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Mostrando postagens com o rótulo Rosa Luxemburgo

Livro: Michal Kalecki - Teoria da Dinâmica Econômica - Apresentação e Prefácio

                                                                                   Livro: Michal Kalecki - Teoria da Dinâmica Econômica Pgs. 1-27 " APRESENTAÇÃO e PREFÁCIO " 1 - Livro da famosa Coleção da Abril: Os Economistas. Nome Completo: Michal Kalecki - Teoria da Dinâmica Econômica - Ensaio Sobre as Mudanças Cíclicas e a Longo Prazo da Economia Capitalista . Apresentação de Jorge Miglioli. Tradução de Paulo de Almeida. 2 - A apresentação é longa - mais de vinte páginas - e o prefácio, de 1952, é só uma página. Jorge Miglioli, nascido em 1935, é licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planificação e Estatística de Varsóvia (Polônia) e livre-docente em Economia pela Universidade Estad...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 13

                    Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 487-518 " CAPÍTULO 13 : "Teorias do Imperialismo "   377 - Na África, por exemplo, apesar de séculos de comércio sangrento e infame de escravos, os países capitalistas europeus mal tinham ultrapassado as áreas costeiras no início do século XIX. No entanto, no início do século XX, após um ataque impiedoso e bárbaro, 26 milhões de quilômetros quadrados, ou seja, 93% do território africano, tinham sido subjugados pela força ao domínio capitalista estrangeiro. 378 - Índia e a Companhia das Índias Orientais:  Em fins do século XIX, essa exploração assumiu um caráter tão sério, que mais de dois terços da população estavam malnutridos; reinavam a fome, a doença e a miséria, e, em 1891, o hindu vivia em média menos de 26 anos e, geralmente, morria na miséria. 379 - EUA:  O imperialismo norte-americano também foi desmedido naquela época. Por uma série de...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Apresentações e Prefácio

                                              Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Apresentação e Introduções Pgs. 1-63: APRESENTAÇÃO – SOBRE O CARÁTER NECESSÁRIO DO LIVRO III D’O CAPITAL Marcelo Dias Carcanholo 1 - Engels relata que, das sete seções que constituem o Livro III, o original lhe permitiu a edição sem maiores percalços apenas para as de número II, III e IV. Na primeira seção, Engels teve a necessidade de escrever um capítulo completo, o IV, do qual constava, no texto deixado por Marx, apenas o título. Engels também relata que a seção que lhe proporcionou mais dificuldade foi a V, a qual, segundo ele mesmo, discute o assunto mais complexo do livro e que, para os dias atuais, é de enorme importância: trata­-se do que, hoje, poderíamos chamar de aspectos financeiros do capital. 2 - Coloca que quem não leu o livro III é capaz de sair achando que as mercadorias...

YT - TV Boitempo - O MARXISMO DE ROSA LUXEMBURGO | Isabel Loureiro

  O MARXISMO DE ROSA LUXEMBURGO | Isabel Loureiro 1 - Isabel coloca que Rosa foi militante da socialdemocracia do reino da Polônia (Polônia e Lituânia depois) e da socialdemocracia alemã. Um terço da obra dela foi escrita em polonês e é pouco conhecida-traduzida. 2 - "A camarada Luxemburgo bagunça tudo" - Karl Kautsky. Era interessada em ciências naturais, estudando em Zurich. Diz que veio para as ciências políticas influenciada pelo amor da sua vida (Jorgensen?). 3 - Critica a separação entre direção e bases e partido vanguardista. A ação autônoma das massas cria as organizações, são frutos dessas ações. 4 - Defendia as liberdades democráticas mesmo na transição socialista (a participação real). Sua ditadura do proletariado era a máxima democracia, apenas a classe capitalista seria impedida energicamente de qualquer restauração do capitalismo (ao estilo de como eles fazem hoje contra os socialistas). 5 - Reformas não podem estar desvinculadas do contexto em que se visa a Rev...

YT - Orientação Marxista - Textos Variados I

  Rosa Luxemburgo: Conceitos históricos e forma de produção EP #33 1 - Trata de parte livro "Introdução à Economia Política" de Rosa. O que é o ser histórico? 2 - Que as coisas mudam nem Parmênides discordava. Nenhuma autor. Dizer que as coisas são históricas é muito mais que isso. É dizer que a relação é específica àquela forma histórica a que se analisa (capitalismo, por exemplo). Isso é tipo a diferença entre trabalho excedente e mais-valia. A pessoa só poder trabalhar após vender a sua força de trabalho é algo específico da dobradinha "mais-valia-capitalismo". É, assim, um conceito histórico. Extração de mais-valia mediante a mediação "dinheiro", que passa a ter mais função que mero meio de troca. Sugere o seu próprio livro "Marx e a História". Conceitos gerais (a-históricos) não fazem parte da tradição marxista, afirma. 3 - Afirma que Rosa era um tanto quanto muito refratária a revoluções nacionais. Era inclusive contrária à independência po...

