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Mostrando postagens com o rótulo Revolução de 48

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 7 (PARTE "B")

                                                                                  Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 371-399 " CAPÍTULO 7 : "Economia dos processos revolucionários " 284 - Mais um exagero? Vamos ver o desenvolvimento da tese. Coloca que são tipo os ciclos de Kondratiev.  Considero que a assimilação das instituições degeneradas, surgidas nas formas autônomas de luta, ritma o que denomino ciclos longos da mais-valia relativa . 285 - ... A fase de ascensão de formas autônomas de luta marca o início de um ciclo longo de mais-valia relativa . (...)  Quanto mais solidamente a fase de assimilação parece estar implantada, mais começam, porém, a difundir-se novos tipos de luta autônoma, cuja recuperação é inviável no in...

YT - Orientação Marxista - Reagindo ao Jones Manoel: Stálin, Trotsky, Marx

  REAGINDO AO JONES MANOEL: Stálin, Trotsky, Marx EP #32 1 - Crítica de esquerda: lembra que unidade de ação não impede a clareza de diferenças no programa e etc. Cita o exemplo dos bolcheviques esculhambando os mencheviques e esquerda russa do Governo Provisório e sendo os primeiros a sair em defesa do mesmo no momento do golpe do Kornilov. 2 - Coloca Gustavo que a Revolução Francesa era tida como meramente patriótica, contra o universalismo da Igreja Católica. Na fase napoleônica é que a revolução toma uma dimensão universalista, para espalhar a revolução num ataque com um quê de preventivo, ao que entendi.  3 - Marx escreve, em 1859, em carta a Engels, que a tarefa para a Europa é imediatamente socialista. Temia que a revolução socialista europeia pudesse ser sufocada pelos países capitalistas ascendentes - mencionou EUA e China, segundo Gustavo. Afirmava ainda que, se não chegasse à Inglaterra, seria uma tempestade em copo d´água. Seria uma das marcas do internacionalismo ...

Site Voyager - Esquerda e Democracia II

 (continuação...) 222 - Os jacobinos se inspiravam na soberania popular de Rousseau. (...) Em 1792, dominam a Assembleia e tudo muda.  Uma nova Constituição foi escrita, promovendo o sufrágio universal masculino. O novo Código Civil instituiu a distribuição igualitária das heranças entre irmãos e irmãs, abolindo a primogenitura. A insurreição e o trabalho passaram a fazer partes dos direitos individuais e a escravidão foi abolida. A busca da felicidade, princípio básico da Declaração de Independência americana, passou, na nova Constituição Jacobina, a ser direito coletivo (não apenas individual) e um dever do governo. O processo de cercamento do campo, que havia sido iniciado, visando uma transformação capitalista da agricultura, foi freado e o camponês teve seu acesso à terra facilitado. Portanto, o primeiro documento humano a promover os direitos civis, políticos e sociais universais (masculino) foi resultado de uma coalizão entre trabalhadores pobres (sansculottes) e os rep...

Gustavo Machado - textos Sobre Marx e táticas

  Gustavo Machado - Marchar Separado, Golpear Juntos, De Marx à Trotsky : 74 - Marx afirmava que democratas pequeno-burgueses e operários poderiam golpear juntos um inimigo comum. Coloca, entretanto, que não se deve abrir mão de um programa próprio. Citação de Marx: Ao lado dos candidatos burgueses democráticos figurem em toda parte candidatos operários, escolhidos na medida do possível entre os membros da Liga, e que para o seu triunfo se ponham em jogo todos os meios disponíveis. Mesmo que não exista esperança alguma de triunfo, os operários devem apresentar candidatos próprios para conservar a independência, fazer uma avaliação de forças e demonstrar abertamente a todo mundo sua posição revolucionária e os pontos de vista do partido. Ao mesmo tempo, os operários não devem se deixar enganar pelas alegações dos democratas de que, por exemplo, tal atitude divide o partido democrático e facilita o triunfo da reação . 75 - A fonte: Não se trata, portanto, da análise de um caso espe...

