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Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 2

                            Livro:  Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 53-75 " CAPÍTULO 2 : "TEORIAS QUE NÃO FUNCIONAM "   40 -  À industrialização da Inglaterra logo se seguiria a da maior parte da Europa Ocidental e Estados Unidos. A prosperidade inglesa não tardou a espalhar-se também pelas “colônias de povoamento” britânicas – Canadá, Austrália e Nova Zelândia. 41 -  Países do Oriente Médio com pouco ou nenhum petróleo, como Egito, Jordânia e Síria, aglomeram-se em torno de um nível de renda próximo ao da Guatemala ou Peru. Sem suas reservas petrolíferas, as nações do Oriente Médio são tão pobres quanto as da América Central e dos Andes, ainda que não tanto quanto as da África subsaariana. 42 - Montesquieu simplesmente dizia que o pessoal tropical era preguiçoso.  Montesquieu especulava também que as pessoas preguiçosas tendiam a ser governadas por déspotas, sugerin...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Capítulos 2, 3, 4 e 5

                                     Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Capítulos 2, 3, 4 e 5 Pgs. 143-164: CAPÍTULO 2 : "O ciclo do capital produtivo " 45 - Várias páginas já, mas até agora me parece tudo uma complicação desnecessária de processos extremamente simples. Capitalista pode meramente consumir a mais-valia produzida (reprodução simples) ou reinvestir (ampliada). E a maioria dos eventos estará no meio termo das duas coisas. Mas enfim... É meio que uma continuação do capítulo 1:  Em nosso exemplo, o valor do capital produtivo era £422. Portanto, se avança na operação D-M, por exemplo, como £480 ou £500, ele percorre as últimas fases do ciclo com um valor £58 ou £78 acima de seu valor inicial. E isso pode vir acompanhado de uma mudança em sua composição de valor. 46 - O resto dos escritos não captei grande importância ou polêmica. Até mesmo o primeiro achei mais interessant...

Libertários - Textos Diversos III

  Autonomia Operária Em Barcelona : 34 - Texto de 1979. Critica os que abandonaram a preocupação com a revolução comunista para enaltecer qualquer experiência que pareça “anti-opressão”, digamos. O reformismo da vida cotidiana substitui outras perspectivas. 35 - Critica autonomistas que não ligam para o “conteúdo”.  Uma luta levada a cabo fora dos sindicatos pode ser tão sindicalista, tão reformista, como a mais enquadrada, se já não aponta, juntamente com as novas formas de auto-organização, conteúdos que visem a destruição do trabalho assalariado.  (Mas não desenvolve tal tese) Afinal, o comunismo não é a gestão do capital pelos trabalhadores, mas sim a destruição deste. 36 - Defende que não falta consciência da exploração à classe operária. Falta força. Ousadia...   Bruno Miranda (PP) - Diálogo Entre John Holloway e Enrique Dussel : 37 - Foi um debate/diálogo entre ambos num “Encontro do Bom Viver”. Dussel defende uma revolução cultural, não-violenta, que estaria ...