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Mostrando postagens com o rótulo Desvalorização

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 33 e 34

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                                               Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 259-272 " CAPÍTULO 33 : "O DESEQUILÍBRIO EXTERNO E SUA PROPAGAÇÃO " 225 - A desvalorização cambial foi peça-chave para o impulso à industrialização. Claramente havendo substituição de importações.  Esta situação permitira um amplo barateamento relativo das mercadorias de produção interna, e foi sobre a base desse novo nível de preços relativos que se processou o desenvolvimento industrial dos anos trinta. 226 - Câmbio e investimentos:  A possibilidade de perdas de grandes proporções, ocasionadas pelo brusco barateamento das mercadorias concorrentes importadas, desencorajaria as inversões no setor ligado ao mercado interno. Não era por outra razão que as economias mais desenvolvidas se haviam submetido ao delicado e dispendioso mecanismo do padrão-our...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 30 a 32

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                                              Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 227-238 QUINTA PARTE - ECONOMIA DE TRANSIÇÃO PARA UM SISTEMA INDUSTRIAL - SÉCULO XX " CAPÍTULO 30 : "A CRISE DA ECONOMIA CAFEEIRA " 196 -  O último decênio do século XIX criou-se uma situação excepcionalmente favorável à expansão da cultura do café no Brasil. Por um lado, a oferta não-brasileira atravessou uma etapa de dificuldades, sendo a produção asiática grandemente prejudicada por enfermidades, que praticamente destruíram os cafezais da ilha de Ceilão. Por outro lado, com a descentralização republicana o problema da imigração passou às mãos dos estados, sendo abordado de forma muito mais ampla pelo governo do Estado de São Paulo, vale dizer, pela própria classe dos fazendeiros de café. Finalmente, o efeito estimulante da grande inflação de crédito des...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 26 a 29

                                             Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 201-204 " CAPÍTULO 26 : "O FLUXO DE RENDA NA ECONOMIA DE TRABALHO ASSALARIADO " 176 - Impulso externo virava interno em época de mão de obra e terra subutilizadas.  Exemplo típico da melhor utilização dos recursos provocada pela expansão da procura interna de bens de consumo é dado pela economia de subsistência formada no sul do país com imigração de origem europeia . (...)  A massa de salários pagos no setor exportador vem a ser, por conseguinte, o núcleo de uma economia de mercado interno. Quando convergem certos fatores a que nos referiremos mais adiante, o mercado interno se encontra em condições de crescer mais intensamente que a economia de exportação, se bem que o impulso de crescimento tenha origem nesta última. 177 -  O setor cafeeiro pôde, na...

Livro: Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Capítulos 4 e 5

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                                  Livro:  Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Paternalismo Versus Produtividade (2007) Pgs. 57-76 " CAPÍTULO 4 : "Enfrentando o espelho: a realidade fiscal, nua e crua " 13 - As NFSP são o resultado da combinação de duas contas: o resultado primário — nada mais que o resultado fiscal, excluída a despesa de juros — e os juros que o setor público paga pela dívida pública . Pegam as três esferas. 14 - ... Passamos de um déficit incompatível com a estabilidade nos primeiros anos do Plano Real — e que gerou uma explosão da dívida pública — a um valor mais próximo da normalidade do resto do mundo nos últimos anos. Vale lembrar que 3% do PIB é o teto que credencia os países da União Européia a ingressarem na área do euro . 15 - Tabela "parcial" (a necessidade de 1994 é distorção da hiperinflação do primeiro semestre, creio). 16 - Apresenta outras tabelas ...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 14

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                                Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 295-326 " CAPÍTULO 14 : "A ÓPERA DOS TRÊS CRUZADOS, 1985-1990 " 335 - Texto de Eduardo Marco Modiano.  A inflação brasileira parecia ter propriedades específicas e uma dinâmica própria, resistindo às pressões deflacionárias da recessão e do desemprego . (...) O primeiro grande salto da inflação ocorreu em fins de 1979. O segundo choque do petróleo, a política interna de fixação de “preços realistas” e o simultâneo aumento da frequência dos reajustes salariais de anual para semestral, dobraram a taxa de inflação, que passou de 50% para 100% ao ano. O segundo grande salto da taxa de inflação aconteceu em 1983, impulsionado por uma maxidesvalorização de 30% do cruzeiro em fevereiro.2 Foi, então, alcançado o patamar de 200% ao ano . Passam a ganhar atenção as teorias de inflação inercial: 336 - ... E...