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Mostrando postagens com o rótulo Economia Política

Livro: Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas - Capítulos 12 e 13

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                                                                                                      Livro: Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas (2011) Pgs. 345-380 " CAPÍTULO 12 : "O Sistema Federativo e o Fenômeno da Descentralização " 241 - Basicamente discute o ponto ótimo de autonomia dos entes federativos. Exemplo:  A crítica que se pode fazer a esse modelo é que, às vezes, um grau maior de autonomia dos governos subnacionais pode prejudicar a execução de alguns objetivos nacionais. Um exemplo típico disso pode ser dado pelos hospitais especializados em doenças cujo tratamento é altamente sofisticado: como certos tipos de problemas cardíacos que exigem cirurgia do coração. É claro que interessa ao país como...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Capítulo 3

     Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 123-198: " CAPÍTULO 3 : "Noção Geral do Equilíbrio Econômico " 51 - Começa com uma montanha de obviedades.  52 - Pareto coloca que não se percebia o quanto o conceito de "valor-de-uso" era inútil se não estivesse em função da quantidade consumida. É na margem. 53 - ... Foi principalmente pela retificação desse erro da antiga Economia que nasceu a Economia pura. Com Jevons ela apareceu como uma retificação das teorias então em curso sobre o valor, com Walras ela se torna, e isso foi um grande progresso, a teoria de um caso especial de equilíbrio econômico, isto é, o da livre concorrência, enquanto um outro caso, o caso do monopólio, já tinha sido estudado, mas de maneira totalmente diferente, por Cournot. 54 - ... As teorias da antiga Economia eram necessárias para se chegar às teorias novas e estas, sempre muito imperfeitas, servir-nos-ão para chegar a outras que o serão menos, e assim por diante. ...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Apresentação e Capítulo 1

  Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 1-30: " Apresentação (e afins) " 1 - Tradução de João Guilherme Vargas Netto. Editora Abril. Edição de 1996. É da coleção "Os Economistas". Parece que o livro original é de 1906. 2 - Apresentação de Fernando Garcia da FEA/USP. Principais ideias e uma breve biografia e bibliografia. Pareto transitou também pela Sociologia e Matemática.  3 - Engenheiro civil e chegou a ser ativista político, ao que entendi. Descendente de uma família nobre italiana. Sua vida profissional foi entre 1870 e 1892. Foi diretor-geral de empresa até. Não obteve sucesso eleitoral em suas candidaturas a deputado. Era um liberal democrático, defensor do sufrágio universal, educação primária gratuita e liberdade de imprensa. Livre-cambista e contra o armamentismo. 4 - Apenas em 1893, aos 45 anos, assumiu a cadeira de Economia Política da Universidade de Lausanne, até então ocupada por León Walras. Ao final, seu interesse ia migrando da...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Prefácios e Introduções

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                                   Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II   Pgs. 1-104: PREFÁCIO – O LIVRO II DE O CAPITAL 1 - O prefácio ao Livro II (Leio aqui a edição da Boitempo) é de Michael Heinrich. Sobre Marx, diz:  Já no capítulo 4 do Livro I ele dizia: “o capital não pode ter origem na circulação, tampouco pode não ter origem na circulação. Ele tem de ter origem nela e, ao mesmo tempo, não ter origem nela”[1]. 2 -  O Livro III representa a parte mais antiga de O capital, enquanto o Livro II compreende os manuscritos mais recentes, escritos entre dez e quinze anos mais tarde. As ideias desenvolvidas no Livro II não foram incorporadas no Livro III . (...)  Não só as pesquisas de Marx sobre temas do Livro III continuaram a avançar após 1865 – do que são testemunho os cadernos de excertos não publicados, além dos manuscritos sobre temas do Livro III, publicados n...

Econ - Ricardo Luis Chaves Feijó - Repensando a Revolução (Aspas) Marginalista I

Ricardo Luis Chaves Feijó - Repensando a Revolução (Aspas) Marginalista : 131 - Revista de 1998 da UFRGS. Contesta que exista uma “revolução teórica”. O autor tem livros sobre temas diversos, inclusive HPE. Tem livro também sobre Escola Austríaca. 132 - Walras, Jevons e Menger: não há homogeneidade entre suas obras , o que têm em comum é repudiar a teoria clássica. Repúdio que já não era novo. 133 - A ideia de “revolução” marginalista surgiu em livro de 1911. Mais: Muito antes de Kuhn (Thomas), os historiadores do pensamento econômico utilizaram o conceito de revolução para descrever certos períodos na evolução das idéias econômicas . 134 - Ainda sobre o que há de comum: a) centro da atenção é a eficiência alocativa, mais que o crescimento econômico; b) A noção de utilidade passa a fazer parte ativa na teoria do valor ; c) somem classes e ficam apenas agentes individuais. 135 - Só Jevons tenta calcular prazer e dor. 136 - O uso da matemática na solução de problemas alocativos s...

Marx - Para Uma Crítica da Economia Política II

 (continuação...) 475 - Critica a filosofia da consciência:  Assim, para a consistência filosófica - que considera que o pensamento que concebe é o homem real, e que, portanto, o mundo só é real quando concebido-para esta consciência, é o movimento das categorias que lhe aparece com um verdadeiro ato de produção (o qual recebe do exterior um pequeno impulso, coisa que esta consciência só muito a contra gosto admite> que produz o mundo. 475 - A “totalidade concreta”: ... não é de modo nenhum, porém, produto do conceito que pensa e se gera a si próprio e que atua fora e acima da intuição e da representação; pelo contrário, é um produto do trabalho de elaboração, que transforma a intuição e a representação em conceitos . 477 - Lembra que desde a Antiguidade que existe dinheiro.  O dinheiro pode existir, e de fato existiu historicamente, antes do capital, dos bancos, do trabalho assalariado, etc.; deste ponto de vista pode afirmar-se que a categoria mais simples pode expri...

