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Mostrando postagens com o rótulo IS-LM

Livro: Fernando Carvalho ... and Sicsu - Economia Monetária e Financeira - Capítulo 24

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                                                                                                                                         Livro: Fernando Carvalho, Luiz Fernando De Paula and Joao Sicsu - Economia Monetária e Financeira (2007) Pgs. 364-382 " CAPÍTULO 24 : "MOEDA, CÂMBIO  E POLÍTICA ECONÔMICA  EM UMA ECONOMIA ABERTA " 341 - BP (balanço de pagamentos) =  soma do saldo em transações correntes (TC) com o saldo da conta de capital (K) na economia . O saldo global do balanço de pagamentos é igual à variação das reservas (R). 342 -  Ao comprar moeda estrangeira no mercado, para incorporar às suas reservas, o Banco...

Livro: Fernando Carvalho ... and Sicsu - Economia Monetária e Financeira - Capítulo 8 e 9

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                                                                                                                                 Livro: Fernando Carvalho, Luiz Fernando De Paula and Joao Sicsu - Economia Monetária e Financeira (2007) Pgs. 113-124 " CAPÍTULO 8 : "A TEORIA DA POLÍTICA MONETÁRIA NO MODELO KEYNESIANO " 102 -  A visão dos velhos-keynesianos sobre a (im)potência da política monetária para alterar variáveis reais é apresentada conjuntamente com o modelo IS-LM . Os velhos-keynesianos consideram que esse modelo, posteriormente batizado de Hicks-Hansen, é o instrumental básico, que, embora simples, descreve os fenômenos essenciais da macroeconomia . A...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXX

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        Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXX Pgs. 535-555: 532 - O (último) capítulo 28 se chama " A crise global ". O livro foi escrito em 2007, mas Blanchard adicionou tal capítulo em 2010. Afirma que já havia sinais de desaceleração em 2007. 533 - ... Essa diferença (primeiro gráfico), entretanto, ressalta que os países em desenvolvimento apresentam um crescimento médio maior do que os países desenvolvidos, mas a queda no crescimento foi praticamente igual para os dois. A crise foi realmente global . 534 - Quanto ao preço das moradias, que foi o estopim, alguns argumentavam que as taxas de juros excepcionalmente baixas e maior disposição para empréstimos subprimes justificavam a escalada. Em 2006, 20% de todas as hipotecas norte-americanas eram desse tipo . (...)  A julgar pelo passado, a premissa de que o preço da moradia não cairia parecia razoável, visto que já haviam resistido, por exemplo, à recessão de 2000-2001. Shiller e...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIX

       Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIX Pgs. 522-534: 515 - O capítulo 27 é sobre história da macroeconomia. " Epílogo: a história da macroeconomia ". Inicia colocando que Keynes confidenciou a um amigo que acreditava estar escrevendo um livro que revolucionaria o pensamento econômico. A Teoria geral ofereceu uma interpretação dos acontecimentos, uma estrutura intelectual e um argumento claro a favor da intervenção governamental . 516 - ...Foi o primeiro a tratar de consumo, renda e multiplicador, com os choques de demanda amplificando alterações no produto, especialmente no curto prazo. Tratou, ainda da " preferência pela liquidez (o termo que Keynes utilizou para a demanda por moeda), que explica como a política monetária pode afetar as taxas de juros e a demanda agregada ". Por fim, enfatizou " a importância das expectativas ao afetar o consumo e o investimento; a ideia de que o instinto animal (alterações das expectati...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIII

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   Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIII Pgs. 419-427: 412 - A parte VII do livro é sobre "Patologias", quando a macro vai muito mal. Tem dois capítulos. O capítulo 22 se chama "Depressões e crises". Por que crises deveriam passar rápido? Basta lembrar do modelo IS-LM:  O fato de o produto estar abaixo do nível natural do produto -  de modo equivalente, que a taxa de desemprego esteja acima da taxa natural de desemprego -  leva, por sua vez, a uma diminuição do nível de preços ao longo do tempo. Dado o estoque nominal de moeda, a diminuição do nível de preços aumenta o estoque real de moeda. Esse aumento do estoque real de moeda desloca a curva LM para baixo, levando a uma taxa de juros menor e a um produto maior . A visão mais realista do modelo coloca tudo isso em outros termos - maior desemprego leva à desinflação para o mesmo estoque ou ritmo de crescimento da moeda -, mas com resultados semelhantes. 413 - A diferença entre ju...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXI

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Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXI Pgs. 377-393: 377 - O capítulo 20 se chama " Produto, taxa de juros e taxa de câmbio ". Começa explicando que ensinou o modelo Mundell-Fleming: Ou... Num reagrupamento... 378 - Hoje, no mundo dos juros zero, isto aqui mudou: Não há muitos motivos para que, por exemplo, os residentes do Japão retenham euro como moeda ou depósitos à vista. As transações no Japão requerem pagamento em ienes, não em euros. Se os residentes do Japão quiserem reter ativos denominados em euro, eles estarão em uma situação melhor retendo títulos em euro, que pelo menos pagam uma taxa de juros positiva. 379 - Faz uma série de observações/relações e equações, pra mim todas óbvias, sobre diferencial de taxa de juros e taxa de câmbio esperada. Os dois players das comparações entre reter moedas x ou y. Disso tudo, ele vai tirar a "IS-LM" para economia aberta: 380 - ...Como decorrência, lembra que um aumento de juros, por exemplo, não ...