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Mostrando postagens com o rótulo Pareto

Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx

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                                                                                                                                                     Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx Pgs. 1-16 " INTRODUÇÃO (*NOTA DO TRADUTOR) " 1 - Esse livro será curioso. Edição de 1937. Vou ler nesse português "arcaico" mesmo. Creio que vou ler também os apêndices ao final do livro. Ou seja, até a página 272. A introdução - espécie de prefácio - foi escrita pelo tradutor Nogueira de Paula, "cathedrático da universidade do Brasil". Inicia elogiando Pareto e Marx. Mais Pareto do que Marx...- 2 - Afirma q...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "A")

                                                    Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 85-107 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 67 - Um capítulo de História das Ideias em Economia, digamos assim. Autores de escola X ou Y não necessariamente "fecham com elas" em tudo.  Um exemplo ainda mais complicado é Frank Knight, um economista do início do século XX, que lecionou na Universidade de Chicago. Ele é em geral visto como um economista austríaco (não, não por causa de sua nacionalidade — ele era norte-americano), mas tinha muita influência dos institucionalistas, e algumas de suas ideias têm contato com as teses dos keynesianos e dos behavioristas. 68 - Gostei da ideia de botar uma frase-resumo pra cada escola:  A escola clássica: Resumo: O mercado mantém todos os produtores em alerta por mei...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 14

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                      Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 519-554 " CAPÍTULO 14 : "Consumação, Consagração e Destruição da “Mão Invisível "   408 - Coloca o subtítulo "a Economia Neoclássica do Bem-estar".   409 - Economia política é troca!  Cada vez mais, a teoria neoclássica lembrava o escolasticismo medieval, com muitos estudiosos trabalhando incessantemente para aperfeiçoar, desenvolver, elaborar e embelezar a interpretação utilitarista de uma sociedade formada por maximizadores da utilidade numerosos, pequenos, relativamente fracos e racionais, que repetiam, incessantemente, o mesmo processo social harmonioso. 410 -  A principal realização de Pareto foi reformular as ideias de Walras em termos das “curvas de indiferença”, que tinham sido formuladas pela primeira vez pelo inglês Francis Y. Edgeworth (1845-1926) . Maximização da Utilidade e Maximização do Lucro   411 - Vantagem...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 2 (PARTE "B")

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 43-68: " CAPÍTULO 2 : "A Pré-História do Debate (PARTE "B") " 24 - (perdi)  25 - (perdi)  26 - Ao que entendi, a ideia de Neurath era olhar para as firmas de maior produtividade de um determinado setor e meio que imitar proporcionalmente os "coeficientes de fatores" da coisa, digamos assim. Ele colocou que a economia de guerra foi um exemplo de que os preços poderiam ser dispensados caso o sistema seja aperfeiçoado. 27 - Ainda Neurath: Uma economia ‘socializada’ necessariamente implicaria planejamento central e supressão do sistema monetário, peça fundamental do irracionalismo das economias de mercado . O planejamento substituiria o cálculo em termos de valores monetários pelo cálculo em espécie . 28 - Afirma que Neurath era um positivista lógico que pretendia construir, tal como um engenheiro, a economia de cima para baixo, algo talvez visto como utópico para Marx. 29...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Capítulos 4, 5, 6 e 7

      Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 199-226: " CAPÍTULO 4 : "Os gostos " 73 - Começa falando de bens complementares e substitutos. Também sem muito mistério para quem já estudou micro. É quase uma filosofia sobre utilidade: ..." está na hora de se dar um passo adiante e considerar também o caso no qual a ofelimidade de uma mercadoria depende do consumo de todas as outras ." 74 - A ofelimidade, ou seu índice, para outro indivíduo, são quantidades heterogêneas. Não se pode somá-las nem compará-las, No bridge, como dizem os ingleses. Uma soma de ofelimidades das quais usufruiriam indivíduos diferentes não existe: é uma expressão sem nenhum sentido. 75 - Como sempre, ele coloca de forma chata e confusa esse assunto tão simples nos livros de micro. Mas enfim, talvez seja o estado nascente da ciência. 76 - (É talvez até mais chato e meio inútil, atualmente, quanto o capítulo anterior). Pgs. 227-264: " CAPÍTULO 5 : "Os obstáculos...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Capítulo 3

     Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 123-198: " CAPÍTULO 3 : "Noção Geral do Equilíbrio Econômico " 51 - Começa com uma montanha de obviedades.  52 - Pareto coloca que não se percebia o quanto o conceito de "valor-de-uso" era inútil se não estivesse em função da quantidade consumida. É na margem. 53 - ... Foi principalmente pela retificação desse erro da antiga Economia que nasceu a Economia pura. Com Jevons ela apareceu como uma retificação das teorias então em curso sobre o valor, com Walras ela se torna, e isso foi um grande progresso, a teoria de um caso especial de equilíbrio econômico, isto é, o da livre concorrência, enquanto um outro caso, o caso do monopólio, já tinha sido estudado, mas de maneira totalmente diferente, por Cournot. 54 - ... As teorias da antiga Economia eram necessárias para se chegar às teorias novas e estas, sempre muito imperfeitas, servir-nos-ão para chegar a outras que o serão menos, e assim por diante. ...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Capítulo 2

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 55-122: " CAPÍTULO 2 : "Introdução à Ciência Social " 16 - A Psicologia é, evidentemente, o fundamento da Economia Política e, de modo geral, de todas as Ciências Sociais. 17 - Quer dividir as ações humanas em lógicas e não lógicas (tipo aquelas que fazemos "por costume ou tradição", digamos), porém, admite que essas coisas muitas vezes se misturam. Pondera inclusive que "há lógica" em muita coisa que humanos ou naturais fazem instintivamente. O contrário também ocorre... " o homem tem uma tendência muito marcada a apresentar como lógicas as ações não-lógicas ". 18 - Nenhuma teoria é completa: o fenômeno subjetivo não poderá ser jamais uma cópia rigorosamente fiel do fenômeno objetivo. 19 - A moral-tipo foi considerada, segundo um grande número de homens, como algo de absoluto, revelado ou imposto por Deus, e que, segundo certos filósofos, deriva da natureza do homem. Se existem povo...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Apresentação e Capítulo 1

  Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 1-30: " Apresentação (e afins) " 1 - Tradução de João Guilherme Vargas Netto. Editora Abril. Edição de 1996. É da coleção "Os Economistas". Parece que o livro original é de 1906. 2 - Apresentação de Fernando Garcia da FEA/USP. Principais ideias e uma breve biografia e bibliografia. Pareto transitou também pela Sociologia e Matemática.  3 - Engenheiro civil e chegou a ser ativista político, ao que entendi. Descendente de uma família nobre italiana. Sua vida profissional foi entre 1870 e 1892. Foi diretor-geral de empresa até. Não obteve sucesso eleitoral em suas candidaturas a deputado. Era um liberal democrático, defensor do sufrágio universal, educação primária gratuita e liberdade de imprensa. Livre-cambista e contra o armamentismo. 4 - Apenas em 1893, aos 45 anos, assumiu a cadeira de Economia Política da Universidade de Lausanne, até então ocupada por León Walras. Ao final, seu interesse ia migrando da...