Gustavo Machado - A Revolução Russa é a negação de ‘O Capital’ de Marx

Gustavo Machado - A Revolução Russa é a negação de ‘O Capital’ de Marx : 22 - É uma pergunta, já que a revolução foi vitoriosa justamente num país europeu atrasado.. 23 - Poucos meses depois da publicação do Manifesto o levante de junho de 1848 na França mostrara que o proletariado poderia se colocar em luta em função de seus próprios interesses, antes de marchar necessariamente a reboque de outras classes sociais. 24 - Impacto pelo mundo: Como ilustração do impacto avassalador da Revolução Russa basta rememorar que, em meados de 1921, o III Congresso da Internacional Comunista, criada sob o influxo da revolução bolchevique, reuniu 605 delegados, de 103 organizações que representavam 52 países de todos os continentes. Parte expressiva desses partidos já possuíam dezenas de milhares de membros. Ver: (BROUÉ, 2007, p.288-299) . 25 - Marx inclusive esculhambava a diplomacia russa e o czar pelo seu papel tradicionalmente contrarrevolucionário. Seu juízo sobre a Rússia é tão severo que...

Textos Aleatórios de Economia e Política I

  Guilherme Boulos - Uma Honra Para o MTST : 10 - Amato acusa o MTST de furar a fila dos cidadãos de bem nas conquistas sociais. 11 -  Chega a ser engraçado vê-los falar de pressão indevida sobre o Judiciário quando as associações empresariais costumam bancar os congressos de juízes em hotéis e praias paradisíacas. 12 - Sobre a acusação, deixa claro que o movimento está apenas tentando participar de um jogo que não é neutro:  Quem acompanha a política habitacional no país sabe bem que essas filas são um verdadeiro engodo. Há pessoas que esperam décadas sem qualquer resultado. E frequentemente são definidas por interesses político-eleitorais. Acreditar que as prefeituras, que gerenciam os cadastros habitacionais, são entidades neutras e isentas de critério político é de uma incrível ingenuidade. Se essas filas funcionassem de fato, o movimento popular de luta por moradia não teria a força que tem, com a adesão de centenas de milhares de pessoas necessitadas. 13 - Afirma qu...

João Valente Aguiar (PP) - Marx e a Nação II

 (continuação...) 404 -  Ou, se se preferir, para o marxismo ortodoxo, um mundo comunista seria um somatório de nações socialistas, onde o proletariado de cada país construiria o socialismo na sua terra de origem. 405 -  Concebiam o internacionalismo como algo posterior à libertação nacional . 406 - Um comentador critica que o próprio Marx falou que o Manifesto tinha muito a ver com a estratégia política da época, possuindo partes que deveria passar por revisão. 407 - Pós-manifesto:  Relativamente a 1848, Marx considerou que não bastaria ao proletariado tomar o poder político mas que também teria de o destruir, sob pena de a classe operária poder vir a ser derrotada militarmente pelo exército burguês . 408 - A Revolução de 48 não foi a mais vitoriosa, longe disso, mas a que mais se espalhou:  No espaço de algumas semanas caíram todos os governos numa área da Europa equivalente ao espaço geográfico hoje total ou parcialmente abrangido por dez nações: França, Alem...

Marxistas - Textos Diversos XCIX - A Comuna de Paris e a Teoria da Revolução em Marx (Arcary)

Valério Arcary - A Comuna de Paris e a Teoria da Revolução em Marx : 1647 - Marx em 1850: " Mas essas reivindicações não podem satisfazer de nenhum modo ao partido do proletariado. Enquanto os pequenos burgueses democratas querem concluir a revolução o mais rapidamente possível,(...) os nossos interesses e as nossas tarefas consistem em tornar a revolução permanente até que seja eliminada a dominação das classes mais ou menos possuidoras, até que o proletariado conquiste o Poder do Estado, até que a associação dos proletários se desenvolva, não só em um país, mas em todos os países predominantes do mundo, em proporções tais que cesse a competição entre os proletários desses países, e até que pelo menos as forças produtivas decisivas estejam concentradas nas mãos do proletariado. Para nós, não se trata de reformar a propriedade privada, mas de aboli-la; não se trata de atenuar os antagonismos de classe, mas de abolir as classes; não se trata de melhorar a sociedade existente, mas...

