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Mostrando postagens com o rótulo Austríacos

Livro: Ostroy - Perfect Competition and Creativity of the Market (PARTE "A")

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                                                                                                                                               Livro: Ostroy - Perfect Competition and Creativity of the Market Pgs. 1-4 " CAPÍTULO 1 : "Introdução " 1 - Ao que entendi, trata-se de um texto ou artigo no " Journal of Economic Literature - Vol. XXXIX (June 2001) pp. 479–535 ". Autores: Louis Makowski e Joseph M. Ostroy. 2 -  Retratar o indivíduo como um tomador de preços foi extremamente útil para exibir o novo princípio equi-marginal subjacente à escolha individual. Mas tinha a infeliz consequênci...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "C")

                                                      Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 118-136 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 103 -  A escola institucionalista — o velho e o novo? Resumo: Os indivíduos são produto da sua sociedade, embora possam mudar as regras . O velho nasce com Veblen:  Veblen também tentou entender as mudanças na sociedade em termos evolucionários, se inspirando na então recente teoria de Charles Darwin . O individuo não é sempre e nem precisar ser aquele egoísta/racional. 104 - ... Foi proclamada oficialmente como escola institucionalista em 1918, com a bênção de Veblen, sob a liderança de Wesley Mitchell (1874-1948), aluno de Veblen e na época líder do grupo. O New Deal teria muitos envolvidos dessa escola. Para Chang, o referido programa ...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "B")

                                                     Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 108-117 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 90 - Austríaca:  Resumo: Ninguém sabe o suficiente; então deixemos todo mundo em paz . Grande diferença metodológica com os neoclássicos. Partem da racionalidade limitada:  Ela vê a racionalidade humana como algo severamente limitado. Seu argumento é que o comportamento racional só é possível porque nós, seres humanos, limitamos de forma voluntária, embora inconsciente, as nossas opções, aceitando sem questionar as normas sociais. “O costume e a tradição se interpõem entre o instinto e a razão”, entoou Hayek. 91 - Aqui Chang está de sacanagem com os neoclássicos, mas ok: ... Assim, os austríacos dizem que o livre mercado é o melhor sistema econômico ...

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulos 13 e 14

                                                                                                                                                                      Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 140-160 " CAPÍTULO 13 : "PREOCUPAÇOES TIPICAMENTE AMERICANAS: o comércio e os trustes; o enriquecimento, a riqueza e os ricos " 124 - EUA: os lotes de 160 acres [65 hectares] garantidos pelo Homestead Act de 1862, tidos como adequados para o sustento de uma família, eram enormes pelos padrões europeus, ou por qualquer outro . 125 - Por volta do final...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 17 - "PARTE B"

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                        Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 655-672 " (...) "   A Escola Austríaca e a Escola de Chicago   521 -  Embora a primeira geração de discípulos de Menger incluísse tanto reformadores sociais quanto conservadores, a natureza ultraconservadora da escola austríaca é descrita mais adequadamente como o produto de dois pensadores da segunda geração de discípulos de Menger, Ludwig von Mises e Friederich A. Hayek.  Ensinaram na Universidade de Chicago e foram, portanto, influência.  De modo geral os austríacos defendem uma abordagem racionalista à teoria econômica, enquanto Milton Friedman e seus seguidores defendam a abordagem empírica. 522 - ... Eles sustentam que sua “análise é isenta (tanto quanto possível) de nossos valores pessoais”.  Num livro didático muito utilizado e escrito sob a ótica dos austríacos e de Chicago, Armen Alchian e William Allen dec...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 8

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        Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 261-288: " CAPÍTULO 8 : "Informação, Conhecimento e  Complexidade do Problema  Econômico "" 245 - Afirma que os modelos de Roemer e Bardhan possuem muitas restrições à livre-competição e lança exemplos lá.  246 - Roemer e Bardhan acreditam que a liberdade de estabelecimento de pequenas firmas e o financiamento de laboratórios de pesquisa bastariam para manter a capacidade inovadora na economia . Barbieri não. 247 - No fundo, o argumento de Barbieri é que, na prática, as empresas, mesmo descentralizadas, não são punidas pelos seus erros. O mecanismo de seleção falha porque sempre há uma instância maior, em última ordem, para salvar. (o crescimento econômico mundial que vi após 2008 deve ter sido uma miragem então, pois o "salvamento" não foi algo tão diferente do que ele descreveu como falha do "socialismo de mercado"). Como a diminuição de renda advinda d...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 7 ("PARTE A")

      Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 221-236: " CAPÍTULO 7 : "Socialismo de Mercado Moderno:  Informação e Incentivos " 193 -  Numa leitura popperiana (ou evolucionária) do problema de  Hayek, para que haja adaptação das ações aos fins dos agentes, são necessárias tanto a diversidade de planos (variação) quanto um mecanismo de correção de hipóteses refutadas (seleção). 194 - O socialismo de Hurwicz parte do modelo de conhecimento limitado, digamos assim: O problema seria então encontrar mecanismos de alocação ótima que apresentem ‘descentralização informacional’ da mesma maneira que o modelo competitivo; ou seja, que minimizem a necessidade de transmissão de informações (Hurwicz, 1973:5). (...)  Hurwicz analisa então mecanismos diferentes  nos quais o ‘diálogo’ informacional entre centro e periferia seja administrável:  poderíamos, por exemplo, imaginar a transmissão pelo...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 6

     Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 181-...: " CAPÍTULO 6 : "A Batalha das Interpretações " 162 - Logo após o arrefecimento do debate, quando a teoria do equilíbrio geral ainda se desenvolvia e inspirava confiança entre economistas e o bloco soviético se expandia no pós-guerra, os economistas eram quase unânimes em afirmar que Lange havia vencido Hayek ("Lange, por sua vez, refuta a posição de Hayek, mostrando  que o sistema de equações não precisa ser resolvido  diretamente se o órgão planejador estabelecer  diferentes preços até que um equilíbrio seja obtido  por tentativas e erros.") . Barbieri afirma que, com o colapso da URSS, isso mudou. 163 - Afirma que Schumpeter foi o principal culpado pela divulgação da suposta vitória de Lange. Barbieri observa: Nota-se que o autor coloca a questão em termos da consistência lógica do socialismo, distinguindo logo no primeiro parágrafo do capítulo XV...