrita unicamente por Engels, é lá que está a polêmica. 3 - Considera Engels melhor escritor que Marx (às vezes meio confusa) 4 - Kant coloca que não sabemos exatamente como são as coisas, pois a apreendemos pelos sentidos. Diria Engels, porém, que com o desenvolvimento da ciência conheceríamos todas as propriedades - químicas, por exemplo, das coisas. Ademais, Engels diz que Hegel foi quem resolveu isso. Glauber crê que sequer isso pode ser dito. 5 - Manipulação mais completo de fenômenos e objetos por experimentos continua nos deixando reféns dos sentidos. Não dá para saber se as coisas correspondem a isso. 6 - A superação do dualismo sujeito-objeto que é a crítica de Hegel a Kant. Era isso que Engels deveria ter tentado argumentar. Essa armadilha. 7 - Afirma que o próprio Kant t...

Econ - Reinaldo Carcanholo - Sobre a Ilusória Origem da Mais-Valia II

 (continuação...) 72 - Importante:  Como explicar esse paradoxo: o lucro total difere da mais-valia total? Trata-se do que chamamos paradoxo da desigualdade dos iguais. Seria muito simples dizer que, tratando-se de relação dialética entre a essência e a aparência, não se necessita uma explicação baseada na lógica formal. Estaríamos assim frente a um paradoxo dialético inexplicável pela lógica formal. No entanto, essa não é nossa compreensão sobre o assunto. Para nós, embora a lógica dialética supere a formal, não a pode violar. É por isso que as explicações dialéticas podem ser entendidas através de uma exposição que pressupõe exclusivamente a lógica formal; O Capital de Marx é a prova disso. 73 - A explicação, porém, que ele dá não consegue parecer nada além de uma desculpa para mim:  Assim, justamente por serem a mesma coisa, do ponto de vista da substância, justamente por ser o lucro nada mais que a mais-valia repartida de outra maneira, o lucro total medido em preço d...

Econ - Reinaldo Carcanholo - Oferta e Demanda e determinação do Valor de Mercado

Reinaldo Carcanholo - Oferta e Demanda e determinação do Valor de Mercado : 40 - Neste trabalho apresentamos uma interpretação sobre o cap. X do livro III d'O Capital de Marx, procurando superar as dificuldades que o texto apresenta e suas aparentes inconsistências. 41 - Seu ponto é: valor “social” é o valor “apropriado” (ou “de mercado”) e não o valor “produzido”. (...) Dessa maneira o valor social apresenta-se como a dimensão aparencial do valor, a partir do qual, como referência, os agentes podem avaliar os preços de mercado como altos ou baixos . (Obs.: vale dar uma lida logo nos pontos 58 a 62 aqui do fichamento pra entender onde ele quer chegar, já que o cara é muito pouco didático nas coisas que escreve). 42 - Afirma que, em Marx, não há espaço para “definições” (nem sei, afinal, talvez nem tudo seja histórico, como lembra o Gustavo do PSTU), mas que vai dar algumas apenas no intuito de facilitar a comunicação. Ok. 43 - Apesar de que, para Marx, a riqueza capitalista s...

Gustavo Machado - textos Sobre Marx e táticas

  Gustavo Machado - Marchar Separado, Golpear Juntos, De Marx à Trotsky : 74 - Marx afirmava que democratas pequeno-burgueses e operários poderiam golpear juntos um inimigo comum. Coloca, entretanto, que não se deve abrir mão de um programa próprio. Citação de Marx: Ao lado dos candidatos burgueses democráticos figurem em toda parte candidatos operários, escolhidos na medida do possível entre os membros da Liga, e que para o seu triunfo se ponham em jogo todos os meios disponíveis. Mesmo que não exista esperança alguma de triunfo, os operários devem apresentar candidatos próprios para conservar a independência, fazer uma avaliação de forças e demonstrar abertamente a todo mundo sua posição revolucionária e os pontos de vista do partido. Ao mesmo tempo, os operários não devem se deixar enganar pelas alegações dos democratas de que, por exemplo, tal atitude divide o partido democrático e facilita o triunfo da reação . 75 - A fonte: Não se trata, portanto, da análise de um caso espe...

PP - Textos Diversos XXIII (Pablo Polese)

  Pablo Polese (PP) - A Redução da Maioridade Penal Face à Indústria do Cárcere : 717 - Um simples olhar para as experiências internacionais já serve, penso, como argumento contra a redução: a imputabilidade de menores de 18 anos não trouxe, nos países que a implantaram, uma redução dos índices de criminalidade. 42 dos 53 países “mais seguros” do mundo tem maioridade penal de 18 anos . Como bem colocou um comentador da questão “o único país rico que pune como adulto os jovens é os Estados Unidos. Justamente o país rico com os maiores índices de criminalidade”. 718 - O colapso do sistema prisional público é portanto previsível, se já não uma realidade iminente, uma vez que a redução demandará uma ampliação significativa do aparato estatal (mais policiais, mais escreventes judiciais e juízes, mais Varas Criminais, mais delegacias, fóruns e claro, presídios, que por sua vez demandarão a contratação de carcereiros, faxineiros, serviços de manutenção das unidades etc). 719 - ...

