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Mostrando postagens com o rótulo Moeda

Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx

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                                                                                                                                                     Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx Pgs. 1-16 " INTRODUÇÃO (*NOTA DO TRADUTOR) " 1 - Esse livro será curioso. Edição de 1937. Vou ler nesse português "arcaico" mesmo. Creio que vou ler também os apêndices ao final do livro. Ou seja, até a página 272. A introdução - espécie de prefácio - foi escrita pelo tradutor Nogueira de Paula, "cathedrático da universidade do Brasil". Inicia elogiando Pareto e Marx. Mais Pareto do que Marx...- 2 - Afirma q...

Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica - Capítulo 6

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                                                              Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica Pgs. 175-206 " CAPÍTULO 6 : "MOEDAS, BANCOS E SISTEMA FINANCEIRO " 48  - Começa com um bom resumo de coisas que já li e fichei por aí. Exemplo: o nascimento da emissão fiduciária, quando os bancos começaram a perceber que podiam emitir mais recebíveis com função de papel-moeda (circulação e tal) do que o que realmente tinham nos cofres em ouro e prata. Alavancagem e tal. O poder público garantia o curso. 49 - É difícil saber, de antemão, a quantidade de meios de pagamento ótima de uma economia. O quanto ela precisa de crédito, por exemplo? São vários fatores: 50 - ...Menciona, por exemplo, que M1 rondava 25% do PIB em 1950 e passou a apenas 10 a 12% em 1980. Enquanto isso, "V" crescia de 4 para 8 a...

Livro: Paul Singer - Aprender Economia - Introdução e Capítulo 2

                                        Livro: Paul Singer - Aprender Economia Pgs. 1-10 " INTRODUÇÃO " 1 - Isto aqui é bem o que eu penso também:  O que justifica o uso da linguagem técnica é apenas a economia de tempo. Uma categoria técnica como “ multiplicador” ou “ saldo em conta corrente do balanço de pagamentos” tem sua razão de ser no fato de que ela poupa o uso de um número muito maior de palavras, tornando a comunicação mais rápida e mais “ barata” , no sentido de requerer menor esforço de quem escreve ou fala e de quem lê ou ouve. Mas, como todos sabemos, os especialistas valorizam o seu saber tornando-o abstruso, colocando-o em códigos ininteligíveis para os leigos. Não são só os economistas que fazem isso, mas também os médicos, os dentistas, os engenheiros, isso sem falar dos físicos, dos químicos, dos biólogos e dos astrólogos ... 2 - A ideia é fazer um ...

Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social - Capítulos 6 e 7

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                   Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social Pgs. 199-214 " CAPÍTULO 6 : "A MOEDA: IMPORTÂNCIA E FUNÇÕES " 127 - Diferenciam economia do escambo, na qual já há excedente e alguma troca, de economia monetária, intermediada pela moeda. Esta última elimina a necessidade de coincidência de desejos que há no escambo. 128 -  Se um bem qualquer não for unidade de conta, ele poderá ocasionalmente funcionar como meio de troca, mas não será moeda . Quando é unidade de conta, o bem tem o mesmo valor monetário/preço pra todo mundo. Não há valoração subjetiva, digamos assim. Ninguém vai trocar/comprar uma nota de dez reais qualquer por onze reais.  129 - Moedas não precisam ser usadas imediatamente. A moeda permite-nos alocar nossas transações no tempo de acordo com nossas conveniências, e e nesse sentido que ela funciona como reserva de valor. Há outros bens são reservas de valor até melhor...

Livro: Krugman et al. - Economia Internacional (2015) - Capítulos 14 e 15

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        Livro: Krugman et al. - Economia Internacional (2015) Pgs. 290-318 " CAPÍTULO 14 : "Taxas de câmbio e mercado de câmbio estrangeiro: uma abordagem de ativos " 259 - A "depreciação competitiva" ocorreu também na longa Crise de 29.  Em setembro de 2012, quando muitas moedas de países industriais sofreram depreciação por causa do crescimento econômico lento, o ministro da fazenda do Brasil acusou os países mais ricos de travar “guerras cambiais” contra as economias de mercado emergentes mais pobres . 260 - Principais atores do mercado cambial:  O comércio monetário estrangeiro entre bancos, chamado de negociação interbancária, representa muito da atividade no mercado cambial estrangeiro. Na verdade, as taxas de câmbio listadas na Tabela 14.1 são taxas interbancárias, que os bancos cobram uns dos outros. Nenhuma quantia abaixo de um milhão de dólares é comercializada nessas taxas. As taxas disponíveis para clientes corporativos, chamadas d...

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulo 15

                                                                                                                                                                       Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 174-188 " CAPÍTULO 15 : "A Força Primordial da Grande Depressão " 148 - Galbraith coloca que, antes da Crise de 29, não se estudava muito as depressões. Sabia-se da existência do ciclo econômico, pois este era visto e estudado. Havia mil teses sobre as causas. Porém, era algo secundário. E, pela Lei de Say, não poderia haver nada muito grave. 14...