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Mostrando postagens com o rótulo Analfabetismo

Livro: Sánchez-Ancochea, Diego - The Costs of Inequality in Latin America - Capítulo 3

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                                                    Livro:  Sánchez-Ancochea, Diego - The Costs of Inequality in Latin America Pgs. 49-74 " CAPÍTULO 3 : "THE ECONOMIC COSTS OF INEQUALITY " 29 -  Em 2013, Gregory Mankiw, famoso professor de Harvard e ex-conselheiro do presidente George W. Bush, foi em socorro dos ricos com um artigo intitulado "Defendendo o Um por Cento". 1 Convidando os leitores a refletir sobre as contribuições positivas que Steve Jobs, J.K. Rowling e Steven Spielberg fizeram, ele afirmou que os ricos estavam simplesmente colhendo os benefícios de sua contribuição única para a sociedade . (...)  Seus argumentos incluem "altos salários são necessários para promover a inovação", "dar mais recursos aos ricos aumentará a poupança e o investimento" e "é bom ter economias dominadas pelas pessoas mais inteligentes". É claro que,...

Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social - Capítulo 9

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                     Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social Pgs. 272-306 " CAPÍTULO 9 : "INDICADORES SOCIAIS " 181 - Muitas obviedades neste capítulo. Traz índices sociais de qualidade de vida e desigualdade. Dados bem antigos, mas infelizmente muito pouca coisa mudou: 182 - Citam, ainda, os índices de linha da pobreza e extrema-pobreza. Aqui os dados de lá podem estar mais desatualizados ainda. Não copiei. 183 - Alguns indicadores sociais servem como "proxy" da saúde ou educação de um país. Expectativa de vida... Mortalidade infantil... Taxa de alfabetização e/ou de matrícula... 184 - ...Países com IDH ou PIB per capita semelhantes podem ter indicadores sociais diversos.  Pode-se inferir dai que tanto a expectativa de vida quanto a mortalidade infantil relacionam-se com outros fatores econômicos e sociais, como a concentração de renda e o acesso da população a determinados bens e serviços. Dentre...

Livro: Ha-Joon Chang - 23 coisas que não nos contaram sobre o capitalismo - Capítulos 16 e 17

                                                                                                                                                 Livro: Ha-Joon Chang - 23 coisas que não nos contaram sobre o capitalismo Pgs. 135-142 " CAPÍTULO 16 : "Não somos inteligentes o bastante para deixar que o mercado cuide das coisas " 135 -  As pessoas não sabem necessariamente o que estão fazendo, porque a nossa capacidade de compreender até mesmo questões que dizem respeito diretamente a nós é limitada — ou, como diz o jargão, temos uma “racionalidade limitada”. (...) Regulamentações, especialmente as financeiras, podem otimi...

Livro: Fabio Giambiagi... - Desenvolvimento Econômico... (2013) - Capítulo 4 - PARTE "B"

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                                                                                                                    Livro: Fabio Giambiagi, Veloso, Pedro Cavalcanti and Pessoa - Desenvolvimento Econômico, Uma Perspectiva Brasileira (2013) (...)  Pgs. 129-147 " CAPÍTULO 4 : "O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL PRÉ-1945 " 112 - Mudanças institucionais coincidem com um breve surto industrial: ... o início da imigração subsidiada pela província de São Paulo, em 1871, e a Lei 2.450, de setembro de 1873, que autorizou o governo imperial a oferecer garantia de juros (dividendos mínimos) ao capital investido em ferrovias . (...)  Entre 1872 e 1879, o ingresso bruto de imigrantes no país foi de...

Livro: Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" - Capítulo 3

                                                                                        Livro:  Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" Pgs. 105-136 " CAPÍTULO 3 : "Tribulações da transferência tecnológica " 48 - Como a tecnologia é "subentendida", não sendo nunca completamente codificável , a melhor transferência tecnológica raramente atinge a paridade em produtividade entre comprador e vendedor . 49 - Amsden coloca que IED, o investimento estrangeiro, raramente vem a provocar crescimento. Geralmente vem a reboque. E se chegar cedo demais, pode "deixar de fora" as empresas nacionais . No máximo aceleram um crescimento já existente. (Não desenvolve muito a afirmativa, mas cita fontes). 50 - Coloca que o Japão estava tão ou mais atrasado que os países de industrializ...

Felipe Augusto Machado - Argentina (Fio do Twitter)

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  Felipe Augusto Machado - Razões do fracasso argentino 1 - Fio de twitter. Coloca que até Acemoglu ressalta que o que diferenciou as trajetórias de Argentina e Austrália, por exemplo, foi a permanência de uma elite extrativista, que temia distribuição de renda e democracia e preferiu continuar agrária, enquanto a Austrália se industrializou mais cedo. "Printa" o trecho da entrevista lá com isso. 2 - Antes, uma ressalva:  alguns analistas não consideram que a Argentina era tão desenvolvida quanto sua renda per capita indicava (6ª maior em 1896). Indicadores como altura média, expectativa de vida, matrículas no ensino fundamental e analfabetismo não se destacavam . (Não seria pela desigualdade? Afinal, apesar da média tender a "corrigir" tal coisa, o máximo deve ser mais limitado que o mínimo. Não sei se me faço entender... Ademais, não achei alguns dados negativos...). 3 -  A visão de Acemoglu converge com a excelente tese de doutorado de @joefrancis505. Segundo o a...

Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 8

                                 Livro:  Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 211-240 " CAPÍTULO 8 : "NÃO NO NOSSO QUINTAL: BARREIRAS AO DESENVOLVIMENTO " 211 - A máquina de Gutenberg se espalhou pela Europa, mas nem todo lugar do mundo gostou da ideia. Já em 1485 o sultão otomano Bayezid II emitiu um edito proibindo expressamente os muçulmanos de imprimir em árabe. A norma seria reforçada pelo Sultão Selim I, em 1515. Só em 1727 a primeira prensa seria admitida em terras otomanas.  212 - A coisa foi flexibilizada mais à frente, "pero no mucho":  Müteferrika foi autorizado a instalar sua prensa, mas tudo o que fosse impresso teria de passar pelo crivo de três eruditos religiosos e legais, os cádis. (...)  Fora do coração do Império Otomano, na Turquia, o advento da impressão foi ainda mais retardado. No Egito, por exemplo, a primeira prensa tipográfica seria in...