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Mostrando postagens com o rótulo CEPAL

Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica - Capítulos 2 a 4

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                                                           Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica Pgs. 49-64 " CAPÍTULO 2 : "A ECONOMIA DE MERCADO " 18 - Antigamente, as inovações tecnológicas podiam levar muitos anos até ganharem aplicação prática. 19 - No capítulo, vai resumindo muita coisa que já fichei no livro de contabilidade social. O produto, já sem contagens duplas e afins, será igual a renda gerada (salário + lucro + aluguel). Pgs. 65-82 " CAPÍTULO 3 : "A CIRCULAÇÃO EM UMA ECONOMIA DE MERCADO " 20 - Os salários - e condições de vida - só não são menores em razão da intervenção governamental. Salário mínimo e afins. Se tudo fosse oferta e demanda, trabalhadores de baixa qualificação viveriam ainda mais pobres. Além da legislação social, cita também a ação dos sindicatos como desvio positivo. 21 - (Nada ...

Livro: Sánchez-Ancochea, Diego - The Costs of Inequality in Latin America - Capítulo 6

                                                        Livro:  Sánchez-Ancochea, Diego - The Costs of Inequality in Latin America Pgs. 139-172 " CAPÍTULO 6 : "LATIN AMERICA ALSO PROVIDES POSITIVE LESSONS " 121 - El Salvador:  Uma figura relativamente conservadora durante a maior parte de sua vida, Romero experimentou uma transformação dramática depois de se tornar bispo de San Salvador em 1977. O assassinato de seu amigo padre Rutilio Grande – junto com um companheiro de 72 anos – e o recrudescimento da violência patrocinada pelo Estado o transformaram profundamente. Ficou preocupado com o conflito entre o regime autoritário e a guerrilha de esquerda, e com o crescente assédio aos padres progressistas. Óscar Romero converteu-se num incansável defensor dos pobres e dos perseguidos. Em seus sermões e eventos públicos, ele nomeou os mor...

Livro: Fabio Giambiagi... - Economia Brasileira Contemporânea (1945-2010) - Capítulo 6

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                                                                                                            Livro: Fabio Giambiagi... - Economia Brasileira Contemporânea (1945-2010) Pgs. 149-182 " CAPÍTULO 6 : "Privatização, Abertura e Desindexação: A Primeira Metade dos Anos 90 " 155 - Texto também de Lavinia Barros de Castro. No início de 1990, a inflação havia ultrapassado 80% ao mês e a economia, que crescera a uma taxa média em torno de 7% entre 1930-80, desde meados de 1980 se encontrava estagnada. 156 - Tripé do modelo de industrialização brasileiro antes de Collor:  (1) a participação direta do Estado no suprimento da infraestrutura econômica (energia e transportes) e em alguns setores considerados...

Celso Furtado - Desenvolvimento e Subdesenvolvimento

  Celso Furtado - Desenvolvimento e Subdesenvolvimento 1 - Trata-se de um texto numa publicação da CEPAL. Na real, é o capítulo 4 do livro "Desenvolvimento e Subdesenvolvimento" de 1961 ao que entendi. Salvo engano, foi indicação de leitura de Juliana Furno. Estranho que longe de ser introdutório, a mim pareceu, na verdade, bem confusa primeira parte e cheia de termos que não entendi em que sentido estavam sendo usados, nem a importância para o raciocínio (por vezes, repito, bem confuso). Algumas coisas me parecem inclusive bem contestáveis a depender da interpretação. Porém... 2 - ...Alguns trechos, especialmente na parte II, são muito bons, ainda que eu já tenha visto anteriormente. Por exemplo, explica bem que que há duas fases de crescimento (e isso é mesmo interessante em nível de introdução), uma geralmente com oferta de mão-de-obra totalmente elástica em que o salário real permanece baixo enquanto grandes contingentes são arrancados ou expulsos do campo (e do sistema a...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Parte 3

  Produtividade e crescimento da economia 1 - Afirma que a produtividade depende do investimento em máquinas ou equipamentos ou do crescimento da PTF. No vídeo, concentra-se na questão da PTF. 2 - Afirma que estudos comparativos (outros países) mostram que nossas empresas adotam técnicas de gestão ultrapassadas, seja de RH ou metas para qualquer setor e forma de resolução de problemas. Mesmo na indústria. 3 - Também afirma que a taxa inovação e patentes é baixíssima aqui. Diz que isso só mudaria com competição, facilitando a abertura de empresas e deixando de incentivar que as empresas fiquem pequenas. Às vezes crescer não é bom negócio. A empresa não quer crescer para não pagar mais impostos. Outro regime tributário. Ademais, as grandes que não estão inovando deveriam diminuir e não ganhar subsídios. Afirma que assim é nos EUA. (Enfim, só pesquisando). 4 - Afirma que 40% dos alunos brasileiros pontuam abaixo do nível básico no PISA. Sabendo quase nada de matemática, ciências e lei...

