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Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Capítulos 9, 10 e 11

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                                                          Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) Pgs. 117-135 PARTE III - Interação Estratégica " CAPÍTULO 9 : "Uma Introdução à Teoria dos  Jogos ( Larry C. Cardoso e Luís Otávio Façanha) " 129 -  Neste texto, discutiremos jogos não cooperativos com informação completa . (...)  Os jogos são jogos de informação completa e perfeita quando os jogadores podem observar as ações escolhidas pelo oponente (preços etc.). 130 - Jogo dos investimentos elevados ou baixos em P & D. A empresa II joga depois da I. Os pares entre parênteses são a pontuação final de cada - primeiro a I e depois a II. Inicia com o nó raiz, passa pelos nós ramificados e vai até os quatro nós terminais. A Figura 9.1 mostra a dupla de números que denota os ganhos...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXIII

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                         Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXII Pgs. 815-849: CAPÍTULO 30 : "Aplicações da teoria dos jogos" 707 - Por enquanto, o início se trata de colocar ideias simples do capítulo anterior em linguagem chata: ... um equilíbrio de Nash é um par de estratégias (l*, c*) tal que 708 - ... O conceito de equilíbrio de Nash formaliza a ideia de “consistência mútua” . (...)  são as crenças e as ações dos jogadores que são mutuamente consistentes num equilíbrio de Nash . 709 -  Observe que em alguns casos um dos jogadores pode se mostrar indiferente entre melhores respostas. É por isso que só exigimos que c* seja uma das melhores respostas de coluna e que l* seja uma das melhores respostas de linha. Se houver uma única melhor resposta para cada escolha, então a curva de melhor resposta pode ser representada por uma função de melhor resposta. 710 - Por tudo isso, reconhece o ...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXII

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                        Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXII Pgs. 793-814: CAPÍTULO 29 : "A Teoria dos jogos" 680 - Em alguns casos, há uma escolha "natural". A famosa "estratégia dominante": Há uma escolha ótima de estratégia para cada um dos dois jogadores, independentemente do que o outro faça . Em tal caso, quando serve para ambos, dá pra saber exatamente o que cada jogador vai fazer. Se forem racionais, claro, creio. Nas palavras de Varian:  Se houver uma estratégia dominante para cada jogador em algum jogo, então poderemos prever qual será o resultado de equilíbrio no jogo . 681 -  Diremos que um par de estratégias constitui um equilíbrio de Nash se a escolha de A for ótima, dada a escolha de B, e a escolha de B for ótima, dada a escolha de A (ou seja, aqui o "ótimo" para cada está necessariamente relacionado ao que o outro escolher. É como se entrasse probabilidade e o "e se......

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXI

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                        Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXI Pgs. 757-792: CAPÍTULO 28 : "O oligopólio" 641 -  Há com frequência um grande número de concorrentes no mercado, mas não tantos a ponto de considerarmos nula a influência de cada um deles sobre o preço. Essa situação é conhecida como oligopólio. (...)  O modelo de concorrência monopolizadora descrito no Capítulo 25 é uma forma especial de oligopólio que enfatiza questões de diferenciação de produção e entrada . 642 - Examina o duopólio, por ser mais simples.  Se uma empresa estabelece seu preço antes da outra, nós a chamamos líder de preço , e a outra, seguidora de preço . Do mesmo modo, uma empresa pode escolher sua quantidade antes da outra; nesse caso, ela será a líder de quantidade , e a outra, seguidora de quantidade . As interações estratégicas nesses casos formam um jogo sequencial . 643 - ... Entretanto, pode ser que,...