Econ - Valério Arcary - O Capitalismo Pode Ter Uma Morte Natural Ou Não (Bom!) II

(continuação...) 395 -  Rosdolsky, por exemplo, que se localiza entre os comentaristas que atribuem a Marx um prognóstico favorável à crise final, destaca, também, as mediações feitas pelo próprio Marx: “Todavia - e dentro de determinados limites - o capital pode compensar a queda da taxa de lucro mediante o aumento da massa de lucro. Sobre isso, lemos nos Grundrisse: "Na média, a massa de lucro - ou seja, a mais-valia considerada à margem de sua relação formal, não como proporção, mas sim como simples magnitude de valor, sem relação com nenhuma outra magnitude - crescerá não conforme a taxa de lucro, mas sim conforme o volume do capital. A taxa de lucro evolui em relação inversa ao valor do capital, mas o lucro total evolui em relação direta com ele.” 396 - Uma parte do texto fala das inúmeras possibilidades de contra-balancear a tendência à queda da taxa de lucro. Redução de impostos e depreciação de capital, por exemplo. (Uma guerra pode fazer sentido mesmo, penso. As pessoas a...

Econ - Valério Arcary - O Capitalismo Pode Ter Uma Morte Natural Ou Não (Bom!) I

  Valério Arcary - O Capitalismo Pode Ter Uma Morte Natural Ou Não (Bom!) : 390 - Não podiam deixar de induzir ao catastrofismo as recorrentes analogias históricas que evocavam o colapso de Roma no mundo antigo, desintegrado pelo esgotamento do sistema escravista, para sugerir qual seria o futuro do capitalismo. A perspectiva de uma calamidade econômica diminuía a especificidade do lugar da transição ao socialismo como uma passagem histórica, necessariamente, mais consciente do que a que deu lugar ao modo de capitalista de produção nos poros do feudalismo europeu. 391 - O marxismo de Rosa, inimigo do fatalismo, era máximo ativismo . Porém: Nos círculos da II Internacional predominava um critério de interpretação d?O Capital que previa uma crise final do capitalismo, em algum momento futuro. Embora ninguém se atrevesse a fixar uma data para a catástrofe econômica do sistema, estava implícito nas análises que o capitalismo tinha limites históricos objetivos. Defendido por Rosa Luxe...

Econ - Textos Variados LV

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MST - Por Uma Reforma Tributária Justa : 47 - Sei não sobre esses 70%: A CPMF era um imposto que penalizava os mais ricos e 70% dele provinha de grandes empresas e bancos. Os seus mecanismos de arrecadação impediam a sonegação e permitiam que a Receita Federal checasse as movimentações financeiras com o imposto de renda, evitando fraudes e desvios. 48 - Pede, também, o fim da Lei Kandir e mais justiça tributária.   Neoliberalismo (Ótimo Gráfico - Crescimento do Estado no Seculo XX) : 49 - Mero gráfico de algo que meio que eu já sei, mas vá lá: Nildo Viana - A Crise Financeira nos EUA e Suas Conseqüências Sociais : 50 - Já li e fichei na Pasta “Nildo Viana”.   O Caminho Da Servidão - Hayek: 51 - Texto de Amartya Sen. Hayek elogia os mercados mais por promoverem “liberdades individuais” que por serem eficientes. O critério com o qual Friedman tende a defender o mecanismo do mercado não é a liberdade, mas a prosperidade e a utilidade ("ser livre para escolher" é considera...

Maurício Tragtenberg - Textos Diversos XI - Rosa Luxemburgo e a Crítica aos Fenômenos Burocráticos (e outro) II

 (continuação...) 471 -  Isso foi a social-democracia de 1918; foi a revolução austríaca de 1934, enterrada pelos austro-marxistas; foi a revolução chinesa dos anos vinte, quando o partido se dissolve no Kuomintang, e Chiang Kai-shek organiza uma das maiores repressões da história moderna contra esse mesmo partido; as frentes populares de 1934, que eram mais frentes e pouco populares; as frentes populares da guerra civil da Espanha, em que o trabalhador se viu como uma espécie de massa de manobra da burguesia liberal, e isso não evitou o fascismo e tampouco a Segunda Guerra Mundial. 472 - Leninismo:  Essa é uma linha de pensamento respeitável, mas é possível ser marxista sem ser leninista. Como a própria Rosa o foi. Isso quer dizer que o próprio movimento de auto-organização pode começar espontâneo, mas, no processo da luta, a classe se organiza: greves que começam com reivindicações econômicas passam a questionar a divisão de trabalho, passam a questionar a hierarquia na...

