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Mostrando postagens com o rótulo Bens inferiores

Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics - Capítulos 8 a 10

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                                                                                                                           Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics Pgs. 138-154 " CAPÍTULO 8 : "MAIS RECURSOS DE DEMANDA " 88 - Muita coisa muda a demanda, o preço muda apenas a quantidade demandada. “Por que tanta atenção aos ajustes de preço?” Uma das principais razões é que os ajustes de preço fazem com que a quantidade agregada demandada de um bem seja igual à oferta agregada disponível. 89 -  As mensalidades de faculdade aumentaram nas últimas décadas muito mais do que a média de outros bens, enquanto ...

Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics - Capítulo 3 a 5

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                                                                                                                         Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics Pgs. 58-76 " CAPÍTULO 3 : "Escolha e Custo " 36 -  “Oportunidade” é às vezes usada com “custo” — “custo de oportunidade” — para enfatizar que o custo de um ato é a melhor das oportunidades perdidas . Mesmo escolher "algo de graça" é deixar de escolher outra coisa (o segundo melhor "algo de graça").  Devemos reconhecer a diferença entre (a) o presente do direito de escolher entre os itens especificados e (b) o ato de escolher entre eles. 37 - O ta...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte V

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              Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte V Pgs. 171-199: CAPÍTULO 6 : "Demanda" 115 - Vai lidar com a estática comparativa. Começa explicando a diferença entre os bens normais e inferiores (aqui, o acréscimo de renda produz uma redução no consumo do bem). Exemplifica com mortadela. Observação: a questão de um bem ser inferior ou não depende do nível de renda que se examina. É bem possível que as pessoas muito pobres consumam mais mortadela com o aumento da renda. Mas, após certo ponto, o consumo de mortadela provavelmente diminuiria à medida que a renda continuasse a crescer . 116 -  Podemos unir as cestas demandadas obtidas à medida que deslocamos a reta orçamentária para fora, para traçarmos a curva de renda-consumo . Essa curva mostra as cestas de bens demandadas em diferentes níveis de renda, como ilustra a Figura 6.3A.  A curva de renda-consumo é também conhecida como caminho de expansão da renda . Para ...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte VIII

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      Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte VIII Pgs. 238-274: 136 - O capítulo 10 é sobre o "consumidor racional". É um dos mais importantes a meu ver . É sobre a questão da utilidade marginal decrescente que meio que já foi fichada o suficiente. Alguns poucos bens possuem utilidade marginal crescente. Prática de atividades radicais. Por vezes a primeira vez é ruim. Acho que até sexo pode se encaixar nisso. Alguns jogos também. Cerveja e café se encaixam nisso para alguns. Coisas para as quais é preciso aprender a gostar. (Tudo isso é muito legal, mas num mundo de produção generalizada de mercadorias, boa parte das quais não perecíveis e passíveis de venda, na prática, a utilidade marginal de tudo é quase sempre crescente, então...). 137 - Utilidade marginal e escassez. Ostra aparecia nos livros de Charles Dickens (1830) como algo associado à pobreza. Poluição comeu e passaram a comida de luxo. Ostra passou a ser bem mais cara que batata ...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XVII

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Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XVII Pgs. 445-470: 384 - A parte VII do livro Mankiw vai chamar de "Tópicos de estudos avançados", a qual começa pelo capítulo 21: " A teoria da escolha do consumidor ". 385 -  Restrição orçamentária : o limite das combinações de consumo de bens que o consumidor pode adquirir. (...) A inclinação da restrição orçamentária mede a taxa a que o consumidor pode trocar um bem pelo outro . 386 -  Se ambas - os dois bens - atenderem igualmente a suas preferências, dizemos que o consumidor é indiferente entre as duas combinações . A curva de indiferença usa a mesma base de cima, mas fazendo a curva refletir a proporção (" Não é de surpreender que, se o consumo de pizza do consumidor se reduzir, digamos, do ponto A para o ponto B, o consumo de Pepsi precisará aumentar para mantê-lo igualmente satisfeito "): 387 - TMgS -  taxa marginal de substituição : a taxa à qual um consumidor está disposto a trocar um bem p...