Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Oreiro

Oreiro e Outros - Por que as taxas de juros são tão elevadas no Brasil, Uma avaliação empírica

  Oreiro e Outros - Por que as taxas de juros são tão elevadas no Brasil, Uma avaliação empírica 1 - Afirma que o Brasil precisa elevar sua taxa de investimento a, no mínimo, 25% para crescer 5% a.a. sem pressão inflacionária (achei até otimismo). No que se refere aos limites existentes para a expansão da formação bruta de  capital fixo, uma hipótese bastante aceita entre os economistas brasileiros é o elevado custo do capital. O Brasil é um país sui generis nesse aspecto à medida que se  notabiliza pelo fato de que é detentor da inglória posição de possuir a maior taxa  real de juros do mundo (na média do período 1996-2002) e também o maior spread bancário do mundo (Holland, 2006) .  2 - O argumento: o Banco Central do Brasil possui, aparentemente, uma “preocupação excessiva” com a taxa de inflação, haja vista que o mesmo utiliza a taxa de juros básica como instrumento para debelar pressões inflacionárias originadas, fundamentalmente, por pressões de custo advi...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Entrevista de José Luis Oreiro no programa Temas de Macroeconomia Moderna

  Entrevista de José Luis Oreiro no programa Temas de Macroeconomia Moderna 1 - Em 2011 pra frente, a produção industrial estagna e depois desaba. Apenas as vendas no comércio continuarão crescendo. Então Oreiro discorda de quem diz que o problema de 2011 (Franklin Serrano e Ricardo Summa) foi de demanda agregada. O problema foi a mudança estrutural negativa. Anos e anos de câmbio sobrevalorizada destruindo a indústria de transformação e, com isso, reduzindo a capacidade da economia de gerar ganhos de produtividade.  2 - O aumento da renda per capita entre 2002 e 2010 se deu muito mais pelo crescimento do emprego que pelo da produtividade. Aumento da demanda agregada se refletindo em maior taxa de ocupação. Onde? Nos setores de produtividade mais baixa (serviços pouco qualificados). Absorve mais trabalhadores, mas não melhora a produtividade. Enfim, faltou mudança real/estrutural, argumenta. Chamou de modelo de estagnação com pleno emprego.  3 - Em 2014, o esmagamento de ...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Parte 4

Imagem
  Debate "A PEC 32 da Reforma Administrativa" (8/11/2020) 1 - A desigualdade de rendimentos dentro do serviço público tende a continuar, pois várias carreiras de prestígio ficam excluídas da reforma. Ademais, algumas carreiras terão "acumulação de cargo" facilitados e com outras será o contrário.  2 - A questão de desligar metade dos concursados, para gerar competição, pode desincentivar pessoas qualificadas a buscarem os concursos, afinal, sabe-se lá o critério que será usado. 3 - Militares e etc estão excluídos de várias retiradas de benefícios.  4 - Processo simplificado por tempo determinado são facilitados na reforma. Podem se tornar um expediente bastante permanentes, "crê" o relatório.  5 - Só carreiras típicas terão estabilidade. 6 - Os militares só aparecem no texto da reforma quando se trata de ganhar benefícios (acumulação de cargos).  7 - Coloca que o aumento de gastos com funcionalismo foi em âmbito estadual e municipal. Supõe que seja princip...

YT - Live do grupo Evolucionários com o prof. José Luis Oreiro

  Live do grupo Evolucionários com o prof. José Luis Oreiro 1 - A sobrevalorização da taxa de câmbio seria a causa da estagnação dos países da América Latina na armadilha da renda média. A situação externa fica folgada - permite grandes superávits em conta corrente -, mas as exportações de industrializados são desestimuladas. Produzir bens primários é menos custoso marginalmente (o preço mundial é determinado pelo produtor menos eficiente) no país de recurso natural abundante, gerando-se renda ricardiana.  2 - Afirma que a Espanha sofreu de "doença holandesa" quando largou a produção têxtil para buscar ouro e prata na América espanhola.  3 - Terra abundante e fértil e pouca gente. É evidente que a produtividade inicial vai ser bem alta. Argentina foi a segunda renda per capita do mundo. Austrália e Canadá foram outros países a se beneficiarem disso.  4 - Oreiro afirma que Prebisch sempre foi contra crescimento com poupança externa (tipo como Brasil tentou fazer nos a...