Econ - Maurício Chalfin Coutinho - Incursões Marxistas (Economia Brasil)

  Anotações Sobre “ Economia Pura ” (Antigos V).   Pura entre aspas .     Obs.: Estes textos da pasta NÃO estão organizados por ordem de data. Ordem alfabética.   Maurício Chalfin Coutinho - Incursões Marxistas (Economia Brasil) : 1 – Defende que a economia política marxista não exerceu um impacto decisivo no pensamento econômico brasileiro . Cita Guido Mantega como autor que discorda sobre não haver essa influência. CEPAL é que comandou a parada e os “marxistas” teorizavam de acordo com os objetivos pragmáticos da orientação política, defende. A subordinação ao desenvolvimentismo revela também a pequena criatividade do marxismo brasileiro. 2 - Os trabalhos de Sergio Silva (1976), João Manuel Cardoso de Mello (1985) e Ignácio Rangel (2000) são três bons exemplos do que aqui se denomina de estudos de desenvolvimento econômico influenciados pelo marxismo. A temática destes trabalhos é a da industrialização; no caso de Rangel, trata-se de ensaios sobre as...

Econ - Agenor Castoldi - Texto IX (Parte 2)

 (continuação...) 229 - A teoria monetarista aparece vinculada aqui à TQM (quantitativa da moeda). Se a velocidade de circulação e a produção permanecem constantes, a inflação acompanhará a emissão. Quantidade total de moeda. Por isso, a receita sempre tem a ver nessa teoria com atacar o déficit público, para não ser necessária qualquer emissão de moeda extra. Assim, recessão faz parte. (Um problema é que a recessão pode diminuir a produção/oferta e pressionar o preço). 230 - ...Ademais, numa economia indexada, os preços sobem independentemente da restrição monetária, o que gera uma recessão terrível. 231 - Para os keynesianos, como os gastos públicos são sempre importante na regulação da economia, apenas o excesso de gasto público é que causa inflação…  e não o aumento de moeda, como dizem os monetaristas . (...)  Como conseqüência, a proposta de ação para um programa de combate à inflação reside na contração do gasto público, independentemente da existência ou não de dé...

Econ - Site Voyager - Dezesseis Economistas Ilustres da Esquerda II

 (continuação...) 406 -  A economista britânica Joan Robinson fez parte do círculo de Cambridge assim como Michal Kalecki e Piero Sraffa . Continuou estudos sobre concorrência imperfeita e  introduziu o conceito de monopsônio, que é um mercado com vários vendedores e um único comprador . 407 -  O polonês Oskar Lange tentou combinar a teoria econômica marxista com a teoria econômica neoclássica. Foi defensor de uma economia centralmente planificada, mas com mecanismos de mercado para a determinação de preços. (...) Nasceu, cresceu e se formou na Polônia, morou na Inglaterra e nos Estados Unidos nos anos 1930 e 1940, e depois da Segunda Guerra Mundial retornou para a Polônia, onde participou do governo comunista. 408 - Paul Sweeze trabalhou no governo dos EUA na época do New Deal.  Foi fundador da revista Monthly Review, em que Albert Einstein publicou o seu artigo Por Que Socialismo? Foi amigo de Schumpeter e elogiado por Samuelson apesar da diferença ideológica ...

Econ - Site Voyager - As 9 Escolas de Economia IV

 (continua...) 301 - O pós-keynesianismo seria atribuível especialmente a Joan Robinson, Minsky e, de forma rudimentar, Kalecki. Não usa matemática e modelos, sendo forte em Cambridge.  No Brasil, os pós keynesianos têm bastante presença nos Institutos de Economia da Unicamp e da UFRJ.  Proposição que mais a diferencia das demais:  a economia pode (e na maioria das vezes isto acontece) se equilibrar com desemprego involuntário por insuficiência de demanda efetiva, já que não há qualquer mecanismo automático no mercado que faça com que a poupança dos agentes econômicos seja utilizada para o investimento . Isso tudo mesmo no longo prazo. Ter liquidez pode ser melhor que emprestar dinheiro (investimento em sentido estrito). O Estado equilibraria isso. 302 - A corrente “estruturalista” de Conceição Tavares, cepalinos e etc. pregam a necessidade de industrialização.  Como isto ocorre em um período em que a industrialização já apresenta grandes economias de escala e r...

'Osvaldo Coggiola - O Comércio de Drogas Hoje' e 'Plínio - A Questão Agrária Brasileira e a Luta Pelo Socialismo' e outro

  Osvaldo Coggiola - O Comércio de Drogas Hoje : 255 - Não sei bem a fonte: Durante o período dos conflitos, 40% dos soldados norte-americanos consumiam heroína e 80% maconha. 256 - A grande transformação das economias monoprodutoras em narcoprodutoras (e o grande salto do consumo nos EUA e na Europa) se produziu durante os anos 80, quando os preços das matérias-primas despencaram no mercado mundial: açúcar (-64%), café (-30%), algodão (-32%), trigo (-17%). A crise econômica mundial exerceu uma pressão formidável em favor da narco-reciclagem das economias agrárias. 257 - Atualmente, o narcotráfico é um dos negócios mais lucrativos do mundo. Sua rentabilidade se aproxima dos 3.000%. Os custos de produção somam 0,5% e os de transporte gastos com a distribuição (incluindo subornos) 3% em relação ao preço final de venda. De acordo com dados recentes, o quilo de cocaína custa US$ 2.000 na Colômbia, US$ 25.000 nos EUA e US$ 40.000 na Europa. 258 - Fala dos principais países produtor...