Marxistas - Textos Diversos LXIX - Revolução Burguesa e Revolução Permanente em Marx e Engels (Lowy)

  Michael Löwy - Revolução Burguesa e Revolução Permanente em Marx e Engels : 1106 - Chama a atenção para o fato de que, segundo Popper, o esperado, na teoria marxista, era que a revolução fosse fruto do desenvolvimento industrial, e não o contrário, como querem os países atrasados. Por essas e outras que Kautsky não apoiou a revolução russa. 1107 - A Revolução Francesa era a ruptura burguesa clássica. Não sem motivo, Marx era puto com a alemã. “ Enquanto a burguesia francesa jamais abandonara seus aliados, os camponeses, na luta comum contra o feudalismo, a burguesia alemã de 1848 traíra lamentavelmente o campesinato para entrar em acordo com a aristocracia feudal e a monarquia ”. 1108 - Lowy observa que, entretanto, foi a plebe que empurrou a burguesia revolucionária inclusive ao Terror. 1109 - Marx acreditava que, a partir de fevereiro de 1848, o proletariado fosse conquistas cada vez mais posições, numa espécie de revolução permanente, termo que Marx utilizou sem muita pre...

Marxistas - Textos Diversos LXV - Marx e Comuna - Guerra Civil Francesa

Marx e Comuna - Guerra Civil Francesa : 1046 - O livro de Marx tem 200 páginas. Logo, ao que entendi, isto aqui é apenas a Introdução de Engels, de 1891. É a que termina com a famosa frase dizendo que a Comuna responde quem quer saber o que é a ditadura do proletariado. Critica bastante o Estado ao final. 1047 - Todos - do docente ao juiz- os funcionários eram eleitos, revogáveis e recebiam salário de operário. Engels elogia explicita e entusiasticamente essas medidas. (...) os estrangeiros eleitos para a Comuna foram confirmados nas suas funções, porque a «bandeira da Comuna é a da República mundial». (...) O primeiro decreto da Comuna foi pois a supressão do exército permanente e a sua substituição pelo povo em armas. 1048 - Igrejas foram expropriadas. Os padres foram remetidos para o calmo retiro da vida privada, onde viveriam das esmolas dos fiéis, à semelhança dos seus predecessores, os apóstolos. 1049 - Houve a reação. 1848 não passou de um jogo de crianças, comparado com a...

Marxistas - Textos Diversos XLVIII

  Karl Marx & Engels - Mensagem da Direção Central à Liga dos Comunistas [N79] : 726 - Aqui é março de 1850, “ quando tinham ainda esperança num novo ascenso da revolução ”. Era um documento secreto. Só um ano depois descoberto pelas autoridades. 727 - A Liga participou ativamente da revolução 48/49. Porém, lamentam a caída da organização depois. O que restou da Liga? quando muito permanecia organizado nalgumas localidades para objectivos locais e, por isso, no movimento geral, caiu inteiramente sob o domínio e a direcção dos democratas pequeno-burgueses . 728 - O que houve em 1849? Insurreições das massas populares na Alemanha em Maio-Julho de 1849 em defesa da Constituição imperial (adoptada pela Assembleia Nacional de Frankfurt em 28 de Março de 1849, mas rejeitada por uma série de Estados alemães). Estas insurreições tinham um carácter espontâneo e disperso e foram esmagadas em meados de Julho de 1849. 729 - Defendiam a autonomia desse partido operário (a Liga). Nada de...

João Bernardo - Textos diversos - Parte VIII

Marxismo e Nacionalismo (I) - O Antieslavismo de Engels e de Marx : 227 - Da alienação para a exploração: “ Ao mesmo tempo, a filosofia, cujas especulações haviam sempre decorrido no plano das elaborações intelectuais, virou-se para a acção material e passou a ter como objecto a produção e reprodução das condições de existência, convertendo-se em filosofia da praxis .” 228 - Cita aqueles escritos mais ocultos de Engels amaldiçoando e até prometendo vingança contra povos (eslavos seria o pior, mas até os russos entravam na conta) e nações contra-revolucionários. Isso porque em 1848 se opuseram a uma revolução burguesa que imaginavasse que em nada beneficiaria um camponês eslavo, por exemplo (é a interpretação que JB acha que Engels deveria ter empregado). Chegava a vociferar sobre aniquilamento e terrorismo. Era uma declaração de guerra nacional quase. Sequer usava os termos “operariado” ou algo do tipo. Porém, não parecia ser uma análise rácica não. Era uma leitura tragicamen...