Maurício Tragtenberg - Textos Diversos X - Rosa Luxemburgo e a Crítica aos Fenômenos Burocráticos (e outro) I

  Rosa Luxemburgo e a Crítica aos Fenômenos Burocráticos : 458 - Texto publicado em 1991. Sobre a socialdemocracia: … Em segundo lugar, tem tanto a ver com Marx como minha avó tem a ver com a bicicleta ou a eletricidade. Os social-democratas têm uma origem lassaliana, especialmente na Alemanha, em termos de socialismo nacional. Basta ver a correspondência de Marx para ver que ele, Lassalle, era mais bismarckiano do que propriamente marxista . (...) Esta, uma máquina imensa criada entre 1880 e a Primeira Guerra Mundial, na República de Weimar, irá continuar, porém cada vez menos social e cada vez mais democracia, uma democracia bem à moda da casa como sempre houve na Alemanha, que sempre foi um país de súditos, nunca um país de cidadãos, porque lá a revolução burguesa não teve a radicalidade dos Estados Unidos, da França e da Inglaterra; também lá o liberalismo era como no Brasil, um liberalismo para inglês ver. 459 - Aliás, Rosa Luxemburg tem um belo texto sobre o cristianismo p...

Maurício Tragtenberg - Textos Diversos VII

O Judeu, a Classe Média e o Estado Moderno : 402 - O Estado de Israel não resolve o problema judaico globalmente falando, constitui solução para os que lá emigram.   O Nacionalismo Como Ideologia da Desconversa : 403 - Coloca que a classe trabalhadora brasileira nunca teve uma organização política que expressasse sua autonomia. Acho que o texto é da década de 80. 404 - AIB: Vargas utilizou-a para subir ao poder, eliminado-a após tê-lo em sua mãos, devemos lembrar que o integralismo provém das Ligas Nacionalistas criadas na 1ª República, quando Olavo Bilac criava um ‘nacionalismo patrioteiro’ parnasiano. As Ligas se constituíam numa resposta conservadora aos movimentos sociais operários urbanos vinculados ao socialismo libertário em São Paulo, ou à social-democracia alemã, no Rio Grande do Sul, na mesma época. 405 - As alianças dos anos JK e seu instituto (Iseb): Através de seus ideólogos, o Iseb definia as contradições fundamentais no Brasil; Alvaro V. Pinto pregava a união ...

Pablo Polese (PP) - Sobre a Centralidade da Tática no Campo Autonomista

  Pablo Polese (PP) - Sobre a Centralidade da Tática no Campo Autonomista : 784 - Checar essa informação: Não é à toa que se lê mais Foucault que Pannekoek, e não é por acaso que o principal financiador de estudos feministas (revistas, pesquisas, projetos etc) é a Fundação Ford. Essa mesma Fundação financiou o estabelecimento do movimento negro no Brasil após o final da ditadura militar. Em ambos os casos, propiciou com eficácia o estabelecimento da mesma orientação política, de matriz norte-americana. Isso não quer dizer que a bandeira feminista ou a da luta contra o racismo sejam menos importantes ou em si mesmas reformistas, integradas à ordem, mas quer dizer que as vertentes que defendem práticas sociais feministas e anti-racistas num molde menos perigoso à ordem do capital são as que serão incentivadas aqui e ali por fatores objetivos, mais que tudo econômicos, e subjetivos, especialmente no plano da disputa de ideologias enquanto parte da luta de classes. 785 - O MPL perd...

PP - Textos Diversos II

  Caio e Simone (PP) - Democracia de Base Sem Trabalho de Base : 87 - Não existe fórmula pronta contra a burocracia. Podemos propor o modelo organizativo mais avançado e democrático que pudermos imaginar: se ele não se erguer com base numa mobilização popular real, poderá resultar em uma forma ainda mais burocrática. 88 - De fato, não deve ser encarado como natural que na maior mobilização de massas da história do país tenha havido um pequeno grupo que, “sem ter sido eleito por ninguém, sentou para “conversar” (…) com o Ministério Público, com a Prefeitura de Haddad e deu entrevistas na imprensa falando (…) em nome de um movimento que ganhou proporções que o próprio MPL tinha clareza que não representava e nem poderia representar, sem nenhuma consulta aos (…) que participavam do movimento”. No entanto, não se pode perder de vista que se não houvesse esse pequeno grupo construindo, planejando, convocando, analisando, fazendo declarações públicas – em suma, realizando um papel di...