Marx - Para Uma Crítica da Economia Política I

  Marx - Para Uma Crítica da Economia Política : 462 - Texto de 1857. Na verdade, este texto é a introdução ao livro “CONTRIBUIÇÃO À CRÍTICA DA ECONOMIA POLÍTICA”. Começa criticando os liberais da época. A ironia das “robisonadas” e da ideologia individualista: a época que gera este ponto de vista, esta idéia do indivíduo isolado, é exatamente a época em que as relações sociais (universais, segundo esse ponto de vista) alcançaram o seu mais alto grau de desenvolvimento . 463 - O homem é um animal político, lembra. Mais que um animal social, afirma. 464 - Marx diferencia instrumento e trabalho acumulado/objetivado (que seria o capital). A mão pode ser instrumento de produção, mas não é certo que seja confundida com “capital”, que é uma relação social. 465 - Em termos gerais, a resposta é a seguinte: um povo industrial atinge o seu apogeu produtivo no momento em que atinge o seu apogeu histórico geral. ln fact , um povo encontra-se no seu apogeu industrial quando, para ele, o es...

Econ - Textos Variados XLVIII

  Economia da Informação (Stiglitz, Tem a Ver) : 219 - O novo paradigma das tecnologias da informação é visto como baseado em um conjunto interligado de inovações em computação eletrônica, engenharia de software, sistemas de controle, circuitos integrados e telecomunicações (LASTRES & FERRAZ, 1999), que reduziram drasticamente os custos de armazenamento, processamento, comunicação e disseminação de informação (FREEMAN & SOETE, 1994) . 220 - Metade do texto já e são quinze páginas que mais pareceram quase um “gerador de lero-lero”. Talvez em 2000 fosse interessante, por captar tendências que agora já são generalizadas. Porém, mesmo lá não sei. 221 - Trata superficialmente dos japoneses criando modelos em que há redes de conhecimento e enfatizando o “aprender a aprender”. Enfim, o texto é um grande “eu meio que já sei disso tudo, e daí?”. E tem nada de Stiglitz praticamente.   Economia Liberal Versus Socialista (Pela Direita) : 222 - Paulo G. M. de Moura, cientist...

Direitistas - Textos Diversos XVIII

  Luiz Eduardo de Ó - Por uma Teoria da Exploração Libertária : 151 - A meu ver, ele já começa errado e sem entender a lei que quer “derrubar”: A lei fundamental da teoria do valor é a de que os preços de praticamente todos os artigos, incluindo salários, são determinados por seus valores, ou mais precisamente, que são pelo menos, em uma primeira aproximação, proporcionais às horas de trabalho necessárias para sua produção . 152 - Na edição do Journal of Libertarian Studies que tratou do livro de Carson ele escreve que a explicação do comportamento individual dentro do mercado dada pelo subjetivismo da utilidade marginal é completamente compatível com a economia política clássica, e que estava implícita na mesma, uma vez que a lei do valor dos clássicos operava através de forças de oferta e procura . 153 - Ou seja, o que Marx fala, e Popper concorda com ele, é que sob certas condições (pobreza excessiva do exército industrial, por exemplo) os salários são mantidos no nível d...

Marxistas - Textos Diversos LXIV - Sobre Proudhon (Marx)

  Marx - Sobre Proudhon: 1033 - Responde carta de 1965 a um dirigente lassaliano que pediu opinião sobre Proudhon. 1034 - Afirma que “o que é propriedade” é a melhor e mais inovadora obra dele. Seria uma evolução em relação a Saint Simon e Fourier. 1035 - Estranhamente - pelo que já sei que Marx disse antes - escreveu, aqui, isto:  Na história rigorosamente científica da economia política, esse mesmo escrito seria pouco digno de ser mencionado. (...) Nos parágrafos que ele mesmo considera como os mais importantes, efetua uma cópia do tratado de Kant acerca das antinomias. 1036 - Afirma que Proudhon se limitou a definir a propriedade com base nas relações jurídicas e não nas relações de produção, o que exigiria uma crítica da economia política. Por isso,  não pôde igualmente ir além da resposta que Brissot, com as mesmas palavras, em um escrito semelhante, já havia fornecido, antes mesmo de 1789: "La propriété, c'est le vol (EvM.: A propriedade é o roubo)". 1037 - Sobre “F...

Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo - Valor e Capitalismo (Livro)

  Anotações Sobre “ Valor e Capitalismo ”, de Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo.     Capítulo 1 – Avanços e Bloqueios :   a) Excedente como produto da natureza   1 – A Economia Política surgiu com a propagação do racionalismo iluminista, pretendia explicar a sociedade não através de uma “ordem revelada”, mas decifrando uma ordem natural, fruto de indivíduos racionais e tal. 2 – Os fisiocratas foram os primeiros a tentar explicar as formas de produção do seu tempo, concebendo-as como formas fisiológicas da sociedade impostas pela necessidade natural de produção, independente da política, da vontade etc. Era um processo de circulação de riquezas (como circulação de organismos e tal) 3 – Para Quesnay, fisiocrata, a classe produtiva era a dos arrendatários capitalistas, enquanto a indústria era estéril e o latifundiário uma espécie de parasita que se apropria do excedente do arrendatário. A indústria, para ele, não gerava excedente, mas apenas trocava mercador...