Filosofia - Textos Diversos LXXI - Sócrates, Platão e Aristóteles - O Período Áureo da Filosofia Grega

  Sócrates, Platão e Aristóteles - O Período Áureo da Filosofia Grega : 540 - A grande questão de Sócrates na pólis grega era como viver bem. Era sua grande pergunta. O “só sei que nada sei” era a sabedoria, partir sempre de uma postura humilde. O começo de tudo é o autoconhecimento. 541 - Sócrates buscava os conceitos puros. A partir do momento que percebemos, em um diálogo, nossa ignorância, entra em cena a maiêutica: … Afinal, tanto para Sócrates quanto para Platão, a alma, antes de se unir ao corpo, contemplara as idéias na sua essência, no mundo das Idéias. Bastava, portanto, fazer um esforço para recordar. Conhecer é recordar. 542 - Platão. Como sair da caverna? O conhecimento verdadeiro se consegue através da dialética, que é a arte de colocar à prova todo conhecimento adquirido, purificando-o de toda imperfeição para atingir a verdade. 543 - Aristóteles preferia a sistematização ao diálogo. Foi mestre de Alexandre e procedeu a classificações do mundo natural. C...

Filosofia - Textos Diversos LXIII - Possibilidade da Dialética Marxiana na Sociedade Póscapitalista

  Possibilidade da Dialética Marxiana na Sociedade Póscapitalista : 439 - Os historiadores do pensamento grego consideram Heráclito de Éfeso, o iniciador da dialética, diversamente de Aristóteles, para quem a dialética teria sido criada por Zenão de Elea. 440 - Em Heráclito, já era o mundo se movimentando pela reação entre contrários. Chega a citar a guerra. 441 - a dialética platoniana vai para o metafísico porque advém de investigar o mundo inteligível, o das ideias: C onsiderando que o plano sensível, com sua natureza mutável, carece de objetividade e só nos proporciona a opinião das coisas, a proposta platônica será a de evidenciar as contradições das aparências e suscitar a necessidade da dialética como "ato superador das aparências. (...) A dialética ascendente é entendida "no sentido de que a alma deve subir até alcançar a contemplação das Idéias"; quanto à dialética descendente, entende-se que o conhecimento que é buscado além das contradições do plano sens...

Filosofia - Textos Diversos LVII

  Os Novos Hedonistas - Antônio Gonçalves Filho Critica Michael Onfray : 364 - Parece ser um nietzscheano. A civilização de Apolo chegou ao fim, decretam novos hedonistas como ele e Giles Lipovetsky, que também lançou este mês seu livro A Sociedade da Decepção (Editora Manole) no Brasil. 365 - Os jovens: Eles não querem o êxtase revolucionário, mas o "êxtase doméstico", tribal. 366 - Onfray: O hedonismo não é a mesma coisa que o consumismo, é exatamente o oposto. É o antídoto.   O consumismo é o hedonismo liberal e capitalista que afirma ser a felicidade a posse de bens materiais. Que filosofia defendeu uma estupidez dessas? Nenhuma em 25 séculos, muito menos a minha. O hedonismo é a arte de ser, não a de ter. 367 - Gilles Lipovetsky: defende o consumo e o hedonismo, mas não é apóstolo deste, como Onfray é, diz. O texto é curto e tudo ficou mal explicado. 368 - Tudo mal explicado. Quem quiser que pesquise. Ou não. Os Teóricos de Frankfurt : (...) parte já fichada ...

Filosofia - Textos Diversos LVI

  Nietzsche - Aforismos Sobre as Mulheres : 337 - Alguns machistas, outros nem tanto: Uma doença masculina. - Para a doença masculina do autodesprezo o remédio mais seguro é ser amado por uma mulher inteligente. (...) O casamento como uma longa conversa. - ao iniciar um casamento, o homem deve se colocar a seguinte pergunta: você acredita que gostaria de conversar com está mulher até na velhice? Tudo mais no casamento é transitório, mas a maior parte de tempo é dedicada à conversa.   Nietzsche - Aforismos Sobre o Gênio : 338 - O gênio artístico quer proporcionar alegria, mas, se tiver num nível muito alto, provavelmente lhe faltarão os que a desfrutem. (...) Enfim, para compensar essa privação ele tem mais prazer em criar do que o restante dos homens em todas as outras espécies de atividade. 339 - Chamar alguém de gênio envolve não sentir inveja ruim. Chamar alguém de ”divino” significa dizer: “aqui não precisamos competir”. 340 - Critica nossa postura sobre os gên...