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Mostrando postagens com o rótulo Marshall

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "A")

                                                    Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 85-107 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 67 - Um capítulo de História das Ideias em Economia, digamos assim. Autores de escola X ou Y não necessariamente "fecham com elas" em tudo.  Um exemplo ainda mais complicado é Frank Knight, um economista do início do século XX, que lecionou na Universidade de Chicago. Ele é em geral visto como um economista austríaco (não, não por causa de sua nacionalidade — ele era norte-americano), mas tinha muita influência dos institucionalistas, e algumas de suas ideias têm contato com as teses dos keynesianos e dos behavioristas. 68 - Gostei da ideia de botar uma frase-resumo pra cada escola:  A escola clássica: Resumo: O mercado mantém todos os produtores em alerta por mei...

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulos 9 e 10

                                                                                                                                                                    Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 93-101 " CAPÍTULO 9 : "A GRANDE TRADIÇÃO CLÁSSICA, 2 - a corrente principal - " 79 - Critica a noção incompleta de retorno do capital em David Ricardo:  Era mais do que evidentemente óbvio que o dono do equipamento de capital também recebia um pagamento; mais do que evidentemente óbvio que este pagamento em juros e lucro era frequentemente muito superio...

Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Capítulo 18

                                    Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) PARTE V - Estratégias Empresariais Pgs. 253-262 " CAPÍTULO 18 : "Concorrência Schumpeteriana (Mario L. Possas) " 251 - A tradição clássica meio que só se preocupava com a igualação da taxa de lucro, no que diz respeito à concorrência. Não aprofundava a coisa. Coloca que Marx já abordava as inovações e progressos técnicos ao menos.  Este é um elemento crucial para uma teoria dinâmica da concorrência, que será retomado por Schumpeter muito mais tarde.  Já Marshall é colocado praticamente como um neoclássico quadrado, fundador da microeconomia. 252 - Schumpeter é quem mais teria ido ao coração da dinâmica do mercado: ... Por sua vez, qualquer inovação, nesse sentido amplo, é entendida como resultado da busca constante de lucros extraordinários, mediante a obtenção de vanta...

Texto - Rafael Cariello: Trabalhadores, uni-vos

  Texto - Rafael Cariello: Trabalhadores, uni-vos Trabalhadores, uni-vos (uol.com.br) 1 - Saiu na Piauí/Folha. Começa com a história de Naidu, um respeitado "ortodoxo" de "esquerda", que vê com bons olhos intervenções sobre salários e afins em alguns casos. Seria um antípoda da ortodoxia a la Friedman e Stigler. Estava nos protestos de Seattle na virada do século. Suresh Naidu tinha então 21 anos, era aluno de graduação em matemática no Canadá e decidiu viajar ao país vizinho para participar dos protestos. 2 -  Alguns anos antes do encontro da OMC, uma outra experiência havia de toda forma contribuído para que Naidu viesse a querer tomar parte dos protestos em Seattle. No período de férias da universidade, ele havia conseguido um trabalho de verão numa fazenda. “Eu tinha 19 anos. No Canadá existe um programa de ‘trabalhadores visitantes’. São imigrantes, na verdade. Eles vêm, trabalham uma temporada, e depois têm que deixar o país. Eu dividia as tarefas com jamaican...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Demais Apêndices

                                                      Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) Pgs. 340-365 " APÊNDICE B : " O Desenvolvimento da Ciência Econômica " " APÊNDICE C : " O Âmbito e o Método da Economia " " APÊNDICE D : " Usos do Raciocínio Abstrato em Economia " Pgs. 366-371 " APÊNDICE E : " Definições de Capital " 209 - Pulei as vinte e seis páginas anteriores porque nem tudo me interessa nesses apêndices. Respeitei todos os capítulos, mas aqui vou julgar que são menos importantes. Muitos parecem bem datados embora certamente se pudessem obter trechos úteis. Vou ler alguns que talvez me interessem. Mesmo eles são "tiro no escuro". 210 -  Aderimos à tradição usando a expressão "capital" quando consideramos a riqueza como um agente de produção. 211 - Fisiocratas: usaram o termo Capital m...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Apêndice A - PARTE 2

                                                       Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) (...)  Pgs. 340-349 " APÊNDICE A : "O Crescimento da Liberdade de Indústria e da Livre Empresa " 190 - Marshall falando da Inglaterra é tipo Trump e Douglas no History falando da "América" e seu destino manifesto:  A posição geográfica da Inglaterra foi causa de ter ela sido povoada pelos membros mais fortes das mais vigorosas raças do norte europeu. 191 - ...Dá uns motivos que parecem meio românticos:  O costume da primogenitura inclinou os filhos mais jovens das famílias nobres a procurarem sua própria fortuna, e não tendo privilégios especiais de casta eles rapidamente misturaram-se com o povo. Essa fusão de diferentes camadas tendeu a tomar a política parecida com os negócios, enquanto esq...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Apêndice A - PARTE 1

                                                     Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) Pgs. 314-327 " APÊNDICE A : "O Crescimento da Liberdade de Indústria e da Livre Empresa " 173 - Selvagem pré-histórico é completamente indolente, clima quente destrói as energias, "raça" mais forte" vinda de um clima frio domina... etc... A velha ladainha. 174 - Coloca que qualquer inovação era vista como ofensa aos costumes, rotinas e tal. Critica, portanto, a propriedade coletiva, que engessaria tudo. 175 -  Os gregos eram mais modernos sob muitos aspectos do que os povos da Europa medieval, e sob certos aspectos eram ainda mais avançados do que o nosso tempo. Mas não atingiram a concepção da dignidade do homem como homem: consideravam a escravidão como uma lei da Natureza, toleravam a agricultura, mas desden...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Capítulos "25", "26" e "27"

                                                    Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) Pgs. 268-273 " CAPÍTULO 25 : "Perspectiva Geral da Distribuição " 153 - Capital "versus" salários:  Em primeiro lugar, os salários e outras remunerações do esforço têm muito em comum com o juro sobre o capital. Pois há uma correspondência geral entre as causas que governam os preços de oferta do capital material e pessoal: os motivos que induzem um homem a acumular capital pessoal na educação de seu filho são semelhantes aos que controlam a acumulação que faz de capital material para seu filho . 154 - ... Da mesma sorte, verifica-se a mesma transição contínua daquele a um que trabalha e espera a fim de que seu filho possa permanecer longamente na escola, e em seguida trabalhar por algum tempo, quase sem ganhar, ...